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O Amor É Cego


webc4193.jpg (20564 bytes)Os irmãos cineastas Peter e Bobby Farrelly são reconhecidos há muito tempo por um estilo de comédia distinto e surpreendente. Quem pode esquecer Jeff Daniels tendo que lidar com os problemas intestinais causados por um potente laxante na estréia dos Farrelly em Débi & Lóide? Ou das "coisas" de Ben Stiller presas no zíper da calça e Cameron Diaz com uma espécie de "gel orgânico para o cabelo" em Quem Vai Ficar com Mary? E Jim Carrey numa guerra com ele mesmo em Eu, Eu Mesmo e Irene?

Contudo, os Farrelly insistem há muito tempo que por trás dessa bizarrice cinematográfica há um coração e personagens com os quais o público pode se identificar. Peter Farrelly explica: "Para que os nossos filmes tenham êxito, o público precisa gostar dos personagens. Queremos que Ben Stiller fique com Cameron Diaz em Quem Vai Ficar com Mary? e que o tira esquizofrênico interpretado por Jim Carrey encontre o caminho para o coração de Renée Zellweger em Eu, Eu Mesmo e Irene. O público ri, certamente, mas também sai do filme dos Irmãos Farrelly se sentindo muito bem".

Em seu mais recente trabalho de direção, O Amor É Cego, os Farrelly investiram nas apostas emocionais. O filme tem todo o humor visual e verbal que o público já espera de uma comédia dos Farrelly, mas nesta história de amor nada convencional a dupla de cineastas quis acertar em cheio no coração - e também no humor. Peter Farrelly continua: "Há muitas gargalhadas neste filme, mas ele não é só para dar risada. Temos realmente uma história, a de um cara que encontra a sua alma gêmea e que descobre o que é realmente importante".

Bobby Farrelly concorda que O Amor É Cego representa um novo rumo para ele e para o seu irmão, como justifica: "Peter sempre disse que ainda não havíamos mostrado o nosso melhor filme porque, embora tivéssemos feito as pessoas rir, não as fizemos rir e chorar. O Amor É Cego é o nosso filme mais emotivo". O parceiro de produção de longa data Bradley Thomas, acrescenta: "Acho que O Amor É Cego é um filme importante para o Peter e para o Bobby. As piadas estão mais engraçadas do que nunca. Desta vez, porém, elas são uma espécie de bônus. Há uma mensagem muito forte por trás da história - a de conseguir ver a beleza interior das pessoas -, num momento em que tudo na sociedade atual está centrado nas coisas superficiais. É uma espécie de história de amor antiga, e o relacionamento entre Hal e Rosemary é realmente a espinha dorsal do filme".

O objeto de desejo de Hal não é a bela e flexível Rosemary que ele vê, e sim uma mulher de 136 quilos. Embora a idéia pudesse facilmente tê-los levado a fazer um filme engraçado sobre gordos, Peter Farrelly e seu irmão Bobby foram cuidadosos em evitar passar qualquer noção que depreciasse as pessoas gordas. Peter observa: "O Amor É Cego é um filme sobre beleza interior. A questão do filme é se a aparência realmente não deve fazer diferença e que o importante é conseguir chegar ao coração das pessoas". Gwyneth Paltrow, que interpreta Rosemary, acrescenta: "A mensagem do filme é muito positiva e cheia de esperança".

O Amor É Cego é uma combinação de emoção e risadas saídas da mente de Sean Moynihan, um executivo de marketing aposentado que impressionou os Farrelly com as cartas engraçadas que escrevia. Peter e Bobby se divertiam tanto lendo a correspondência de Moynihan que o encorajaram a seguir a carreira de roteirista. E Moynihan logo desenvolveu o roteiro chamado "Eye of the Beholder", sobre um homem que aprende a ver a beleza interior. Atraídos pela idéia, os Farrelly desenvolveram o roteiro com ele.

Vários anos e rascunhos mais tarde, o roteiro, então sob o título O Amor É Cego, estava pronto para ser transformado em filme. A escalação para o papel de Rosemary, uma deusa esbelta (aos olhos de Hal) e que também possui uma beleza interior, foi surpreendentemente fácil: os Farrelly escreveram a personagem de Rosemary com Gwyneth Paltrow em mente - e ela prontamente aceitou o convite dos diretores.

A escalação de Paltrow, como a de Cameron Diaz em Quem Vai Ficar com Mary? e a de Renée Zellweger em Eu, Eu Mesmo e Irene, aponta para a importância de existência de uma base real nas comédias dos Farrelly, como observa Bradley Thomas: "Peter e Bobby sempre procuram uma atriz que possa interpretar de maneira real. Eles não fazem a escolha óbvia de um artista cômico".

Na opinião dos Farrelly, Paltrow acrescenta bem mais que apenas realidade ao papel. Bobby Farrelly conta: "Gwyneth tem uma qualidade que vai além da mera beleza. Ela tem uma beleza etérea e uma luminosidade que não se ensina ninguém a ter. Ela simplesmente brilha quando está sorrindo, parecendo que está feliz e apaixonada. Era exatamente isso o que precisávamos para a personagem de Rosemary".

Trabalhar com os Farrelly deu a Paltrow a chance de explorar um lado diferente de seu talento. O Amor É Cego foi uma mudança radical do tipo de papel com o qual ela é mais conhecida, como seu trabalho nos filmes de época Shakespeare Apaixonado e Emma. "Achei que seria muito divertido trabalhar com Peter e Bobby e fazer algo que fosse diferente e totalmente oposto àquilo que as pessoas esperam de mim. Foi um descanso maravilhoso dos espartilhos, do choro e dos sotaques, elementos sempre presentes na minha carreira", avalia a atriz.

Paltrow também abraçou os desafios físicos do papel. Evitando o uso de uma dublê, ela caiu de várias cadeiras preparadas para quebrar sob ela, mergulhou numa piscina com ondas tsunami produzidas por turbojets, remou uma canoa com a traseira levantada no ar e carregou seu colega Jack Black nos braços.

A atriz também foi alvo de um processo árduo de quatro horas de maquiagem, incluindo a colocação de uma "vestimenta gorda" necessária para as seqüências onde Rosemary é vista em sua forma real, com 136 quilos. Os realizadores e o supervisor de efeitos especiais de maquiagem, Tony Gardner, queriam ter certeza de que Paltrow fosse identificada no meio daquela vestimenta de múltiplas partes, debaixo de tantas camadas de espuma e de uma peruca. Acima de tudo, era essencial que Rosemary parecesse uma pessoa real, e não alguém a quem eles estivessem "sacaneando".

A função óbvia da "vestimenta" era apenas uma pequena parte de sua real importância para a atriz. Durante um teste de maquiagem, Paltrow decidiu ver como a coisa funcionava na prática, como lembra: "Estávamos num hotel em Nova York e eu queria ver se a 'vestimenta' estava real. Então, desci e fui até o bar do hotel para me sentir na pele de Rosemary. Percebi, imediatamente, que ninguém me olhou no olho, muito menos em minha direção. Ninguém estava a fim de fazer nenhum tipo de contato comigo. Foi uma experiência profunda, surpreendente e muito triste".

Com Paltrow a bordo do projeto, os realizadores passaram para a escalação do papel-título (NT.: do original "Shallow Hal"). Inicialmente, consideraram contatar alguns dos atores em evidência do momento, mas logo perceberam que o público teria facilidade em perdoar um cara superbonito de ser um mulherengo inveterado. Bobby Farrelly argumenta: "Quando um cara 'médio', nem feio nem bonito, é retratado como alguém superficial, dizemos: 'Ele não tem motivo para ser tão superficial assim'. E achamos que o público daria um desconto à essa falha num cara que fosse bem mais que um tipo comum".

Os Farrelly e Bradley Thomas acharam esse tipo comum na performance de Jack Black na comédia muito elogiada pela crítica Alta Fidelidade. Depois de ver o filme, Bradley Thomas disse: "Percebemos que Jack era tudo o que precisávamos para o Hal - ele era original e tinha esse incrível fator de 'carisma' e energia essenciais para o papel. Ele é muito, muito engraçado".

Os Farrelly ofereceram o papel a Black sem fazer testes de tela com ele, mas Black estava tão nervoso em estrear para a dupla de diretores famosos que insistiu em fazê-los. Embora os realizadores tenham conseguido convencê-lo a aceitar o papel sem tais procedimentos, seus medos não foram aplacados. Peter Farrelly recorda: "Black, cuja carreira está em plena ascensão, estava realmente intimidado em trabalhar com Gwyneth Paltrow, uma atriz linda e vencedora do Oscar que estrelou vários filmes incríveis". Jack Black acrescenta: "Além de eu nunca ter feito um papel principal, também nunca tinha feita nada romântico. Por isso, sabia que fazer o Hal seria realmente um desafio".

Surpreendentemente, os Farrelly adoraram o nervosismo inicial de Black de contracenar com Paltrow. Peter comenta: "Essa dinâmica real funcionou mesmo porque, na história, Hal, um cara comum que não tem tido êxito em sua caça à mulheres bonitas, fica intimidado quando percebe a beleza de Rosemary".
No entanto, toda e qualquer intimidação se esvaneceu quando as filmagens começaram e os dois atores logo se tornaram bons amigos - e até fizeram alguns duetos improvisados. Black conta: "Eu não estava esperando, mas Gwyneth tem um lado meio bobo. Estava sempre inventando umas letras de música loucas, umas caras engraçadas e me fazendo rir".

Jason Alexander junta-se a Paltrow e a Black para interpretar o melhor amigo de Hal, Mauricio. Acenando e balançando a cabeça em busca de uma perfeição física impossível, Mauricio é ainda mais superficial que Hal. Na opinião dos Farrelly, o famoso talento humorístico do colega do personagem-título da série da TV americana Seinfeld e o fato de o público estar familiarizado com ele foram fundamentais para o papel. Bobby Farrelly explica: "Mauricio é um personagem superficial, mas ele também tinha que ser afável e engraçado. O público conhece e gosta de Jason, fica desarmado pelo charme que ele empresta ao Mauricio, apesar de o personagem ser um pouco grosso".

Alexander, também diretor, gostou das fraquezas do personagem, bem como da oportunidade de observar os Farrelly em ação, como atesta: "Adorei a forma como Peter e Bobby trabalham. Esses caras vivem os limites da comédia. Alguns diretores mudam as coisas entre as tomadas, mas Peter e Bobby mudam coisas durante uma tomada. É tudo meio na hora, o que torna as filmagens bem mais divertidas".

Outra figura proeminente na história é o amigo de Hal, Walt, um cara feliz e sortudo com uma espécie de toque de Midas e que aceita as coisas como elas são - incluindo o fato de ter um problema congênito na espinha. A escalação de gente não profissional em papéis coadjuvantes importantes (como o professor Michael Bowman para o papel do garçom albino em Eu, Eu Mesmo e Irene) é uma tradição dos Farrelly e, para O Amor é Cego, eles criaram o personagem de Walt para o executivo da IBM Rene Kirby.

Os Farrelly conheceram Kirby quando estavam rodando Eu, Eu Mesmo e Irene, como lembra Peter Farrelly: "Estávamos num bar, certa noite e, de repente, senti algo no meu queixo. Olhei para baixo e Rene Kirby estava passando ao meu lado, de quatro. Eu pensei: 'Que raios é isso?'".

Depois de convidar Kirby para tomar uma cerveja, Peter ficou sabendo que ele nasceu com a coluna partida, mas seus pais nunca permitiram que usasse uma cadeira de rodas nem muletas e, por isso, Kirby anda de quatro - provavelmente, ele é a única pessoa no mundo que sai por aí desse jeito - e, conseqüentemente, tem um torso robusto e braços musculosos. Kirby é um esquiador exímio e ginasta premiado. Ele também joga boliche, anda de skate, dirige carro e anda de bicicleta especial.

Peter Farrelly garante: "Nunca conheci ninguém como o Rene. Ele tem uma vida incrível. Se o assunto é beleza interna, esse cara é a própria". Bobby acrescenta: "Rene tem uma vida muito mais rica que a de qualquer um. E tem um comportamento incrível. Ele não se vangloria, embora tenha todo o direito para tal. E isso é inspirador".

Para criar Walt, os Farrelly deram pouca atenção à limitação do personagem e mais ao seu senso de humor singular, como conta Bobby Farrelly: "Walt é um cara feliz e de sorte. Não nos concentramos nele andando de quatro, mas sim por ser alguém que se dá com todo mundo e de quem todos gostam. Ele é a alma da festa e, realmente, o coração do filme".

Os Farrelly não tornaram as filmagens fáceis para Kirby. Além de fazer a sua estréia de interpretação, ele teve que aprender a cantar, dançar e a montar num cavalo para o papel. Como todo o resto na vida de Kirby, ele aceitou os desafios com humor e determinação, como conta: "Quando os Farrelly me chamaram para o papel, achei que seria uma grande brincadeira. Em seguida, recebi o roteiro, marcaram reuniões com professores de interpretação e canto e me enviaram uma passagem para Los Angeles, onde me encontrei com eles - e cantei a canção que havia aprendido para o filme". Kirby continua: "Há muito humor na minha vida. Quero dizer, temos que olhar para o lado engraçado das coisas, e desprezar as coisas ruins. Todos os dias, gosto de falar expressões ou dizer algo que faça alguém sorrir ou gargalhar".

Filmes para o público rir é o que Peter Farrelly e Bobby Farrelly fazem de melhor, e este mais recente não é exceção. Mas em O Amor É Cego, os Farrelly entremeiam surpreendentes camadas emotivas com risadas à medida que seu protagonista começa a entender a fonte da verdadeira beleza de uma pessoa. A mistura, eles afirmam, acrescenta uma nova dimensão ao trabalho deles. Peter revela: "Tenho orgulho de todos os nossos filmes, mas este é um pouco mais ambicioso". E Bobby finaliza: "Com O Amor É Cego, queríamos fazer as pessoas pensarem e passarem por uma variada gama de emoções, bem como rir. Acho que conseguimos!".

ELENCO

GWYNETH PALTROW (Rosemary) tem sido observada com muito interesse por Hollywood desde sua atuação muito elogiada pela crítica em A Força de um Passado, onde contracenou com Meg Ryan e Dennis Quaid. O papel de Viola de Lessups no premiado Shakespeare Apaixonado, filme co-estrelado por Joseph Fiennes, rendeu-lhe um Globo de Ouro, um Screen Actors Guild e um Oscar de Melhor Atriz.

A atriz estrela três novos lançamentos: Possession, de Neil LaBute, A View from the Top, do brasileiro Bruno Barreto, e The Royal Tennenbaums, de Wes Anderson, com Gene Hackman e Anjelica Huston. Ela também fez uma aparição em The Anniversary Party, de Jennifer Jason Leigh e Alan Cummings, estrelando o próprio Alan Cummings, e ainda John C. Reilly, Kevin Kline e Jennifer Jason Leigh.

Anteriormente, Paltrow estrelou Duets, um filme dirigido por seu pai, Bruce Paltrow, e Bounce, onde contracenou com Ben Affleck e foi dirigida por Don Roos. Ela também estrelou O Talentoso Ripley, produção muito aclamada pela crítica de Anthony Minghella, com Matt Damon, Jude Law e Cate Blanchett, Um Crime Perfeito, com Michael Douglas e Viggo Mortensen, e De Caso com o Acaso.

O Talentoso Ripley, Emma, Jogada de Risco, Sliding Doors, o e Grandes Esperanças. Seus outros créditos incluem Seven - Os Sete Crimes Capitais, Segredo de Sangue, Jogada de Risco, O Primeiro Amor de Um Homem, O Jogo da Verdade, Jefferson em Paris e Mrs. Parker and the Vicious Circle.
Nascida em Los Angeles e filha do diretor e produtor Bruce Paltrow e da atriz premiada Blythe Danner, Gwyneth Paltrow teve como um dos seus primeiros papéis no cinema a pequena Wendy, em Hook - A Volta do Capitão do Gancho, de Steven Spielberg. Em breve, a atriz poderá ser vista em Bounce.

Entre os outros créditos da atriz no cinema destacam-se também Emma, dirigido por Doug McGrath, Grandes Esperanças, onde contracenou com Ethan Hawke, O Primeiro Amor de Um Homem, com David Schwimmer, Seven - Os Sete Crimes Capitais, estrelando Morgan Freeman e Brad Pitt, Segredo de Sangue, Jogada de Risco, O Primeiro Amor de um Homem, O Jogo da Verdade, Jefferson em Paris e Hook - A Volta do Capitão do Gancho, de Steven Spielberg.

Nascida em Los Angeles onde passou seus primeiros 11 anos de vida, Paltrow vem de uma família enraizada na indústria do cinema. Seu pai, Bruce Paltrow, é um produtor de muito sucesso e sua mãe, a atriz premiada Blythe Danner.

JACK BLACK (Hal) estréia no seu primeiro papel principal no cinema em O Amor É Cego. Ele chamou a atenção na comédia muito elogiada pela crítica Alta Fidelidade, de Stephen Frears, onde fez Barry, o sarcástico funcionário da loja de John Cusack. O papel lhe rendeu o prêmio Blockbuster Entertainment, bem como indicações para o prêmio MTV Movie de 2001 e o American Comedy 2001.

Black também estrelou Sabing Silverman e, no ano passado, foi visto no drama independente Jesus' Son, contracenando com Billy Crudup. Sua estréia no cinema foi em Bob Roberts, de Tim Robbins. Recentemente, o ator terminou o seu trabalho em Orange County, a ser lançado em breve nos Estados Unidos.

Black também é o líder da banda de rock-folk Tenacious D., cujo primeiro álbum foi lançado em 25 de setembro de 2001, na Epic Records. A Tenacious D. também participou de várias séries na HBO que foram ao ar em 1999.

As nove temporadas de JASON ALEXANDER (Mauricio) na pele de Goerge Costanza em Seinfeld coroaram a sua carreira de ator no palco, na tela e na televisão. Com olhares que refletem tristeza, simpatia, charme, descaminhos e até a falta de escrúpulos - emoções combinadas a um talento igualmente maleável -, este ator multipremiado corre pouco perigo de ser estereotipado. Pelo papel de George, Alexander ganhou seis indicações ao Emmy e quatro ao Globo de Ouro, um prêmio American Television e dois American Comedy de Melhor Ator Coadjuvante em Séries de TV. O Screen Actors Guild o escolheu como Melhor Ator de Série de Comédia apesar de seu papel como ator coadjuvante.

No cinema, recentemente, Alexander apareceu em Rocky and Bullwinkle na pele de Boris Badenov, contracenando com Rene Russo e Robert DeNiro. Alexander também dirigiu o filme independente Just Looking, estrelando Patti Lupone, Gretchen Mol e Ryan Merriman.

Seus outros créditos incluem Confissões de um Adolescente, A Costa do Mosquito, Alucinações do Passado, Loucos de Paixão, Cônicos e Cômicos, Blankman - Um Super-Herói Muito Atrapalhado, O Último Jantar e o curta indicado ao Oscar Down on the Waterfront. Entre seus papéis mais memoráveis destacam-se os dos filmes O Anjo da Guarda, O Jornal e o do advogado de Richard Gere em Uma Linda Mulher. Como ator principal, ele acrescentou seu toque humorístico em O Último Beijo e O Hóspede Quer Bananas. Em 1997, Alexander foi muito elogiado por seu trabalho na versão para o cinema da peça de Terence McNally vencedora do Tony Love! Valour! Compassion!

Em 1998, ele estrelou a comédia independente de humor negro Denial que responde a pergunta de Does Monogamy Really Exist? Sua voz também se tornou famosa por seu trabalho no cinema - Aladdin, The Return of Jafar, Hércules, O Corcunda de Notre Dame - e em séries de TV, como a muita elogiada Duckman.

Além de interpretar, Alexander tem chamado a atenção como diretor. Seu primeiro trabalho por trás das câmeras, para um episódio de Seinfeld, foi indicado a um prêmio DGA em 1993. A estréia de direção de Alexander no cinema foi com a comédia romântica Para o Melhor e para o Pior, onde contracenou com Lolita Davidovich e James Woods.

RENE KIRBY (Walt) faz sua estréia em O Amor É Cego. Natural de Burlington, Vermont, ele foi descoberto pelos irmãos Farrelly, que estavam rodando Eu, Eu Mesmo e Irene na sua cidade natal. Ex-funcionário da IBM, ele passou por Peter Farrelly e pelo produtor Bradley Thomas num bar - e imediatamente iniciaram um bate papo. Impressionado com a personalidade e o comportamento de Kirby, o diretor decidiu que tinha que escrever um papel para esse homem extraordinário que nasceu com um problema físico sério. Quando O Amor É Cego estava pronto para ser produzido, Kirby recebeu o convite para fazer um dos melhores amigos de Hal.

SUSAN WARD (Jill) estrelou, recentemente, o thriller psicológico para adolescentes The In Crowd e a comédia independente Goin' Greek. Ward nasceu e cresceu em Monroe, Louisiana. Ela iniciou sua carreira como modelo da Agência Ford, em Nova York, aos 13 anos, onde foi descoberta num shopping local. Depois de se mudar para Manhattan, começou a estudar interpretação e logo ganhou um papel recorrente no popular drama diurno All My Children.

Em 1995, a atriz fez o teste e ganhou o papel para o papel de Bree na série da NBC Malibu Shores e, em seguida, foi a jovem heroína de Sunset Beach.

JOE VITERELLI (Steve Shanahan) apareceu em mais de 30 filmes e, recentemente, contracenou com Robert DeNiro e Billy Crystal na comédia de sucesso Máfia no Divã, seguida de Spot - Um Cão da Pesada. Além de fazer o papel de Nick Valenti no filme muito elogiado de Woody Allen Tiros na Broadway e o de Clamato na sátira Máfia, Viterelli também estrelou os filmes Eraser - Queima de Arquivos, Mickey Olhos Azuis e A Firma. Entre os seus outros créditos no cinema destacam-se Acerto Final, American Strays e Prisioneiros do Passado.

Viterelli foi um ator que floresceu relativamente tarde. Durante vários anos, ele rejeitou várias oportunidades de atuação até 1981, quando Sean Penn ligou para lhe dizer que estavam com dificuldades em escalar um personagem do Lower East Side num filme que estava sendo rodado no bairro de Joe Viterelli. O teste de tela resultou num papel importante em Um Tiro de Misericórdia, de Phil Joanou, que acabou lançando sua carreira.

JILL FITZGERALD (Sra. Shanahan) já trabalhou no cinema, na televisão, no teatro e em comerciais. Seu filme mais recente foi o independente The Sterling Chase.

ANTHONY J. ROBBINS (Ele mesmo) é a maior autoridade em psicologia de peak performance - identidade esta que estabeleceu através da habilidade de ajudar de forma consistente indivíduos e organizações a criarem resultados mensuráveis nos últimos 20 anos. Em 1997, ele foi homenageado como um dos dez "Outstanding People of the World" pela International Chamber of Commerce, e foi considerado uma das maiores influências desta geração.

Robbins foi o consultor e conselheiro de membros da diretoria da Fortune 500, de duas famílias reais, de equipes desportivas, como a NHL e a NBA, de atletas profissionais, como Andre Agassi e Greg Norman, e do próprio presidente dos Estados Unidos.

Devido à sua habilidade de desenvolver sistemas que criam mudanças imediatas em qualquer situação, ele também é requisitado por aqueles que têm suas vidas seriamente ameaçadas. Robbins é autor de best-sellers e seu audio system educacional, chamado Personal Power, é o sistema de desenvolvimento profissional e pessoal mais procurado de todos os tempos, com mais de 30 milhões de fitas sendo usadas para transformar vidas no mundo todo.

REALIZADORES

BOBBY FARRELLY & PETER FARRELLY (diretores, co-roteiristas e produtores) juntam-se suas forças por trás das câmeras em seu sexto filme, após sua estréia de sucesso em 1994 com Débi & Lóide, que rendeu mais de US$ 340 milhões no mundo todo. Em seguida, eles fizeram a comédia muito elogiada pela crítica Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, estrelada por Woody Harrelson e Randy Quaid, o sucesso de bilheteria de 1998 Quem Vai Ficar com Mary?, a quarta maior renda de 1998, e o sucesso de bilheterias do ano passado Eu, Eu Mesmo e Irene, estrelando Jim Carrey e Renee Zellweger.

Quem Vai Ficar com Mary? também recebeu o New York Film Critics (de Melhor Atriz, para Cameron Diaz), o People's Choice de Melhor Comédia de 1998, duas indicações ao Globo de Ouro (incluindo uma de Melhor Filme/Comédia) e quatro prêmios MTV, incluindo os de Melhor Filme e Melhor Atriz. Os Farrelly também receberam o título de Roteiristas do Ano pela National Association of Theater Owners na ShoWest Convention de 1999.

Junto com Piet Kroon e Tom Sito, os Irmãos Farrelly produziram Osmosis Jones, estrelando Bill Murray, Chris Elliot e Molly Shannon. O primeiro filme deles como produtores exclusivos foi Diga que Não É Verdade, uma comédia romântica do então diretor estreante e ex-assistente dos Farrelly, J.B. Rogers, estrelando Chris Klein e Heather Graham.

Nascidos em Cumberland, Rhode Island, eles começaram suas carreiras profissionais com a venda de dois episódios da série premiada da NBC Seinfeld. Depois, continuaram escrevendo roteiros e venderam uma meia dúzia deles - isso, antes de Débi & Lóide, onde Peter estreou como diretor e o irmão Bobby, um ano mais novo, entrou como co-produtor.

No momento, eles estão trabalhando em vários projetos para a sua companhia Conundrum Entertainment, com sede na Twentieth Century Fox.

BRADLEY THOMAS (produtor) é o presidente da produtora dos Irmãos Farrelly, a Conundrum Entertainment. Antes disso, ele colaborou com os irmãos como produtor de Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, Quem Vai Ficar com Mary? e Eu, Eu Mesmo e Irene. Thomas iniciou a sua associação com a dupla como co-produtor de seu filme de estréia, Débi & Lóide.

Recentemente, Thomas foi produtor de Osmosis Jones, o filme de ação e animação estrelado por Bill Murray, Chris Elliot e Molly Shannon e apresentando as vozes de Chris Rock, David Hyde Pierce e Laurence Fishburne. Antes disso, ele foi o produtor de Diga que Não É Verdade.

Em 1993, na Motion Picture Corporation of America, durante três anos, Thomas supervisionou a produção de dezenas de projetos, aumentando o contingente da companhia de dez para 100 funcionários. Além disso, criou uma lista com mais de 100 títulos de filmes, entre eles Débi & Lóide, dos Irmãos Farrelly, onde conheceu a dupla pela primeira vez. Ele também co-produziu o filme Até o Fim da Noite, escrito e dirigido por Larry Brand, produziu Soldier Boyz, Atrás das Linhas Inimigas, Segredos Imperdoáveis, estrelando Ashley Judd, Vince Vaughn e Kate Capshaw, e a comédia romântica Music from Another Room, com Jude Law, Jennifer Tilly e Brenda Blethyn.

CHARLES B. WESSLER (produtor) volta a se reunir com os Irmãos Farrelly depois de produzir Débi & Lóide e Quem Vai Ficar com Mary? e trabalhar como produtor executivo de Eu, Eu Mesmo e Irene. Sua primeira produção no cinema foi em 1983 com O Azarão do Velho Oeste, estrelando Griffin Dune, de quem foi colega de escola em Beverly Hills. Seus créditos incluem Isto É Pat - O Filme, estrelando Julia Sweeney, Duro de Agarrar, estrelando Daniel Stern, e Segredos Imperdoáveis, estrelando Kate Capshaw, Vince Vaughn e Ashley Judd, do qual foi produtor executivo.

SEAN MOYNIHAN (roteirista) foi encorajado por Peter Farrelly a escrever um roteiro porque Farrelly achava que as cartas que ele escrevia a um amigo em comum eram muito engraçadas. O resultado foi um esboço do que se tornaria O Amor É Cego. Depois, Peter desenvolveu o roteiro com Moynihan - além de também escrever com Bobby alguns rascunhos.

Antes disso, Moynihan trabalhou durante nove anos como executivo de vendas e desenvolvimento de produtos na Chase Global Data, uma companhia de softwares financeiros.

MARC S. FISCHER (co-produtor) teve função semelhante nos sucessos anteriores dos Irmãos Farrelly, como Eu, Eu Mesmo e Irene, Quem Vai Ficar com Mary? e Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche. Recentemente, foi o co-produtor de Diga que Não É Verdade, dirigido por J.B. Rogers, que os Farrelly produziram para a sua companhia, a Conundrum Entertainment.

Sua lista de créditos como produtor e co-produtor inclui Despedida em Las Vegas, o filme de Mike Figgis indicado ao Oscar (com o qual dividiu uma indicação ao D.G.A.), Linda, Louca e Perigosa, Rebeldes, Um Ninja da Pesada, Music from Another Room e Um Tira à Beira da Neurose, que ele co-produziu com Sandra Bullock, também estrela do filme.

MARK CHARPENTIER (co-produtor) trabalhou em quatro filmes anteriores dos Irmãos Farrelly, em várias funções. Em Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, foi assistente de Bobby Farrelly; em Quem Vai Ficar com Mary?, foi produtor associado; em Eu, Eu Mesmo e Irene, foi co-produtor; e em Osmosis Jones foi consultor de produção.

Charpentier é executivo de desenvolvimento da produtora dos Farrelly, a Conundrum Entertainment.

RUSSELL CARPENTER, ASC (diretor de fotografia) trabalhou, recentemente, no sucesso de bilheteria As Panteras, estrelando Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu. Antes disso, Carpenter ganhou um Oscar por seu trabalho em Titanic, sua terceira colaboração com o diretor James Cameron, depois de True Lies e Terminator 2-3D. Seus outros filmes recentes incluem The Lady in White, O Passageiro do Futuro, O Alvo, 15 metros de Mulher, O Cemitério Maldito 2, Solar Crisis e O Mago da Velocidade e do Tempo. Ele também foi o diretor de fotografia do videoclip de Michael Jackson Ghosts.

Carpenter começou sua carreira no início da década de 70 na KPBS-TV, em San Diego.

SIDNEY J. BARTHOLOMEW, JR. (desenhista de produção) volta a trabalhar com os Irmãos Farrelly depois da colaborações em Débi & Lóide, Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, Quem Vai Ficar com Mary?, Eu, Eu Mesmo e Irene, Diga que Não É Verdade e Osmosis Jones.

CHRISTOPHER GREENBURY, A.C.E. (editor) é mais um "aluno" da equipe de produção de Débi & Lóide, Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, Quem Vai Ficar com Mary? e Eu, Eu Mesmo e Irene. Seus outros filmes recentes são o premiado Beleza Americana - com o qual ganhou um BAFTA, bem como indicações ao Oscar e um A.C.E. - o ainda inédito Serendipity.

Ele começou sua carreira como montador assistente de filmes como O Dia do Gafanhoto, de John Schlesinger. Seu primeiro crédito de montagem veio com o filme O Irmão Mais Esperto de Sherlock Holmes, de Gene Wilder, com quem novamente trabalhou em A Dama de Vermelho, Lua de Mel Assombrada e O Maior Amante do Mundo, do qual também foi co-produtor. Ele é considerado um dos maiores montadores de comédia. Entre os seus mais de 30 créditos no cinema se destacam Corra que a Polícia Vem Aí 2 1/2, Karatê Kid 4 - A Nova Aventura, Máquina Quase Mortífera, Doctor Detroit e Suas Mulheres, O Luar dos Amantes e Apuros e Trapalhadas de um Herói.

PAMELA WITHERS (figurinista) trabalhou em cinco filmes dos Irmãos Farrelly. Foi supervisora de figurino em Débi & Lóide e Kingpin - Estes Loucos Reis do Boliche, passou a assistente de figurino em Quem Vai Ficar com Mary? e foi figurinista de Eu, Eu Mesmo e Irene, além de participar das seqüências de ação de Osmosis Jones.

Seus outros créditos recentes incluem O Casamento dos Meus Sonhos, Cara, Cadê Meu Carro e Nobody's Baby. Ela também trabalhou em The Suburbans e no piloto da série de TV Time of Your Life, estrelada por Jennifer Love Hewitt.

Withers iniciou a sua carreira trabalhando como assistente de guarda-roupa no filme vencedor do Oscar de Oliver Stone Nascido em 4 de Julho. Foi supervisora de guarda-roupa na comédia dos Irmãos Coen O Grande Lebowski e figurinista assistente em Paulie- O Papagaio Bom de Papo e Contragolpe. Entre os seus outros créditos destacam-se O Mentiroso, Esqueça Paris, Em Busca do Ouro Perdido e Kuffs - Um Tira por Acaso. Ela supervisionou o departamento de figurinos de Last of the High Kings e vestiu Madonna em dois projetos: Dangerous Games, de Abel Ferrara, e Corpo em Evidência, de Uli Edel.

IVY (trilha sonora original) é um trio sediado em Nova York, formado pelo líder e cantor Dominique Durand e dos multiinstrumentalistas Andy Chase e Adam Schlesinger. Seu mais recente álbum, "Long Distance", deu seqüência ao muito elogiado "Apartment Life", à estréia do grupo em formato EP, com "Lately", e ao primeiro álbum, "Realistic".

Além do IVY, Chase e Schlesinger ainda conseguiram participar de vários projetos incríveis: o primeiro produziu o álbum de estréia do quinteto francês Tahiti 80, que foi um grande sucesso em muitos países, principalmente no Japão, o que, como conseqüência, resultou em várias outras produções para ele, incluindo trabalhar com a artista japonesa de vendagem multimilionária Chara - e muitos outros. Por sua vez, Schlesinger (que foi indicado ao Oscar pela canção-título para o filme de Tom Hanks de 1996 The Wonders - O Sonho Não Acabou) continua a compor e a tocar com Fountains of Wayne, bem como a produzir outros artistas, incluindo os próximos álbuns de The Verve Pipe, David Mead e They Might Be Giants. Os dois também reabriram o Stratosphere Sound, seu estúdio de gravação, num novo local em Manhattan.


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