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arquivof_1.gif (1790 bytes) Um Certo Dorival Caymmy

Título Original: Um Certo Dorival Caymmy

Gênero: Documentário

Origem/Ano: BRA/1999

Duração: 70 min

Direção: Aluisio Didier

Elenco:

Dorival Caymmi...
Dori Caymmi...
Hanna Chali...
Galba Nogueira...
Samuel Costa...

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Sinopse: Documentário sobre a vida e obra do compositor baiano, de sua vinda para o Rio de Janeiro ao seu envolvimento com outras formas de expressão artística como o cinema e a pintura.

"A canção nasce sozinha. Ela é vista, é transmitida para a sensibilidade musical. Meu primeiro ato de fazer uma canção é vê-la". Aos 85 anos e quase meio século dedicados a compor temas de extrema riqueza visual e poesia, o compositor baiano Dorival Caymmi nos leva a um mergulho em seu universo e em sua história; em temas que o inspiram - o mar, o homem comum, os amores, as mulheres; em seu processo criativo; e em suas diferentes facetas de artista plural - o compositor, o pintor e, surpreendentemente, o ator. Um pescador sai para o mar. Na praia, a mulher espera pelo seu retorno que nunca acontecerá. Essa imagem e esses elementos, tão presentes na música de Caymmi, são nossa entrada para esta história. Um menino que larga as brincadeiras do dia a dia encantado com os acordes de "Elégie" de Jules Massenet, canção muito tocada nos pianos das casas de classe média nas décadas de 20 e 30, irá nos guiar pelos fatos e documentos. Em 1937 sai da Bahia e vai para o Rio de Janeiro. Quase por acaso, chega à Rádio Nacional onde começa a carreira. Apenas dois anos depois, tem uma de suas músicas transformada em hit - "O que é que a baiana tem?", interpretada por Carmen Miranda. Com sua voz e violão e, às vezes, um assobio, traz um modalismo novo em nossa música. Canções praieiras, folclóricas, brejeiras; síncopes e remeleixos. O disco "Caymmi e suas composições praieiras", 57, é um marco na fonografia brasileira. Caymmi alcança o reconhecimento não só no Brasil. As imagens inéditas do show realizado em parceria com o cantor Andy Williams (1969), trazem uma performance tocante de canções hoje consideradas como clássicos da música brasileira. Como ator, apelidado de "galã rústico" por Jorge Amado, Caymmi atuou em dois filmes: "Estrela da Manhã" (1948), de Jonald de Oliveira, com roteiro de Jorge Amado, onde Caymmi, violão em punho, disputa o amor de Dulce Bressane com Paulo Gracindo, e "Sand Pit Generals", de Hall Barttlet (1969). Anos mais tarde, envereda por um outro caminho, que quase o faz abandonar a música: a pintura. Como em suas composições, os temas, a poesia, as cores, a vitalidade e a sensualidade estão presentes. Pontuando a história, mais um de seus legados: o filho Dori Caymmi interpretando as composições do pai ligadas ao mar.

Distribuição: Riofilme

Álbum de Fotos


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