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arquivof_1.gif (1790 bytes) Desconstruindo Harry

Título Original: Deconstructing Harry

Gênero: Comédia

Origem/Ano: EUA/1997

Duração: 95 min

Direção: Woody Allen

Elenco:

Caroline Aaron...
Woody Allen...
Kirstie Alley...
Bob Balaban...
Richard Benjamin...
Eric Bogosian...
Billy Crystal...
Judy Davis...
Hazelle Goodman...
Mariel Hemingway...
Amy Irving...
Julie Kavner...
Eric Lloyd...
Julia L.Dreyfus...
Tobey Maguire...

transp.gif (45 bytes)Doris
transp.gif (45 bytes)Harry Block
transp.gif (45 bytes)Joan
transp.gif (45 bytes)Richard
transp.gif (45 bytes)Ken
transp.gif (45 bytes)Burt
transp.gif (45 bytes)Larry
transp.gif (45 bytes)Lucy
transp.gif (45 bytes)Cookie Williams
transp.gif (45 bytes)Beth Kramer
transp.gif (45 bytes)Jane
transp.gif (45 bytes)Grace
transp.gif (45 bytes)Hilly
transp.gif (45 bytes)Leslie
transp.gif (45 bytes)Harvey Stern

Sinopse: Harry Block é o nome do personagem do novo Woody Allen, Desconstruindo Harry. Por que Block? Porque o sujeito é um escritor e está vivendo aquele inferno astral dos artistas chamado de bloqueio criativo. Acha que a fonte secou, o que é intolerável. Tanto assim que - dizem - antes de meter um rifle de caça na boca e puxar o gatilho com o dedão do pé, Hemingway teria murmurado: "Não funciona mais." Ignora-se se estava se referindo ao intelecto ou ao instinto. Ou a ambos. Enfim, encontrava-se, como Block, bloqueado.

Em todo caso, Harry (vivido pelo próprio Woody Allen) não se pode queixar de bloqueio da libido, mas talvez do seu excesso. É um priápico, casado com a psicanalista Joan (Kirstie Alley), que sofre com as aventuras do marido. Uma delas é a esplendorosa Fay (Elizabeth Shue), aliás cliente de Joan, fato que propicia uma das mais hilariantes cenas de ciúmes jamais vistas numa tela de cinema.

Enfim, Harry não consegue criar, por isso se recorda da sua vida. Quer dizer, cai na mesmice de todos os mortais, que é a de só ter a experiência própria para trabalhar, já que a imaginação falha. Às suas recordações junta o elenco de personagens que criou ao longo da vida. E, no fim, consegue aquela conciliação improvável entre desejo e limitação, entre imaginário e realidade. Conciliação idealizada, fornecida pela mais poderosa fonte de inspiração do filme, Oito e Meio, a obra-prima de Federico Fellini.

Como à certa altura da história Harry vai receber uma distinção acadêmica (da faculdade que o expulsou), a coisa toda acaba por virar um road movie. Harry não quer ir sozinho, por isso coloca no carro uma prostituta, um amigo cardíaco, e o filho, que ele apanhou na porta da escola, à revelia da ex-mulher hostil. No caminho, uma parada, dolorosa, mas também hilária, para visitar a irmã, judia ortodoxa. A viagem emocional, o road movie existencial que inclui recordações da infância, remete a outra das principais fontes de inspiração de Allen: o sueco Ingmar Bergman.

Distribuição em Vídeo: Buena Vista

Álbum de Fotos


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