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O Conde de
Monte Cristo |
Introdução
"Contos clássicos como O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo)
capturam a imaginação do público ao redor do mundo," diz o produtor Roger
Birnbaum. "Este filme tem todos os elementos vencedores do grandioso filme clássico,
porém renovados para o público contemporâneo. Este é o primeiro trabalho em algum
tempo, que combina realismo, ação e intriga. Também apresenta um elenco de primeira
linha, um diretor renomado, Kevin Reynolds, várias locações espetaculares e dramáticas
seqüências de aventura."
"O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é diferente das versões
anteriores," diz o produtor Gary Barber. "É diferente porque desenvolvemos
alguns eventos que estão no livro de forma mais detalhada do que os filmes anteriores,
foi uma licença de criação. Demos à história seu próprio sentimento. Os personagens
têm mais profundidade e são bastante similares aos do livro."
"Contar uma história não é simplesmente fazer ação, é também os
personagens," acrescenta o escritor Jay Wolpert. "Temos um Conde de Monte
Cristo, com toda a infra-estrutura, toda a motivação e todo o caráter de o Conde de
Monte Cristo de Robert Donat, mas temos também a ação que o público de hoje está
acostumado."
O renomado diretor Kevin Reynolds lidera o projeto dando ênfase ao realismo, a ação
e a personagens fortemente desenvolvidos. O produtor Gary Barber, que já havia trabalhado
como produtor executivo em Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of
Thieves), estava familiarizado com o trabalho do diretor. "Eu acho Kevin um excelente
cineasta," diz ele. "Demonstrou isso em todos os seus filmes e Robin Hood - O
Príncipe dos Ladrões foi um filme fantástico de ação, repleto de personagens
envolventes."
Para Reynolds, trabalhar em um conto épico como O Conde de Monte Cristo (The Count of
Monte Cristo) foi uma proposta a qual ele não podia recusar. "O título é muito
conhecido em todo o mundo, o que traz ao filme uma audiência automática," diz ele.
"Tem todos os elementos de uma história envolvente: amizade e traição, amor e
mágoa, ação e aventura".
"Achei que seria enriquecedor fazer algo com uma história clássica tão
famosa," continua Reynolds. "Então li o livro para saber do que se tratava
realmente e descobri que o trabalho seria muito mais difícil do que pensava porque o
livro é muito denso. Tínhamos que transformá-lo em algo mais cinemático."
Barber concorda. "Eu acho um conto magnífico. Tem também romance e um pouco de
comédia e os temas sobre vingança e traição levam a um entretenimento envolvente. O
livro sobreviveu ao teste do tempo e achamos que o momento seria certo porque não se faz
um filme sobre o Conde de Monte Cristo há muito tempo."
"Muitas pessoas me perguntam sobre o que falam os meus filmes", destaca Kevin
Reynolds. "Acho que tenho obsessão pela perda da inocência. Há um pouco disso em
todos os filmes que já fiz. Talvez seja isso que exista para mim em O Conde de Monte
Cristo (The Count of Monte Cristo). Um jovem inocente e bem intencionado, que é usado por
um bando de pessoas cruéis. Ele retorna e tenta se vingar porque acha que isso o
confortará e o fará seguir a vida normalmente. Mas a vingança satisfaz? Como diz o
personagem de Richard Harris: 'É uma comida que leva muito tempo para ser preparada, mas
raramente é comida.' Então, é isso que este filme fala, da jornada de um homem em busca
de vingança."
SOBRE A PRODUÇÃO
Durante a escolha para o elenco de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo),
a prioridade era fazê-lo o mais contemporâneo possível. "Estávamos procurando
novos talentos," conta Gary Barber. "Jim Caviezel estava soberbo em Além da
Linha Vermelha (The Thin Red Line) e Guy Pearce estava excepcional em L.A Cidade Proibida
(L.A. Confidential). Guy também havia demonstrado sua popularidade na Europa, na novela
australiana Neighbors, e é um ator maravilhoso."
"Nós queríamos um elenco jovem, talentoso e agradável para os olhos - sangue
novo para fazer um visual espetacular," concorda Roger Birnbaum. Com a deslumbrante
novata Dagmara Dominczyk como Mercedes e o legendário ator Richard Harris como Abade
Faria, os papéis principais já estavam definidos.
O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é a história da trajetória de um
homem pelos cantos obscuros de sua alma. "A forma como me identifiquei com o papel
foi através da noção da perda da fé, do ódio a Deus e depois o retorno, para
encontrar novamente a paz," fala Jim Caviezel de seu personagem, que passa do
idealismo brilhante para a vingança fria. "É a passagem pelo inferno para se tornar
um homem melhor. O jovem Edmond Dantes começa como alguém que vê o mundo basicamente
como bom, como uma criança o vê, e então, gradualmente muda. Este homem se torna
vítima das circunstâncias e não entende porque coisas assim puderam acontecer com ele.
Eu tento relacionar com alguns elementos da minha própria vida."
Apesar das muitas versões anteriores do clássico romance de Dumas, Caviezel optou por
não assistir a nenhum deles e interpretar seu personagem literalmente como o do livro.
"Não assisti a nenhuma das versões de O Conde de Monte Cristo (The Count Of Monte
Cristo) porque não queria me influenciar," afirma ele. "Eu sou um mímico. Se
vejo uma pessoa, inconscientemente pego os trejeitos que mais gosto. Então, se eu
assistisse, digamos, Richard Chamberlain ou Gérard Depardieu, talvez eu usasse certas
coisas. E as pessoas iriam dizer, 'Oh, é o Depardieu.' Então eu tentei seguir o máximo
que pude o que estava no livro."
Caviezel fez muitas pesquisas históricas relativas à época. "Eu estudei muito
sobre Napoleão e sua vida," conta ele, "de onde veio na Córsega, sua época na
escola militar da França e como ficou abaixo dos outros homens de sua seção. Pude
relacionar isto com minha própria vida quando mudei para uma escola na qual não me
adaptei. Então, peguei isso e fiz um paralelo com o personagem."
Guy Pearce, o versátil ator de L.A. Cidade Proibida (L.A. Confidential), Priscilla - A
Rainha do Deserto (Priscilla, Queen of the Desert) e de Amnésia (Memento), é o inimigo
de Edmond Dantes, Fernand Mondego. "Adorei Guy em L.A Cidade Proibida (L.A.
Confidential)," diz Kevin Reynolds. "Ele é um ator consumado e entra na pele
dos personagens que interpreta". Eu queria alguém com essa habilidade para fazer
Fernand, e ele não decepcionou de jeito algum. Ele é muito divertido de se
assistir."
Mondego é um vilão complexo e seu relacionamento com Edmond Dantes é um contraste
curioso do personagem. "Neste filme, tomamos a liberdade de fazer os dois personagens
serem amigos de infância, então há algo mais para arriscar no relacionamento. No
extraordinário romance de Dumas, os dois mal se conheciam," diz Guy Pearce.
"Fernand é um jovem que está apaixonado por Mercedes, mesmo sabendo que ela ama
outro e entãofaz o que pode para eliminar seu concorrente. Da mesma forma, em nossa
história, o ciúme de Fernand o leva a cometer o mesmo ato desleal, mas com um conflito
adicional de trair um amigo."
Interpretar um jovem que salva a vida de Edmond e depois a rouba dele, foi um desafio
emocionante para Pearce. "Ele é uma pessoa que tem tudo: posição social, dinheiro,
tudo o que quer e, mesmo assim, se sente totalmente infeliz," diz. "Já Edmond
Dantes, seu amigo de longa data, não tem posses, só o amor de Mercedes, uma natureza
honesta e sincera e a felicidade - são as fontes de frustração e inveja do pobre
Fernand, que também sofre por ser muito crítico e intransigente".
"Ainda criança, passei vários anos em uma escola particular bastante
aristocrática e exclusiva, onde as crianças ficavam expostas a uma natureza muito
pomposa e abastada e isso não era incomum," conta Pearce. "Eu não me adaptei
ao esquema, entretanto, me deu o entendimento da competição cruel, do comportamento
condescendente, e um nível particular de egoísmo apropriado à interpretação de
Fernand."
"Se Fernand se sente culpado pelo o que aconteceu a Edmond, bem como amargo e
invejoso, ele consegue reprimir e foge como um tolo, o que o torna uma pessoa ainda mais
feia, tanto mentalmente quanto fisicamente. Basicamente a aparência física de uma pessoa
com mais idade é a representação de seu estado mental. Foi importante criar aquele
visual doentio e envelhecido para Fernand quando o vemos mais tarde no filme. Por mais que
tente manter um ar de superioridade através de suas atitudes e aparência, seu visual o
trai. Ele exagerou com as mulheres, os vinhos e outros vícios extravagantes. Seu
entendimento de ser o pavão que deveria ter sido só aumenta a vergonha do personagem. É
uma história é sobre vingança. Eu quero que o público faça o máximo de julgamentos
de Fernand, para que também queira se vingar dele."
Jim Caviezel e Guy Pearce passaram um mês fazendo treinamento intensivo para as
seqüências de ação, aprendendo como usar a espada e a lutar de modo apropriado.
"Treinamos pelo menos 3 horas por dia, todos os dias, além de todo o treinamento que
fizemos sozinhos," diz Caviezel. "Não é uma dessas coisas que se pode chegar,
exercitar e ir embora. É preciso fazer no seu próprio tempo, trabalhar para chegar a um
ponto onde você não pensa, só reage. E filmar a última cena em especial na plantação
de trigo foi extremamente difícil e escorregadio."
parei
"O bom de trabalhar com Guy é que fizemos nosso treinamento de esgrima juntos,"
continua Caviezel. "Você conhece muito dele, o quanto ele trabalha e o quanto é
disciplinado. Ele trabalha muito. É um ótimo atleta e um ator incrível."
"Na verdade, aprendi esgrima quando tinha uns 11 anos," conta Pearce.
"Eu era bastante bom, eu acho. Entrei em competições e ganhei algumas medalhas. Mas
não acho que nada disso me ajudou quando estava fazendo o filme. Percebi que havia
esquecido tudo e tive que começar do início - tudo tinha acabado 20 anos atrás,
imagino! É um esporte muito delicado. Há muitos detalhes específicos nos quais você
precisa se concentrar."
Dagmara Dominczyk conhecia a clássica história de Dumas do tempo da escola.
"Nós lemos O Conde de Monte Cristo no segundo grau. Eu adorei a história, é cheia
de intriga, romance e é muito inteligente.
"Eu gosto do fato de Mercedes ter sido descrita no roteiro como sendo inteiramente
feminina, mas ela também é capaz de ser forte em sua vulnerabilidade," diz a atriz
polonesa. "Ela está disposta a fazer concessões, mas vê a força do sacrifício.
Também gosto do fato de mostrarem sua trajetória desde quando era uma menina de 18 anos,
apaixonada por este homem o tempo todo, mesmo depois de passar por tudo o que
passou."
Para a atriz de treinamento clássico, a transformação da idealista jovem de 18 anos
em uma mãe e esposa endurecida pela vida foi um desafio. "Quando você vê Mercedes
no início, ela tem o mundo todo na palma da mão e é cheia de esperança, luz e
alegria," diz Dagmara. "Ela tem o homem com quem quer se casar, eles vão
comprar uma casa e planejam ter filhos. Este mundo ideal está na ponta de seus dedos, mas
tudo é retirado dela."
"Eu me imagino com 18 anos lidando com um amor, mas é também uma questão
física, a voz e as roupas que uso. Nós criamos uma menina adorável e angelical. Mas
Mercedes é também geniosa, não uma flor, ela tem força e momentos de raiva e você
pode dizer que ela tem um temperamento difícil. Então, tive que pular 10, 11, 12 anos e,
por causa da minha vida em casa e de experiências pessoais, posso interpretar a
maturidade, o senso de responsabilidade que vem junto com as atividades do lar."
Uma grande ajuda para a jovem atriz foi o diretor Kevin Reynolds. "Havia uma
enorme sensação de confiança entre nós," afirma Dagmara. "Kevin confiou a
personagem a mim e confiou na forma como a criei. Filmamos uma cena bastante comovente, na
festa de aniversário de Albert, meu filho no filme, quando percebo que o Conde é Edmond
e espero por ele na carruagem. É uma cena muito emocionante e por isso repetimos algumas
vezes. Kevin vinha e cochichava no meu ouvido para mudar o tom aqui ou ali. Ele foi como
um condutor e é muito sucinto na sua direção. Ele dizia uma palavra ou uma frase e eu
conseguia fazer do modo correto. É a natureza do nosso relacionamento. Por confiar nele,
fui capaz de ouvir sua direção, visualizá-la e fazer corretamente. É maravilhoso
porque ele me deixa improvisar e quando eu preciso da ajuda dele, ele está lá."
Do mesmo modo, ela elogia seus co-astros. "Adoro trabalhar com Jim e Guy porque
eles têm personalidades distintas como seres humanos e, como atores, suas técnicas
também são diferentes. Jim é como um engenheiro: trabalha vagarosamente e é
introvertido, mas assim que a câmera é ligada ele está lá com você. Seu olhar é
muito intenso, aqueles grandes olhos azuis dão a você tudo o que precisa. Guy é mais
espontâneo, fala sobre a cena e faz. É um grande entusiasmo ter dois protagonistas
igualmente maravilhosos para contracenar. Faz meu trabalho muito mais fácil."
O legendário ator irlandês, Richard Harris, interpreta o companheiro de prisão e
mentor de Dantes, o sábio Abade Faria. "Foi um grande privilégio trabalhar com
Richard Harris, depois de assistir a muitos de seus filmes durante 35 anos," afirma
Kevin Reynolds. "Estar no set e trabalhar com um homem assim é simplesmente
incrível. Como todos os profissionais ele sabe o que funciona para ele. O tom que pode
dar a um momento é algo tremendo. Só um olhar, um gesto ou a inflexão de uma palavra
pode dizer muito e isso vem de sua grande experiência."
"Richard Harris é um ícone," diz Barber sobre o ator irlandês. "Se
você olhar para o Abade e perguntar quem seria o ator perfeito para este papel, seria
Richard Harris. Não é preciso nem vesti-lo, ele pode interpretar de qualquer jeito.
Tivemos muita sorte de tê-lo neste trabalho, e isso torna o elenco extraordinário."
"Eu gostei do roteiro e do personagem," Richard Harris fala do Abade Faria,
um personagem para o qual construiu a própria história antes de ir para a prisão.
"O Abade era um idealista quando jovem e estava no exército de Napoleão. Tinha
sonhos republicanos. Então, numa noite, recebeu ordens para cometer um ato de atrocidade
e desumanidade. Mais tarde ele se arrepende, deserta do exército e se torna padre. Tudo
isso aconteceu antes da história do filme começar.
"Antes de ser padre, ele se torna secretário particular de um homem muito rico. O
homem morre, deixando enterrado um enorme tesouro. Napoleão acha que o secretário
particular sabe sua localização. Na verdade, ele sabe, mas não diz onde o tesouro
está. Então ele é jogado na prisão. O novo regime também acredita na lenda sobre a
fortuna e vai atrás dele. Mesmo assim ele não revela onde está o tesouro por que acha
que, seja lá onde estiver, o tesouro que foi deixado deve ser usado por boas razões e
bons motivos."
É quando o público o encontra no filme. O abade vem cavando um túnel para escapar,
mas devido a um erro de cálculo entra na cela de Edmond Dantes. Os homens iniciam uma
forte amizade. "O abade ensina Dantes economia e matemática, mas também o ensina a
ser civilizado e esquecer a vingança," continua Harris. "Acho que se o abade
conseguisse escapar teria sido um homem como Nelson Mandela. Encontrei Mandela uma vez e
fiquei muito impressionado. Perguntei a ele: 'O senhor era um homem violento e agora é
contra a violência? Acha que foi por ter ficado tanto tempo preso?' E ele respondeu:
'Sim, acho que sim.' Se o abade tivesse sobrevivido, teria se tornado uma pessoa desta
natureza."
A locação principal de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) foi a
Irlanda. Aqui, o estúdio Ardmore foi o local de construções elaboradas, entre elas a
escadaria do Castelo de D'If, o interior luxuoso da mansão dos Mondego e o terrível
interior do Castelo de If. Outra importante locação foi a ilha de Malta, escolhida
principalmente devido à arquitetura de suas construções. "Queríamos dar um
sentimento autêntico e ao mesmo tempo fomos prudentes fisicamente," comenta Gary
Barber sobre as locações. "A Irlanda nos deu os elementos em locação e também
tivemos grande apoio do pessoal local. Malta foi escolhida por seu visual e localização
- nos deu uma visão panorâmica do porto e também foi financeiramente efetiva."
Encontrar o porto foi o problema inicial e só depois de viajar pela Itália e França
foi que Kevin Reinolds e o desenhista de produção Mark Geraghty descobriram o porto de
Marselha de 1814 no histórico estaleiro. "Todos os lugares no resto da Europa haviam
sido tomados pela arquitetura moderna, mas Malta ainda tinha um visual raro com todos os
antigos fortes feitos de grandes blocos de pedra," explica Reynolds. "É um
local muito raro e não consigo lembrar de outro lugar onde pudéssemos achar um visual de
um porto do Mediterrâneo ao redor de 1815. Tivemos uma sorte extraordinária."
"A arquitetura é quase perfeita," acrescenta Geraghty. "Há um amplo
porto no qual podemos usar grandes navios e há poucos portos no mundo nos quais se pode
fazer isso. Então, assim que o porto foi escolhido nós planejamos tudo o mais ao redor
dele."
De recortes de jornais a fontes na internet, de livros da época em Roma, Paris e
Marselha a filmes anteriores do Conde de Monte Cristo, a equipe de desenho de produção
mergulhou em detalhes para assimilar todas as informações, antes de iniciar os trabalhos
e criaram um novo visual para O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo).
"Vimos artistas como Turner e Canaletto," conta Mark Geraghty. "Para
obtermos o contraste tão importante no estilo de vida, entre Edmond antes de ser preso
junto com seu "melhor amigo" Fernand e depois de ter passado 13 anos
encarcerado, fizemos o contraste disso com a total opulência fora da prisão."
A ilha de Comino, fora de Malta, foi o local perfeito para o infame Castelo de If, pois
possuía um castelo no topo de um vertiginoso penhasco. Na base do penhasco, a cento e
sessenta pés abaixo, há uma caverna que serviu como a entrada da prisão. "Foi
inacreditável," relembra Geraghty. "Na verdade nós mudamos o roteiro depois de
encontrar este lugar. Fomos a Comino em busca da ilha de Monte Cristo, para a cena onde
procuram o tesouro e foi quando nos deparamos com este local. Ficamos boquiabertos e quase
pulamos dentro d´água. Se tivesse sido construído, não teria ficado melhor. Então,
filmamos todas as cenas da prisão nesta locação. Ao invés de jogar os corpos da
muralha da prisão, como havia sido originalmente escrito, eles iam até a beira do
penhasco e jogavam os corpos de lá. É muito mais dramático."
Além do Castelo de If, outro importante cenário foi a suntuosa mansão dos Mondego,
uma detalhada recriação luxuosa e imponente de uma mansão de época de Paris. "No
início da produção, levei o desenhista Mark Geraghty à Malta," recorda Kevin
Reynolds. "No caminho de volta, passamos por Paris e eu mostrei a ele um lugar que
havia visto uns dois anos antes e pedi que o duplicasse para o interior na mansão dos
Mondego. Mark fez um trabalho fantástico. É bastante imponente e um dos mais belos
cenários que já filmei."
Mark Geraghty relembra a busca pela mansão dos Mondego. "Quando me decidi por
Malta, Kevin me disse que tinha uma vaga lembrança deste local em Paris e que seria o
visual ideal para o palacete dos Mondego. Fomos até lá e almoçamos no local. Assim que
chegamos, vi exatamente o que Kevin queria e sabíamos que não encontraríamos esta
locação em Malta ou na Irlanda. Decidimos pela construção em estúdio porque as cenas
feitas lá seriam bastante complicadas. Todas as festas e a iluminação com velas."
A esplendorosa opulência do palacete dos Mondego foi totalmente recriada, com todos os
magníficos detalhes parisienses no estúdio Ardmore.
O figurinista Tom Rand tem experiência com figurinos da era napoleônica, tendo
trabalhado no filme de Ridley Scott, Os Duelistas (The Duellists), que foi seu primeiro
crédito cinematográfico. "Isso foi há 23 anos e espero que tenha aprendido muito
nesse tempo," diz ele. "Agora, no meu ponto de vista, posso contar a história
com figurinos muito melhores do que naquela época. Meu objetivo é que o figurino reflita
o personagem porque não são figurinos, são roupas e as roupas ajudam os atores a
desenvolverem o personagem."
Durante a produção de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), o
guarda-roupa teve papel importante, já que os três personagens centrais passam por
mudanças dramáticas. "O figurino é algo crucial em um filme como este,"
concorda Kevin Reynolds. "É preciso que os personagens se manifestem através do
guarda-roupa, mas também é preciso ser algo grandioso. Uma das coisas que disse a Tom
foi que quando Edmond Dantes voltasse como Conde, ele teria que ser uma pessoa que
chamasse a atenção quando entrasse em algum lugar. Ele tinha que ser imponente."
"O aspecto complicado em Edmond foi como recriá-lo totalmente na pele do Monte
Cristo," diz Rand. "De fato eu não queria impor ao ator algo que fosse muito
espalhafatoso. Trabalhei muito com retratos do período. Lorde Byron foi ao Oriente
Próximo e usou turbantes e trajes ocidentais e isso foi meu ponto de partida para o
Conde."
Na outra ponta está Fernand Mondego, um homem rico e petulante. "Ele parece um
regente extravagante daquela época, como as pinturas de Beau Brummel," explica Rand.
"É um homem que ama a si mesmo e à sua própria imagem mas faz isso de um modo
errado. Ele bebe muito, usa roupas finas, mas as trata com desdém e tem uma aparência
abastada em muitos sentidos, mas de uma forma descuidada."
Para o elenco e a equipe de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), a
atenção com a época foi o ponto central. "Eu sempre achei que o detalhe é
absolutamente tudo porque é o detalhe que dá o sentido de realidade que você pode dar
ao romance," diz o figurinista Rand. "Se você tentar partir para algo
espalhafatoso, excessivo, se fizer algo sem a realidade, acabará parecendo um daqueles
filmes de Hollywood da década de 30. É preciso fazer a realidade e, a partir da
realidade, seguir em frente. O falso nunca é interessante, o real é interessante."
SOBRE O ELENCO
JIM CAVIEZEL estrela como Edmond Dantes, o homem que perde treze anos de sua vida só
para escapar do Castelo de If, com a mente transtornada e com desejo de vingança no
coração.
Caviezel cresceu na área rural de Mt. Vernon, em Washington, onde sonhava desde a
infância em se tornar jogador profissional de basquete. Mas, devido a uma contusão
durante os treinos e ao talento que tem para mímica, foi levado a atuar e conseguiu uma
participação especial em Garotos de Programa (My Own Private Idaho), depois de fingir
ser um imigrante italiano durante o teste. Em 1993, foi aceito na Juilliard School for the
Performing Arts, mas optou por Hollywood e um pequeno papel em Wyatt Earp (Wyatt Earp).
Morando em Los Angeles, Caviezel trabalhava como garçom e visitava os estúdios esperando
por sua grande chance. Depois de seis meses, quando já estava pronto para fazer as malas,
Michael Ritchie ofereceu-lhe um pequeno papel em Diggstown. Mas foi o legendário diretor
Terrence Malick que realmente lançou sua carreia transformando um ator relativamente
obscuro em um astro no filme épico sobre a Segunda Guerra Mundial, Além da Linha
Vermelha (The Thin Red Line). Desde então, a emocionante interpretação de um homem que
vive entre o céu e o inferno, levou Caviezel a estrelar vários longas-metragens,
incluindo: Cavalgada Com o Diabo (Ride With The Devil), de Ang Lee; Alta Frequencia
(Frequency), com Dennis Quaid; A Corrente do Bem (Pay it Forward), de Mimi Leder e, com
Jennifer Lopez, em Olhar de Anjo (Angel Eyes). No fim deste ano, ele atuará em High
Crimes para o diretor Carl Franklin.
Depois de salvar a vida de Edmond, Fernand Mondego, interpretado por GUY PEARCE, revela
seu verdadeiro caráter quando conspira para a prisão de seu amigo na ilha do Castelo de
If e rouba sua noiva.
Nascido na Inglaterra e criado na Austrália, o ator começou sua carreira profissional
aos 18 anos, interpretando Mike Young na série australiana de sucesso mundial, Neighbors.
Aos 11 anos, sem saber que a carreira de ator faria parte integral de sua vida, Pearce
associou-se a várias companhias de teatro amador, atuando em inúmeras produções, entre
elas: Aladdin (Aladdin), O Rei e Eu (The King and I), O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) e
Um Violinista no Telhado (Fiddler On The Roof), em sua cidade natal Geelong, Victoria.
Durante os quatro anos em que atuou em Neighbors, Pearce fez pequenas participações no
cinema em Heaven Tonight, Hunting, e em Errol Flynn - Meu Ídolo Esquecido (My Forgotten
Man), no qual interpretou o notório e infame Errol Flynn.
Foi seu desempenho notável de uma "drag queen" em Priscilla - A Rainha do
Deserto (Priscilla, Queen of the Desert) que chamou a atenção do mundo do cinema. Desde
então, continuou interpretando diversos papéis, tais como: o policial ambicioso Ed Exley
em L.A. - Cidade Proibida (L.A. Confidential), de Curtis Hanson; o relutante capitão do
exército, Boyd, em Mortos de Fome (Ravenous), de Antonia Bird; um aspirante a cantor,
contracenando com Lili Taylor em A Slipping-Down Life, de Toni Kalem e Biggs e um promotor
da Marinha em Regras da Vida (Rules of Engagement), de William Friedkin. Mais recentemente
atuou em Amnésia (Memento), de Christopher Nolan e no filme australiano Till Human Voices
Wake Us, com Helena Bonham Carter. Em breve estrelará na nova versão para o cinema de
The Time Machine e no filme australiano The Hard Word, com Rachel Griffiths.
DAGMARA DOMINCZYK interpreta Mercedes, a linda namorada de Edmond Dantes que mais tarde
se casa com o maquiavélico e charmoso Mondego. Entre seus créditos cinematográficos
estão Rock Star e They, que será lançado em 2002. Dominczyk estreou profissionalmente
em 1998, como substituta do papel principal de Alice, na produção da Broadway, Closer.
Atuou inúmeras vezes contracenando com Natasha Richardson, recebendo elogios da crítica.
Dominczyk, que é polonesa, mudou-se para Nova York aos 7 anos de idade. Cursou a High
School of Performing Arts, onde recebeu o prestigioso prêmio La Guardia Alumni de Melhor
Atriz. Em seguida, ganhou uma bolsa de estudos da Universidade Carnegie Mellon e formou-se
em 1998 com BFA em Interpretação, ganhando vários prêmios, incluindo o John Arthur
Kennedy Award de Interpretação e o Andrew Carnegie Presidential Scholar. Como
protagonista da CMU, entre os papéis que interpretou estão: Tracy Lord em The
Philadelphia Story; Marie em Woyzeck; o papel-título em Medéia (Medea); Susan em As
Crônicas de Heide (The Heidi Chronicles); Helena em Look Back In Anger e Olivia em
Twelfth Night.
RICHARD HARRIS nasceu para interpretar o papel do Abade Faria, o filosófico
companheiro de prisão de Edmond Dantes em O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte
Cristo).
O ator veterano tem uma longa e variada carreira, marcando sua presença pela primeira
vez com o personagem Frank Machin, o torturado jogador de rugby de This Sporting Life, de
Lindsay Anderson. Esta interpretação trouxe a Harris sua primeira indicação ao Prêmio
da Academia de Melhor Ator em 1964 e ao prêmio de Melhor Ator do Festival de Cinema de
Cannes no mesmo ano. Desde então, seus créditos no cinema incluem desde Shake Hands With
the Devil, com James Cagney a filmes como Juramento de Vingança (Major Dundee), The Molly
Maguires, Um Homem Chamado Cavalo (A Man Called Horse), Selvagens Cães de Guerra (The
Wild Geese), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Os Imperdoáveis (Unforgiven), Um
Adolescente em Apuros (Trojan Eddie), Cry The Beloved Country, To Walk With Lions e
Gladiador (Gladiator). Harris interpretou Caim em A Bíblia (The Bible), Rei Arthur em
Camelot (papel pelo qual ganhou o Globo de Ouro e reprisou no palco e na televisão), o
papel-título em Cromwell (Cromwell), Rei Ricardo em Robin e Marian (Robin and Marian) e
Gulliver em As Viagens de Gulliver (Gulliver's Travels).
Foi co-produtor executivo de Echoes Of A Summer e Return Of A Man Called Horse e fez
sua estréia como diretor em Bloomfield (Bloomfield), indicado ao Globo de Ouro de Melhor
Filme Estrangeiro. Sua segunda indicação ao Oscar® foi por seu desempenho como Bull
McCabe em Terra da Discórdia (The Field), de Jim Sheridan e um de seus papéis favoritos
é o do calado Frank, contracenando com Robert Duvall, em Recordações (Wrestling Ernest
Hemingway). No último outono, Harris interpretou Albus Dumbledore, o mestre de Hogwarts,
em Harry Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter and the Sorcerer's Stone). Reprisará
este papel no próximo outono em Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the
Chamber of Secrets). Mais recentemente, trabalhou em The Pearl, de John
Steinbeck.
Inclui entre seus créditos na televisão O Corcunda de Notre Dame (The Hunchback of
Notre Dame), The Great Kandinsky e Maigret, The Return.
Foi o número um das paradas de sucesso com a gravação da música MacArthur Park
(indicada a quatro prêmios Grammy) e ganhou um Grammy na categoria Artes Faladas com
Jonathan Livingston Seagull. Escreveu a coletânea de poesias, intitulada "In the
Membership of My Days" e em breve serão publicados seu segundo livro de poesias, um
livro de contos e sua autobiografia "People I Did, People I Didn't".
LUIS GUZMAN interpreta Jacopo, o braço direito de Edmond Dantes. O início de sua
longa e variada carreira data de meados dos anos 70 quando fez um pequeno papel no drama
Short Eyes. Desde então, atuou em vários filmes aclamados pela crítica, incluindo: O
Pagamento Final (Carlito´s Way), junto com Al Pacino; os dramas aclamados de Paul Thomas
Anderson Boogie Nights - Prazer sem Limites (Boogie Nights) e Magnólia (Magnolia); os
thrillers Irressistível Paixão (Out of Sight), The Limey (pelo qual foi indicado ao
Independent Spirit Award); Traffic (Traffic), de Steven Soderbergh; Sem Lei, Sem Justiça
(Q&A), de Sidney Lumet; Justiça Corrupta (True Believer), de Wesley Strick; Olhos de
Serpente (Snake Eyes), de Brian De Palma e O Colecionador de Ossos (The Bone Collector),
contracenando com Denzel Washington. Em breve será visto em The Salton Sea, com Val
Kilmer; em Pluto Nash, com Eddie Murphy e em X-4, com Adam Sandler.
Guzman também fez participações memoráveis em séries de televisão de sucesso,
tais como: Oz, New York Undercover, NYPD Blue, Homicide: Life On The Streets e Miami Vice.
JAMES FRAIN interpreta o vilão Villefort, o chefe magistrado que conspira com Fernand
Mondego para enviar Dantes para o Castelo de If, visando proteger seus próprios
interesses.
Mais conhecido por seu desempenho como Daniel Barenboim em Hilary e Jackie (Hilary and
Jackie), Frain atuou recentemente como o namorado de Natalie Portman em Onde Está o
Coração (Where the Heart Is), como o companheiro de cela de Ben Affleck em Jogo Duro
(Reindeer Games) e como o irmão de Ralph Fiennes em Sunshine - O Despertar de Um Século
(Sunshine).
Interpretou o sinistro Alvaro em Elizabeth (Elizabeth), o papel-título em Vigo, da
FilmFour e o protagonista no filme aclamado pela crítica, Nada Pessoal (Nothing
Personal), de Thaddeus O'Sullivan. Contracenou duas vezes com Anthony Hopkins, em Terra
das Sombras (Shadowlands), de Richard Attenborough e em Titus, de Julie
Taymor.
Entre seus créditos na televisão estão O Suspeito 3 (Prime Suspect III), The
Buccaneers, e no papel de Macbeth em Macbeth on the Estate, para a BBC. No teatro, atuou
na Royal Shakespeare Company, no Almeida Theater, na Peter Hall Company e no Royal Court.
Em breve estrelará Armadillo, para A&E e Patch of War, de John Frankenheimer, para a
HBO. Atualmente está estrelando Rei Lear (King Lear), no Almeida Theatre de Londres.
O personagem Albert, filho de Fernand Mondego, HENRY CAVILL marca sua passagem para as
grande produções. O ator inglês de 17 anos nascido em Channel Island of Jersey foi
protagonista nas produções da Stowe School, onde interpretou papéis como Oberon em A
Midsummer Night's Dream, como Sonny no musical Grease e como Hamlet em 40 Minutes, o qual
também dirigiu. Desde O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), Cavill já
estrelou Laguna, contracenando com Joe Mantegna e concluiu recentemente as filmagens de I
Capture the Castle, no papel de Stephen, o protagonista romântico.
ALBIE WOODINGTON interpreta o amargo e perverso Danglars, o primeiro imediato do navio
Faraó, que se sente usurpado por Edmond Dantes e trama sua destruição.
Depois de estudar na Royal Academy of Dramatic Arts de Londres, Albie Woodington
embarcou numa ampla carreira teatral com companhias como a Royal Shakespeare Company, a
The Royal National Theatre e a West End, junto com figuras notáveis como Sam Mendes, Sir
Peter Hall, Mark Rylance, Alan Ayckbourn e Pete Postlethwaite. Alguns de seus papéis
favoritos foram: o personagem principal Plato, escrito especialmente para ele em Cardboys;
MacDuff em Macbeth; Vladimir em Waiting For Godot; Able Drugger em O Alquimista (The
Alchemist) e Pistol em Henry IV Part 2.
Entre seus trabalhos na televisão inclui participações como astro convidado nas
séries: Brother Cadfael, Corações em Trânsito (Pie in the Sky), Wycliffe, The Bill e
The Hunt. Entre seus longas-metragens estão: Época de Traição (Age of Treason), O 13o
Guereiro (The Thirteenth Warrior) e Lancelot - O Primeiro Cavaleiro (The First
Knight).
MICHAEL WINCOTT interpreta Dorleac, o sádico administrador da prisão do Castelo de
If, que é tão prisioneiro quanto os homens que tortura.
Entre os créditos cinematográficos do ator americano estão: Talk Radio (Talk Radio),
Nascido em 4 de Julho (Born on the Fourth of July), Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões
(Robin Hood, Prince of Thieves), The Doors (The Doors), A Conquista do Paraíso (1492:
Conquest of Paradise), O Sangue de Romeu (Romeo is Bleeding), Os Três Mosqueteiros (The
Three Musketeers), O Corvo (The Crow), Dead Man (Dead Man), Basquiat - Traços de uma Vida
(Basquiat), O Negociador (Metro), Alien - A Resurreição (Alien Resurrection), Sangue da
Noite (Gun Shy), Antes de Anoitecer (Before Night Falls) e A Teia de Aranha (Along Came A
Spider).
Na Broadway, atuou na premiere americana de Secret Rapture, de David Hare (dirigido por
Hare) e em Seriou Money, de Caryl Churchill. Off-Broadway, criou o papel de Kent em Talk
Radio (Talk Radio), de Eric Bogosian e foi Stubbs em States of Shock, de Sam
Shepard.
ALEX NORTON ator com vasta experiência na interpretação de personagens, estrela como
Napoleão Bonaparte, o imperador exilado.
Entre seus trabalhos no cinema estão: Coração de Caçador (White Hunter, Black
Heart), Conforto e Prazer (Comfort & Joy), Momentos Inesquecíveis (Local Hero) e
Gregory's Girl, de Bill Forsyth; Jogos Patrióticos (Patriot Games), Indian Warrior,
Coração Valente (Braveheart), Laura - A Voz de Uma Estrela (Little Voice), Complicity e
Creatures. Na televisão trabalhou em Bergerac, Sutherland's Law, This Man Craig, Dr.
Finlay's Casebook, Deacon Brodie, Orphans, Renford Rejects e Extremely
Dangerous.
No teatro interpretou Puck em A Midsummer Night's Dream, Achimed em The Tax Exile, Dame
em Cinderella, McCann em The Birthday Party e Tom em The Glass Menagerie.
SOBRE OS CINEASTAS
KEVIN REYNOLDS (Diretor) nasceu em San Antonio, no Texas. Depois de formado pela
Universidade Baylor em direito, escreveu discursos para o então governador do Texas.
Após alguns anos optou por seguir uma carreira no cinema e inscreveu-se na escola de
cinema da Universidade do Texas em Austin e depois na escola de cinema da Universidade da
Califórnia do Sul. Sua tese escrita, intitulada Ten Soldiers foi mais tarde dirigida por
John Milius e lançada sob o título Red Dawn. Steven Spielberg viu seu filme-tese Proof e
pediu a ele que escrevesse o roteiro de um longa-metragem. Este filme, Fandango
(Fandango), tornou-se a primeira incursão de Reynolds na direção de filmes e seu
primeiro trabalho em colaboração com Kevin Costner. Reynolds e Costner seguiram
trabalhando em Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of Thieves), Rapa
Nui - Uma Aventura no Paraíso (Rapa Nui) e O Segredo das Águas (Waterworld). A Fera da
Guerra (The Beast of War), o segundo filme de Reynold, e o seu favorito. Ele também é o
diretor de 187 - O Código (187), estrelado por Samuel L. Jackson.
ROGER BIRNBAUM (Produtor) fundou a Spyglass Entertainment com o sócio Gary Barber,
onde dividem os títulos de presidente e chefe executivo. A companhia desenvolve e
financia todos os seus projetos de forma independente.
Instinto (Instinct), estrelado por Anthony Hopkins e Cuba Gooding, Jr. e O Informante
(The Insider), estrelado por Al Pacino e Russell Crowe e dirigidos por Michael Mann foram
lançados pela Spyglass junto com O Sexto Sentido (The Sixth Sense), o enorme sucesso de
bilheteria, estrelado por Bruce Willis. Em 2000, a Spyglass lançou Bater ou Correr
(Shanghai Noon), a comédia de ação, estrelada por Jackie Chan e Owen Wilson e Tenha Fé
(Keeping the Faith), estrelado por Edward Norton, Ben Stiller e Jenna Elfman.
Recentemente, Birnbaum e Barber também foram produtores executivos de Corpo Fechado
(Unbreakable), o filme seguinte a O Sexto Sentido (The Sixth Sense), do cineasta indicado
ao Oscar, M. Night Shyamalan, e estrelado por Bruce Willis, Samuel L. Jackson e Robin
Wright Penn.
A Spyglass lançou recentemente Out Cold, uma comédia dirigida por Brendan e Emmett
Malloy. A Spyglass está atualmente em fase de pós-produção de Reign of Fire, uma
aventura futurista, filmada na Irlanda. Rob Bowman (Arquivo X) dirige o filme que é
estrelado por Matthew McConaughy (U-571 - A Batalha do Atlântico) e Christian Bale
(Psicopata Americano).
Atualmente, a companhia está produzindo The Farm, um thriller estrelado por Al Pacino
e Colin Farrell, com direção de Roger Donaldson (Treze Dias, Sem Saída) e em
pré-produção de Shanghai Knights, a seqüência de Bater ou Correr (Shanghai Noon),
dirigida por David Dobkin (Clay Pigeons).
Birnbaum e Barber são financiadores e detêm os direitos internacionais de Dragonfly,
dirigido por Tom Shadyac (Patch Adams - O Amor é Contagiante, O Mentiroso) e com Kevin
Costner no elenco. Eles também detêm os direitos internacionais de Abandon, estrelado
por Katie Holmes e Benjamin Bratt. Steve Gaghan, roteirista de Traffic (Traffic) é o
diretor.
Antes de fundar a Spyglass Entertainment e ainda na Caravan Pictures (a companhia de
produção que ajudou a criar com o sócio Joe Roth) Birnbaum foi responsável por grandes
sucessos de bilheteria, tais como: A Hora do Rush (Rush Hour), Seis Dias, Sete Noites (Six
Days/Seven Nights), Gadget - Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget), Matadores em Conflito
(Grosse Pointe Blank), Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers), Os Anjos Entram em
Campo (Angels in the Outfield) e Enquanto Você Dormia (While You Were
Sleeping).
Antes de associar-se à Caravan, Birnbaum foi presidente mundial de produção e
vice-presidente executivo da Twentieth Century Fox, onde desenvolveu vários projetos,
entre eles: Rain Man (Rain Man), Esqueceram de Mim (Home Alone), Dormindo com o Inimigo
(Sleeping with the Enemy), Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), Top Gang - Ases
Muito Loucos (Hot Shots), Meu Primo Vinny (My Cousin Vinny), O Último dos Moicanos (The
Last of the Mohicans), Duro de Matar 2 (Die Hard 2), Uma Babá Quase Perfeita (Mrs.
Doubtfire) e muitos outros.
No início de sua carreira, produziu A Coisa Certa (The Sure Thing), dirigido por Rob
Reiner e O Jovem Sherlock Holmes (Young Sherlock Holmes), o qual apresentou em
associação com a Amblin Entertainment de Steven Spielberg. Para a televisão, foi
produtor executivo dos telefilmes Rede de Escândalos (Scandal Sheet), A Brande de Neve e
os Sete Anões (Happily Ever After), When Your Lover Leaves e do premiado All the Kids Do
It.
Nascido em Teaneck, Nova Jersey e tendo estudado na Universidade de Denver, Birnbaum
construiu uma carreira de sucesso como vice-presidente da A&M Records e da Arista
Records antes de entrar para o ramo da produção de longas-metragens.
GARY BARBER (Produtor) fundou a Spyglass Entertainment com o sócio Roger Birnbaum,
onde dividem os títulos de presidente e chefe executivo.
Em agosto de 1999, a Spyglass lançou o sucesso de bilheteria O Sexto Sentido (The
Sixth Sense), estrelado por Bruce Willis e Haley Joel Osment, cujo faturamento mundial
alcançou a marca de 661 milhões de dólares.
Na Spyglass, Barber produziu Tenha Fé (Keeping the Faith), uma comédia romântica,
estrelada por Ben Stiller, Edward Norton e Jenna Elfman e Bater ou Correr (Shanghai Noon),
uma comédia de ação, estrelada por Jackie Chan e Owen Wilson. Barber também foi
produtor executivo do filme de sucesso Corpo Fechado (Unbreakable), escrito e dirigido por
M. Night Shyamalan e estrelado por Bruce Willis.
Entre as futuras produções da Spyglass estão: Dragonfly, um thriller sobrenatural,
estrelado por Kevin Costner e dirigido por Tom Shadyac; Reign of Fire, um filme de
ficção científica, aventura e ação, dirigido por Rob Bowman de Arquivo X (X-Files);
Abandon, escrito e dirigido por Stephen Gaghan, ganhador do prêmio da Academia com
Traffic (Traffic); The Farm, estrelado por Al Pacino e Colin Farrell e dirigido por James
Foley e a seqüência de Bater ou Correr (Shanghai Noon), intitulada Shanghai
Knights.
Trabalhando há 18 anos na indústria do entretenimento, Barber foi diretamente
responsável pelo gerenciamento de companhias ligadas à produção e distribuição de
filmes, lançamentos no exterior, distribuição e exibição de vídeo e televisão,
pré-gravação e divulgação de músicas.
No gerenciamento destas áreas foi instrumental na realização de acordos importantes,
na identificação e descoberta de novos talentos e na produção de grandes sucessos
mundiais. Seu conhecimento internacional é considerado um dos melhores do ramo, com
fortes relacionamentos nas áreas de cinema, vídeo e televisão em todo o mundo. Barber
produziu e foi produtor executivo de mais de 35 longas-metragens, incluindo Ace Ventura -
Um Detetive Diferente (Ace Ventura: Pet Detective) e a seqüência de grande sucesso, Ace
Ventura - Um Maluco na África (Ace Ventura: When Nature Calls); o sucesso de bilheteria
de 1991, Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of Thieves), estrelado
por Kevin Costner; Jovens Pistoleiros 2 (Young Guns II) e Morando com o Perigo
(Pacific Heights).
JONATHAN GLICKMAN (Produtor) é o presidente de produção e responsável pelo
desenvolvimento e produção de todos os filmes da Spyglass. Em 1993, Glickman associou-se
à Caravan Pictures como estagiário e escalou posições até se tornar presidente da
companhia, em 1997. Durante este tempo ajudou na realização de projetos como Dois
Malas-Sem-Alça (The Jerky Boys) e Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping), na
função de produtor associado em ambos os filmes. Mais tarde, foi produtor executivo de
Matador em Conflito (Grosse Pointe Blank) e de Gadget - O Inspetor Bugiganga (Inspector
Gadget), da Walt Disney. Além disso, produziu o sucesso internacional A Hora do Rush
(Rush Hour) e sua seqüência A Hora do Rush 2 (Rush Hour II).
Em 1998, foi nomeado presidente de produção da Spyglass Entertainment. Durante sua
gestão na Spyglass, produziu Bater ou Correr (Shanghai Noon) e Out Cold. Também foi
produtor executivo de Tenha Fé (Keeping the Faith), bem como do inédito
pós-apocalíptico Reign of Fire, cujo lançamento será no verão de 2002.
Glickman graduou-se com honras em Inglês na Universidade de Michigan e cursou o
programa Peter Stark da Universidade da Califórnia do Sul.
CHRIS BRIGHAM (Produtor Executivo) foi produtor executivo da comédia de sucesso A
Máfia no Divã (Analyze This) e co-produtor de Medidas Extremas (Extreme Measures), Antes
e Depois (Before and After) e The Legend of Bagger Vance. Trabalhou na função de
produtor associado no remake Beijo da Morte (Kiss of Death), de 1995. Foi gerente de
produção de Entrevista Com o Vampiro (Interview with the Vampire), de Neil Jordan, Por
Amor ou Dinheiro (For Love or Money), Seis Graus de Separação (Six Degrees of
Separation) e do drama da vida real, O Óleo de Lorenzo (Lorenzo's Oil). Foi supervisor de
produção da equipe das Filipinas no épico sobre o Vietnã, Nascido em 4 de Julho (Born
On the Fourth of July), de Oliver Stone.
JAY WOLPERT (Roteiro) durante boa parte de sua vida profissional foi produtor, criador
e desenvolveu programas para a televisão tais como games, reality e talk-shows, entre
outras coisas.
Entre seus créditos inclui a função de chefe de desenvolvimento de produção da
Chuck Barris Productions e o primeiro produtor da versão atual de The Price is Right.
Como membro importante da equipe criativa da Goodson-Todman Productions, Wolpert também
esteve envolvido no desenvolvimento de toda a série de programas da Goodson-Todman, desde
Match Game até Family Freud. É interessante notar que antes de tudo isso acontecer,
Wolpert tinha alcançado sucesso como competidor em um game show e foi o vencedor do
Torneio dos Campeões do programa Jeopardy, em 1969.
Depois de deixar a Goodson-Todman, Wolpert tornou-se produtor independente de shows de
televisão, desenvolvendo não só games, mas também outros gêneros, incluindo: a série
de ficção científica Riverworld, baseada no livro clássico de Phillip Jose Farmer,
para a ABC; Wicked Loving Lies, a novela de época baseada no livro de Rosemary Rodgers,
para a CBS e a sitcom Fit for a King, para a NBC.
No início dos anos 90, em vários momentos, oito shows de Wolpert eram exibidos
simultaneamente na televisão americana e pelo menos uma dúzia de versões estrangeiras
eram exibidas em no mínimo 14 países em todo o mundo. Apesar disso, Wolpert se ligava
cada vez mais em escrever. Começando com um episódio do faroeste cult de televisão, The
Lazarus Man, Wolpert passou para o cinema. Além de O Conde de Monte Cristo (The Count of
Monte Cristo), entre seus próximos filmes estão: In the Year of the Brat, Fifty Days of
Brave e Os Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean).
Ao mesmo tempo em que insiste no desejo de escrever um roteiro que se passe no
presente, ele admite alegremente: "Nunca encontrei uma espada da qual não
gostasse."
Wolpert também fez algumas pequenas participações no cinema, entre elas: Adoro
Problemas (I Love Trouble) e O Pai da Noiva 2 (Father of the Bride, Part II), no qual
interpretou o ginecologista de Diane Keaton.
ANDREW DUNN (Diretor de Fotografia) tem uma longa lista de créditos como diretor de
fotografia no cinema e na televisão. Entre seus filmes estão: Um Criminoso Descente
(Ordinary Decent Criminal), com Kevin Spacey; a fantasia de época Para Sempre Cinderella
(Ever After); O Limite da Realidade (Addicted To Love), com Meg Ryan; As Bruxas de Salem
(The Crucible), com Daniel Day-Lewis; o drama premiado As Loucuras do Rei George (The
Madness of King George); Uma Virada do Destino (A Simple Twist of Fate), de Gillies
Mackinnon; o sucesso de bilheteria de Kevin Costner, O Guarda-Costas (The Bodyguard) e a
comédia de Steve Martin, L.A. Story (L.A. Story). Entre seus créditos na televisão
inclui séries consagradas como Blackeyes, The Monocled Mutineer e Edge of
Darkness.
Entre seus trabalhos mais recentes estão: Liam, de Stephen Frears, uma comédia que
combina ação e animação, Monkeybone e Gosford Park, de Robert Altman. Recentemente
concluiu seu trabalho no filme Sweet Home Alabama, da Touchstone Pictures.
MARK GERAGHTY (Desenhista de Produção) trabalhou como desenhista de produção em uma
extensa lista de filmes de alta nível para cinema e para a televisão, entre eles: Rat,
When The Sky Falls, A Dança das Paixões (Dancing At Lughnasa), Bem-Vindo a Sarajevo
(Welcome To Sarajevo), Um Passo Para a Liberdade (The Run of the Country), Nada Pessoal
(Nothing Personal), Jogos de Ilusão (An Awfully Big Adventure) e As Crônicas do Jovem
Indiana Jones (The Young Indiana Jones Chronicles). Colaborou em três histórias
contemporâneas de Roddy Doyle: A Van (The Van), e A Grande Família (The Snapper), de
Stephen Frears e na série dramática de TV, Family, de Michael Winterbottom. Trabalhou
como diretor de arte em Into The West, de Mike Newell, no aclamado musical urbano The
Commitments - Loucos Pela Fama (The Commitments), de Alan Parker, no filme de animação,
Chantecler - O Rei do Rock (Rock-A-Doodle), de Don Bluth e no vencedor do Oscar®, Meu Pé
Esquerdo (My Left Foot), de Jim Sheridan.
O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é o terceiro trabalho de STEPHEN
SEMEL (Montador) com o diretor Kevin Reynolds. Ele trabalhou em seu primeiro filme
Fandango (Fandango) e depois montou 187 - O Código (187).
Mais recentemente, montou The Way of the Gun, o primeiro filme dirigido por Chris
McQuarrie (autor de Os Suspeitos). Ele também montou várias comédias, entre elas: Feito
Cães e Gatos (The Truth About Cats And Dogs), Os Cabeças-de-Vento (Airheads), Um Caso a
Três (Three To Tango), I'm Gonna Git You Sucka e o drama Miracle Mile (Miracle Mile), da
Armageddon.
CHRIS WOMACK (Montador) trabalhou anteriormente como assistente de montagem em
Gladiador (Gladiator) e em Hannibal (Hannibal), de Ridley Scott. Na Lightworks, trabalhou
como assistente de filmagem em Elizabeth (Elizabeth) e como assistente em Um Lugar Chamado
Notting Hill (Notting Hill). Womack também tem créditos na função de montador nos
filmes britânicos There's Only One Jimmy Grimble, Nora e The Miracle Maker.
Depois de estudar na escola de artes e trabalhar com teatro regional de repertório,
TOM RAND (Figurinista) iniciou sua carreira de design em Londres, no Royal Court e no
National Theatre no Old Vic. Após um período na rede BBC, trabalhou como figurinista nos
seguintes filmes: Os Duelistas (The Duellists), pelo qual foi indicado ao prêmio da
Academia Britânica de Melhor Figurinista; a versão cinematográfica da produção de
sucesso da Broadway, The Pirates of Penzance, de Joe Papp; O Declínio dos Anos Dourados
(The Shooting Party), último filme de James Mason; Eleni (Eleni), de Peter Yates e O
Poder De Um Jovem (The Power of One), rodado na África do Sul.
Rand foi indicado ao prêmio da Academia Britânica e ao Oscar® americano com o filme
A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's Woman), de Karel Reisz e é o único
inglês a desenhar figurinos para filmes dirigidos por Franco Zeffirelli (Young
Toscanini). Entre seus outros filmes estão: Halcyon Days, D'Une Femme A l'Autre, Uma
Questão de Negócio (A Business Affair) e Princesa Caraboo (Princess Caraboo), entre
muitos outros.
Na televisão inclui entre seus trabalhos A Maldição da Selva (Heart of Darkness),
Somente Amor (Only Love) e Mirad, a estréia de Jeremy Irons como diretor.
Desde seu retorno ao teatro com Holiday, no Old Vic, em 1987, Tom Rand desenhou o
guarda-roupa de, entre outros: Burn This, no West End de Londres; What The Butler Saw;
Always; Three Tall Women, estrelado por Maggie Smith, bem como It's Only A Play, em Los
Angeles. Junto com Harold Pinter, desenhou os figurinos de The Hothouse, Twelve Angry Men,
Taking Sides e Ashes To Ashes, bem como os cenários e os figurinos de The Lover, The
Collection e de A Kind of Alaska, no West End. Seu trabalho na peça The Birthday Party,
fez Pinter adicionar uma frase ao roteiro. Tom Rand concluiu recentemente os figurinos de
Un Pont Entre Deux Rives, o primeiro filme dirigido por Gérard Depardieu e de Medéia
(Medea), no Abbey Theatre de Dublin.
TERRY PRITCHARD (Supervisor de Direção de Arte) tem mais de 35 longas-metragens entre
seus créditos. Trabalhou extensivamente tanto como desenhista de produção quanto
diretor de arte. Trabalhou como diretor de arte e supervisor de direção de arte em Nora;
As Aventuras de David Copperfield (David Copperfield); A Dança das Paixões (Dancing At
Lughnasa), Bem-Vindo a Saravejo (Welcome To Sarajevo); no ganhador do Emmy, O Jovem
Indiana Jones (Young Indiana Jones); A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's
Woman); O Enigma das Areias (The Riddle of the Sands) e Brideshead Revisited. Mais
recentemente, na função de desenhista de produção, trabalhou em Labirinto (Labyrinth),
filmado no Líbano e em The Soldier and Simoon filmado em Petra, na Jordânia, com Ben
Daniels no elenco. Entre seus outros trabalhos como desenhista de produção inclui o
filme de ação de Chantecler - O Rei do Rock (Rock-A-Doodle), o filme espanhol El Dorado
(El Dorado) e o piloto da série de sucesso da TV, Magnum P.I.
EDWARD SHEARMUR (Música) é um compositor aclamado pela crítica e aplaudido pelo
público por suas trilhas sonoras inovadoras e variadas para filmes como As Panteras
(Charlie's Angels), Miss Simpatia (Miss Congeniality), Asas do Amor (The Wings of the
Dove), Um Tira Muito Suspeito (Blue Streak), Segundas Intenções (Cruel Intentions), Um
Sinal de Esperança (Jakob the Liar) e A Governanta (The Governess).
Mais recentemente, concluiu a trilha de K-PAX, um filme de Iain Softley, estrelado por
Kevin Spacey. Esta trilha, junto com a trilha sonora que compôs para O Conde de Monte
Cristo (The Count of Monte Cristo), demonstram a grande versatilidade de Shearmur com a
utilização da eletrônica contemporânea na primeira e a condução de um estilo
orquestral arrebatador na segunda.
Ele é conhecido pela utilização de tradições clássicas ocidentais e orientais,
que vêm desde seus estudos na Universidade de Cambridge. Mas fica também à vontade com
as tendências e tecnologias da música atual. Seu treinamento acadêmico foi
complementado por colaborações freqüentes com o compositor Michael Kamen, com quem
trabalhou em filmes como Duro de Matar (Die Hard) e Máquina Mortífera (Lethal Weapon).
Com o rock, Shearmur foi diretor musical e tecladista da turnê mundial intitulada
"Unplugged" junto com Jimmy Page e Robert Plant (ambos ex-membros do Led
Zeppelin) e também no CD "No Quarter". Também colaborou com outros roqueiros
notáveis e bandas, entre eles: Annie Lennox, Bryan Adams e Pink Floyd.
Atualmente está trabalhando no épico Reign of Fire, com o diretor Rob Bowman. Nascido
em Londres, mudou-se para Los Angeles, onde mora desde 1998.
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