|

 |
Didi Quer
Ser Criança |
Título Original:
Didi Quer Ser Criança
Gênero:
Comédia
Origem/Ano:
BRA/2004
Duração:
min
Direção:
Reynaldo Boury / Alexandre Boury
Elenco:
Sinopse:
Didi trabalha como provador de balas em uma
pequena fábrica de doces tradicionais. Com sua alma infantil, ele sabe o
que as crianças gostam. Só que a fábrica está passando por
dificuldades porque a concorrência utiliza a mídia para vender balas
cheias de corantes e ingredientes artificiais que fazem mal às crianças.
O vilão, dono dessa fábrica, costuma dizer que criança só gosta de
porcaria mesmo. Didi, que vive no meio das crianças da vizinhança, tenta
convencê-las de que balas artificiais fazem mal. Mas mesmo se comportando
como um verdadeiro crianção, seus amiguinhos não o escutam, pois ele é
adulto. Criança não ouve adulto. Além disso, as propagandas falam
diretamente para elas, fazendo os doces tradicionais parecerem sem graça.
Não só a pequena fábrica está para fechar, como o próprio espírito
de Cosme e Damião está morrendo.
Didi, que é devoto dos santos, reza pedindo ajuda. Seu desejo é atendido
quando dois sujeitos maltrapilhos pedem auxílio. Eles não têm o que
comer ou onde dormir. Vão até a fábrica do vilão e são humilhados.
Quando vão à nossa fábrica, Didi os acolhe de braços abertos e os
convida a dividir seu pequeno cômodo nos fundos do galpão. Agradecidos,
eles dão para Didi um saquinho de balas de Cosme e Damião. São balas
mágicas que têm o poder de transformar Didi em criança. Só assim ele
vai poder convencer seus amiguinhos a rejeitar as balas artificiais e
resgatar o verdadeiro espírito de Cosme e Damião. Afinal, criança só
escuta criança. E assim, de criança em criança, eles formarão uma
grande corrente.
Depois que Didi chupa a primeira bala do saquinho mágico, ele se
transforma em criança e apaixona-se pela menina Sandrinha, filha do
vilão, dono da fábrica concorrente.Didi vai ajudar uma criança a soltar
uma pipa presa no telhado do galpão. Para isso tem que subir por dentro
do prédio, em uma escada velha. Ele consegue soltar a pipa, deixando o
garoto contente. Mas, quando vai descer, pisa em falso e cai de uma altura
de 10 metros. No hospital, o monitor cardíaco dá seus suspiros finais. A
máquina anuncia a morte de Didi. O médico dá a notícia trágica para
todos que esperam. Em meio à tristeza geral, os dois andarilhos,
despercebidos, entram na UTI e voltam com Didi vivo.
O vilão, dono da fábrica concorrente, tem outros planos. Junto com o
químico sem escrúpulos, que inventa balas cada vez mais nocivas à
saúde, ele pretende tomar conta da pequena fábrica para demoli-la e
expandir seus negócios. Eles inventam, então, um componente químico que
triplica a produção sem muito custo adicional. Só que as balas não
são testadas e Sandrinha ingere uma e fica muito doente. Desesperado, ele
chama o médico. Mas o atendimento demora e ele sai de carro para levá-la
para o hospital. O carro morre justamente em frente à nossa fábrica e
não pega de jeito nenhum. Ele olha para a filha, desfalecida, à beira da
morte. Acaba tendo que bater à porta da pequena fábrica, com a filha nos
braços, onde Didi e os dois sujeitos salvam a vida da menina. Agradecido
e arrependido por sua ganância, ele resolve parar de fazer balas ruins e
se unir à pequena fábrica para só fazer doces e balas tradicionais, sem
aditivos ou corantes.
No final, uma grande festa é montada para trazer de volta o verdadeiro
espírito de Cosme e Damião. A expectativa é grande, pois não se sabe
se as crianças se convenceram. Mas, para surpresa geral, as crianças
chegam em bandos, provando que a festa tradicional está mais viva do que
nunca. E os maltrapilhos que Didi ajudou revelam ser os verdadeiros santos
Cosme e Damião.
Distribuição
em Vídeo e DVD:
Columbia
Álbum de Fotos




|
 |