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O Conde de Monte Cristo


webc3447.jpg (24520 bytes)Introdução

"Contos clássicos como O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) capturam a imaginação do público ao redor do mundo," diz o produtor Roger Birnbaum. "Este filme tem todos os elementos vencedores do grandioso filme clássico, porém renovados para o público contemporâneo. Este é o primeiro trabalho em algum tempo, que combina realismo, ação e intriga. Também apresenta um elenco de primeira linha, um diretor renomado, Kevin Reynolds, várias locações espetaculares e dramáticas seqüências de aventura."

"O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é diferente das versões anteriores," diz o produtor Gary Barber. "É diferente porque desenvolvemos alguns eventos que estão no livro de forma mais detalhada do que os filmes anteriores, foi uma licença de criação. Demos à história seu próprio sentimento. Os personagens têm mais profundidade e são bastante similares aos do livro."

"Contar uma história não é simplesmente fazer ação, é também os personagens," acrescenta o escritor Jay Wolpert. "Temos um Conde de Monte Cristo, com toda a infra-estrutura, toda a motivação e todo o caráter de o Conde de Monte Cristo de Robert Donat, mas temos também a ação que o público de hoje está acostumado."

O renomado diretor Kevin Reynolds lidera o projeto dando ênfase ao realismo, a ação e a personagens fortemente desenvolvidos. O produtor Gary Barber, que já havia trabalhado como produtor executivo em Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of Thieves), estava familiarizado com o trabalho do diretor. "Eu acho Kevin um excelente cineasta," diz ele. "Demonstrou isso em todos os seus filmes e Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões foi um filme fantástico de ação, repleto de personagens envolventes."

Para Reynolds, trabalhar em um conto épico como O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) foi uma proposta a qual ele não podia recusar. "O título é muito conhecido em todo o mundo, o que traz ao filme uma audiência automática," diz ele. "Tem todos os elementos de uma história envolvente: amizade e traição, amor e mágoa, ação e aventura".

"Achei que seria enriquecedor fazer algo com uma história clássica tão famosa," continua Reynolds. "Então li o livro para saber do que se tratava realmente e descobri que o trabalho seria muito mais difícil do que pensava porque o livro é muito denso. Tínhamos que transformá-lo em algo mais cinemático."

Barber concorda. "Eu acho um conto magnífico. Tem também romance e um pouco de comédia e os temas sobre vingança e traição levam a um entretenimento envolvente. O livro sobreviveu ao teste do tempo e achamos que o momento seria certo porque não se faz um filme sobre o Conde de Monte Cristo há muito tempo."

"Muitas pessoas me perguntam sobre o que falam os meus filmes", destaca Kevin Reynolds. "Acho que tenho obsessão pela perda da inocência. Há um pouco disso em todos os filmes que já fiz. Talvez seja isso que exista para mim em O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo). Um jovem inocente e bem intencionado, que é usado por um bando de pessoas cruéis. Ele retorna e tenta se vingar porque acha que isso o confortará e o fará seguir a vida normalmente. Mas a vingança satisfaz? Como diz o personagem de Richard Harris: 'É uma comida que leva muito tempo para ser preparada, mas raramente é comida.' Então, é isso que este filme fala, da jornada de um homem em busca de vingança."

SOBRE A PRODUÇÃO

Durante a escolha para o elenco de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), a prioridade era fazê-lo o mais contemporâneo possível. "Estávamos procurando novos talentos," conta Gary Barber. "Jim Caviezel estava soberbo em Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line) e Guy Pearce estava excepcional em L.A Cidade Proibida (L.A. Confidential). Guy também havia demonstrado sua popularidade na Europa, na novela australiana Neighbors, e é um ator maravilhoso."

"Nós queríamos um elenco jovem, talentoso e agradável para os olhos - sangue novo para fazer um visual espetacular," concorda Roger Birnbaum. Com a deslumbrante novata Dagmara Dominczyk como Mercedes e o legendário ator Richard Harris como Abade Faria, os papéis principais já estavam definidos.

O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é a história da trajetória de um homem pelos cantos obscuros de sua alma. "A forma como me identifiquei com o papel foi através da noção da perda da fé, do ódio a Deus e depois o retorno, para encontrar novamente a paz," fala Jim Caviezel de seu personagem, que passa do idealismo brilhante para a vingança fria. "É a passagem pelo inferno para se tornar um homem melhor. O jovem Edmond Dantes começa como alguém que vê o mundo basicamente como bom, como uma criança o vê, e então, gradualmente muda. Este homem se torna vítima das circunstâncias e não entende porque coisas assim puderam acontecer com ele. Eu tento relacionar com alguns elementos da minha própria vida."

Apesar das muitas versões anteriores do clássico romance de Dumas, Caviezel optou por não assistir a nenhum deles e interpretar seu personagem literalmente como o do livro. "Não assisti a nenhuma das versões de O Conde de Monte Cristo (The Count Of Monte Cristo) porque não queria me influenciar," afirma ele. "Eu sou um mímico. Se vejo uma pessoa, inconscientemente pego os trejeitos que mais gosto. Então, se eu assistisse, digamos, Richard Chamberlain ou Gérard Depardieu, talvez eu usasse certas coisas. E as pessoas iriam dizer, 'Oh, é o Depardieu.' Então eu tentei seguir o máximo que pude o que estava no livro."

Caviezel fez muitas pesquisas históricas relativas à época. "Eu estudei muito sobre Napoleão e sua vida," conta ele, "de onde veio na Córsega, sua época na escola militar da França e como ficou abaixo dos outros homens de sua seção. Pude relacionar isto com minha própria vida quando mudei para uma escola na qual não me adaptei. Então, peguei isso e fiz um paralelo com o personagem."

Guy Pearce, o versátil ator de L.A. Cidade Proibida (L.A. Confidential), Priscilla - A Rainha do Deserto (Priscilla, Queen of the Desert) e de Amnésia (Memento), é o inimigo de Edmond Dantes, Fernand Mondego. "Adorei Guy em L.A Cidade Proibida (L.A. Confidential)," diz Kevin Reynolds. "Ele é um ator consumado e entra na pele dos personagens que interpreta". Eu queria alguém com essa habilidade para fazer Fernand, e ele não decepcionou de jeito algum. Ele é muito divertido de se assistir."

Mondego é um vilão complexo e seu relacionamento com Edmond Dantes é um contraste curioso do personagem. "Neste filme, tomamos a liberdade de fazer os dois personagens serem amigos de infância, então há algo mais para arriscar no relacionamento. No extraordinário romance de Dumas, os dois mal se conheciam," diz Guy Pearce. "Fernand é um jovem que está apaixonado por Mercedes, mesmo sabendo que ela ama outro e entãofaz o que pode para eliminar seu concorrente. Da mesma forma, em nossa história, o ciúme de Fernand o leva a cometer o mesmo ato desleal, mas com um conflito adicional de trair um amigo."

Interpretar um jovem que salva a vida de Edmond e depois a rouba dele, foi um desafio emocionante para Pearce. "Ele é uma pessoa que tem tudo: posição social, dinheiro, tudo o que quer e, mesmo assim, se sente totalmente infeliz," diz. "Já Edmond Dantes, seu amigo de longa data, não tem posses, só o amor de Mercedes, uma natureza honesta e sincera e a felicidade - são as fontes de frustração e inveja do pobre Fernand, que também sofre por ser muito crítico e intransigente".

"Ainda criança, passei vários anos em uma escola particular bastante aristocrática e exclusiva, onde as crianças ficavam expostas a uma natureza muito pomposa e abastada e isso não era incomum," conta Pearce. "Eu não me adaptei ao esquema, entretanto, me deu o entendimento da competição cruel, do comportamento condescendente, e um nível particular de egoísmo apropriado à interpretação de Fernand."

"Se Fernand se sente culpado pelo o que aconteceu a Edmond, bem como amargo e invejoso, ele consegue reprimir e foge como um tolo, o que o torna uma pessoa ainda mais feia, tanto mentalmente quanto fisicamente. Basicamente a aparência física de uma pessoa com mais idade é a representação de seu estado mental. Foi importante criar aquele visual doentio e envelhecido para Fernand quando o vemos mais tarde no filme. Por mais que tente manter um ar de superioridade através de suas atitudes e aparência, seu visual o trai. Ele exagerou com as mulheres, os vinhos e outros vícios extravagantes. Seu entendimento de ser o pavão que deveria ter sido só aumenta a vergonha do personagem. É uma história é sobre vingança. Eu quero que o público faça o máximo de julgamentos de Fernand, para que também queira se vingar dele."

Jim Caviezel e Guy Pearce passaram um mês fazendo treinamento intensivo para as seqüências de ação, aprendendo como usar a espada e a lutar de modo apropriado.

"Treinamos pelo menos 3 horas por dia, todos os dias, além de todo o treinamento que fizemos sozinhos," diz Caviezel. "Não é uma dessas coisas que se pode chegar, exercitar e ir embora. É preciso fazer no seu próprio tempo, trabalhar para chegar a um ponto onde você não pensa, só reage. E filmar a última cena em especial na plantação de trigo foi extremamente difícil e escorregadio."

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"O bom de trabalhar com Guy é que fizemos nosso treinamento de esgrima juntos," continua Caviezel. "Você conhece muito dele, o quanto ele trabalha e o quanto é disciplinado. Ele trabalha muito. É um ótimo atleta e um ator incrível."

"Na verdade, aprendi esgrima quando tinha uns 11 anos," conta Pearce. "Eu era bastante bom, eu acho. Entrei em competições e ganhei algumas medalhas. Mas não acho que nada disso me ajudou quando estava fazendo o filme. Percebi que havia esquecido tudo e tive que começar do início - tudo tinha acabado 20 anos atrás, imagino! É um esporte muito delicado. Há muitos detalhes específicos nos quais você precisa se concentrar."

Dagmara Dominczyk conhecia a clássica história de Dumas do tempo da escola. "Nós lemos O Conde de Monte Cristo no segundo grau. Eu adorei a história, é cheia de intriga, romance e é muito inteligente.

"Eu gosto do fato de Mercedes ter sido descrita no roteiro como sendo inteiramente feminina, mas ela também é capaz de ser forte em sua vulnerabilidade," diz a atriz polonesa. "Ela está disposta a fazer concessões, mas vê a força do sacrifício. Também gosto do fato de mostrarem sua trajetória desde quando era uma menina de 18 anos, apaixonada por este homem o tempo todo, mesmo depois de passar por tudo o que passou."

Para a atriz de treinamento clássico, a transformação da idealista jovem de 18 anos em uma mãe e esposa endurecida pela vida foi um desafio. "Quando você vê Mercedes no início, ela tem o mundo todo na palma da mão e é cheia de esperança, luz e alegria," diz Dagmara. "Ela tem o homem com quem quer se casar, eles vão comprar uma casa e planejam ter filhos. Este mundo ideal está na ponta de seus dedos, mas tudo é retirado dela."

"Eu me imagino com 18 anos lidando com um amor, mas é também uma questão física, a voz e as roupas que uso. Nós criamos uma menina adorável e angelical. Mas Mercedes é também geniosa, não uma flor, ela tem força e momentos de raiva e você pode dizer que ela tem um temperamento difícil. Então, tive que pular 10, 11, 12 anos e, por causa da minha vida em casa e de experiências pessoais, posso interpretar a maturidade, o senso de responsabilidade que vem junto com as atividades do lar."

Uma grande ajuda para a jovem atriz foi o diretor Kevin Reynolds. "Havia uma enorme sensação de confiança entre nós," afirma Dagmara. "Kevin confiou a personagem a mim e confiou na forma como a criei. Filmamos uma cena bastante comovente, na festa de aniversário de Albert, meu filho no filme, quando percebo que o Conde é Edmond e espero por ele na carruagem. É uma cena muito emocionante e por isso repetimos algumas vezes. Kevin vinha e cochichava no meu ouvido para mudar o tom aqui ou ali. Ele foi como um condutor e é muito sucinto na sua direção. Ele dizia uma palavra ou uma frase e eu conseguia fazer do modo correto. É a natureza do nosso relacionamento. Por confiar nele, fui capaz de ouvir sua direção, visualizá-la e fazer corretamente. É maravilhoso porque ele me deixa improvisar e quando eu preciso da ajuda dele, ele está lá."

Do mesmo modo, ela elogia seus co-astros. "Adoro trabalhar com Jim e Guy porque eles têm personalidades distintas como seres humanos e, como atores, suas técnicas também são diferentes. Jim é como um engenheiro: trabalha vagarosamente e é introvertido, mas assim que a câmera é ligada ele está lá com você. Seu olhar é muito intenso, aqueles grandes olhos azuis dão a você tudo o que precisa. Guy é mais espontâneo, fala sobre a cena e faz. É um grande entusiasmo ter dois protagonistas igualmente maravilhosos para contracenar. Faz meu trabalho muito mais fácil."

O legendário ator irlandês, Richard Harris, interpreta o companheiro de prisão e mentor de Dantes, o sábio Abade Faria. "Foi um grande privilégio trabalhar com Richard Harris, depois de assistir a muitos de seus filmes durante 35 anos," afirma Kevin Reynolds. "Estar no set e trabalhar com um homem assim é simplesmente incrível. Como todos os profissionais ele sabe o que funciona para ele. O tom que pode dar a um momento é algo tremendo. Só um olhar, um gesto ou a inflexão de uma palavra pode dizer muito e isso vem de sua grande experiência."

"Richard Harris é um ícone," diz Barber sobre o ator irlandês. "Se você olhar para o Abade e perguntar quem seria o ator perfeito para este papel, seria Richard Harris. Não é preciso nem vesti-lo, ele pode interpretar de qualquer jeito. Tivemos muita sorte de tê-lo neste trabalho, e isso torna o elenco extraordinário."

"Eu gostei do roteiro e do personagem," Richard Harris fala do Abade Faria, um personagem para o qual construiu a própria história antes de ir para a prisão. "O Abade era um idealista quando jovem e estava no exército de Napoleão. Tinha sonhos republicanos. Então, numa noite, recebeu ordens para cometer um ato de atrocidade e desumanidade. Mais tarde ele se arrepende, deserta do exército e se torna padre. Tudo isso aconteceu antes da história do filme começar.

"Antes de ser padre, ele se torna secretário particular de um homem muito rico. O homem morre, deixando enterrado um enorme tesouro. Napoleão acha que o secretário particular sabe sua localização. Na verdade, ele sabe, mas não diz onde o tesouro está. Então ele é jogado na prisão. O novo regime também acredita na lenda sobre a fortuna e vai atrás dele. Mesmo assim ele não revela onde está o tesouro por que acha que, seja lá onde estiver, o tesouro que foi deixado deve ser usado por boas razões e bons motivos."

É quando o público o encontra no filme. O abade vem cavando um túnel para escapar, mas devido a um erro de cálculo entra na cela de Edmond Dantes. Os homens iniciam uma forte amizade. "O abade ensina Dantes economia e matemática, mas também o ensina a ser civilizado e esquecer a vingança," continua Harris. "Acho que se o abade conseguisse escapar teria sido um homem como Nelson Mandela. Encontrei Mandela uma vez e fiquei muito impressionado. Perguntei a ele: 'O senhor era um homem violento e agora é contra a violência? Acha que foi por ter ficado tanto tempo preso?' E ele respondeu: 'Sim, acho que sim.' Se o abade tivesse sobrevivido, teria se tornado uma pessoa desta natureza."

A locação principal de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) foi a Irlanda. Aqui, o estúdio Ardmore foi o local de construções elaboradas, entre elas a escadaria do Castelo de D'If, o interior luxuoso da mansão dos Mondego e o terrível interior do Castelo de If. Outra importante locação foi a ilha de Malta, escolhida principalmente devido à arquitetura de suas construções. "Queríamos dar um sentimento autêntico e ao mesmo tempo fomos prudentes fisicamente," comenta Gary Barber sobre as locações. "A Irlanda nos deu os elementos em locação e também tivemos grande apoio do pessoal local. Malta foi escolhida por seu visual e localização - nos deu uma visão panorâmica do porto e também foi financeiramente efetiva."

Encontrar o porto foi o problema inicial e só depois de viajar pela Itália e França foi que Kevin Reinolds e o desenhista de produção Mark Geraghty descobriram o porto de Marselha de 1814 no histórico estaleiro. "Todos os lugares no resto da Europa haviam sido tomados pela arquitetura moderna, mas Malta ainda tinha um visual raro com todos os antigos fortes feitos de grandes blocos de pedra," explica Reynolds. "É um local muito raro e não consigo lembrar de outro lugar onde pudéssemos achar um visual de um porto do Mediterrâneo ao redor de 1815. Tivemos uma sorte extraordinária."

"A arquitetura é quase perfeita," acrescenta Geraghty. "Há um amplo porto no qual podemos usar grandes navios e há poucos portos no mundo nos quais se pode fazer isso. Então, assim que o porto foi escolhido nós planejamos tudo o mais ao redor dele."

De recortes de jornais a fontes na internet, de livros da época em Roma, Paris e Marselha a filmes anteriores do Conde de Monte Cristo, a equipe de desenho de produção mergulhou em detalhes para assimilar todas as informações, antes de iniciar os trabalhos e criaram um novo visual para O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo).

"Vimos artistas como Turner e Canaletto," conta Mark Geraghty. "Para obtermos o contraste tão importante no estilo de vida, entre Edmond antes de ser preso junto com seu "melhor amigo" Fernand e depois de ter passado 13 anos encarcerado, fizemos o contraste disso com a total opulência fora da prisão."

A ilha de Comino, fora de Malta, foi o local perfeito para o infame Castelo de If, pois possuía um castelo no topo de um vertiginoso penhasco. Na base do penhasco, a cento e sessenta pés abaixo, há uma caverna que serviu como a entrada da prisão. "Foi inacreditável," relembra Geraghty. "Na verdade nós mudamos o roteiro depois de encontrar este lugar. Fomos a Comino em busca da ilha de Monte Cristo, para a cena onde procuram o tesouro e foi quando nos deparamos com este local. Ficamos boquiabertos e quase pulamos dentro d´água. Se tivesse sido construído, não teria ficado melhor. Então, filmamos todas as cenas da prisão nesta locação. Ao invés de jogar os corpos da muralha da prisão, como havia sido originalmente escrito, eles iam até a beira do penhasco e jogavam os corpos de lá. É muito mais dramático."

Além do Castelo de If, outro importante cenário foi a suntuosa mansão dos Mondego, uma detalhada recriação luxuosa e imponente de uma mansão de época de Paris. "No início da produção, levei o desenhista Mark Geraghty à Malta," recorda Kevin Reynolds. "No caminho de volta, passamos por Paris e eu mostrei a ele um lugar que havia visto uns dois anos antes e pedi que o duplicasse para o interior na mansão dos Mondego. Mark fez um trabalho fantástico. É bastante imponente e um dos mais belos cenários que já filmei."

Mark Geraghty relembra a busca pela mansão dos Mondego. "Quando me decidi por Malta, Kevin me disse que tinha uma vaga lembrança deste local em Paris e que seria o visual ideal para o palacete dos Mondego. Fomos até lá e almoçamos no local. Assim que chegamos, vi exatamente o que Kevin queria e sabíamos que não encontraríamos esta locação em Malta ou na Irlanda. Decidimos pela construção em estúdio porque as cenas feitas lá seriam bastante complicadas. Todas as festas e a iluminação com velas." A esplendorosa opulência do palacete dos Mondego foi totalmente recriada, com todos os magníficos detalhes parisienses no estúdio Ardmore.

O figurinista Tom Rand tem experiência com figurinos da era napoleônica, tendo trabalhado no filme de Ridley Scott, Os Duelistas (The Duellists), que foi seu primeiro crédito cinematográfico. "Isso foi há 23 anos e espero que tenha aprendido muito nesse tempo," diz ele. "Agora, no meu ponto de vista, posso contar a história com figurinos muito melhores do que naquela época. Meu objetivo é que o figurino reflita o personagem porque não são figurinos, são roupas e as roupas ajudam os atores a desenvolverem o personagem."

Durante a produção de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), o guarda-roupa teve papel importante, já que os três personagens centrais passam por mudanças dramáticas. "O figurino é algo crucial em um filme como este," concorda Kevin Reynolds. "É preciso que os personagens se manifestem através do guarda-roupa, mas também é preciso ser algo grandioso. Uma das coisas que disse a Tom foi que quando Edmond Dantes voltasse como Conde, ele teria que ser uma pessoa que chamasse a atenção quando entrasse em algum lugar. Ele tinha que ser imponente."

"O aspecto complicado em Edmond foi como recriá-lo totalmente na pele do Monte Cristo," diz Rand. "De fato eu não queria impor ao ator algo que fosse muito espalhafatoso. Trabalhei muito com retratos do período. Lorde Byron foi ao Oriente Próximo e usou turbantes e trajes ocidentais e isso foi meu ponto de partida para o Conde."

Na outra ponta está Fernand Mondego, um homem rico e petulante. "Ele parece um regente extravagante daquela época, como as pinturas de Beau Brummel," explica Rand. "É um homem que ama a si mesmo e à sua própria imagem mas faz isso de um modo errado. Ele bebe muito, usa roupas finas, mas as trata com desdém e tem uma aparência abastada em muitos sentidos, mas de uma forma descuidada."

Para o elenco e a equipe de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), a atenção com a época foi o ponto central. "Eu sempre achei que o detalhe é absolutamente tudo porque é o detalhe que dá o sentido de realidade que você pode dar ao romance," diz o figurinista Rand. "Se você tentar partir para algo espalhafatoso, excessivo, se fizer algo sem a realidade, acabará parecendo um daqueles filmes de Hollywood da década de 30. É preciso fazer a realidade e, a partir da realidade, seguir em frente. O falso nunca é interessante, o real é interessante."

SOBRE O ELENCO

JIM CAVIEZEL estrela como Edmond Dantes, o homem que perde treze anos de sua vida só para escapar do Castelo de If, com a mente transtornada e com desejo de vingança no coração.

Caviezel cresceu na área rural de Mt. Vernon, em Washington, onde sonhava desde a infância em se tornar jogador profissional de basquete. Mas, devido a uma contusão durante os treinos e ao talento que tem para mímica, foi levado a atuar e conseguiu uma participação especial em Garotos de Programa (My Own Private Idaho), depois de fingir ser um imigrante italiano durante o teste. Em 1993, foi aceito na Juilliard School for the Performing Arts, mas optou por Hollywood e um pequeno papel em Wyatt Earp (Wyatt Earp). Morando em Los Angeles, Caviezel trabalhava como garçom e visitava os estúdios esperando por sua grande chance. Depois de seis meses, quando já estava pronto para fazer as malas, Michael Ritchie ofereceu-lhe um pequeno papel em Diggstown. Mas foi o legendário diretor Terrence Malick que realmente lançou sua carreia transformando um ator relativamente obscuro em um astro no filme épico sobre a Segunda Guerra Mundial, Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line). Desde então, a emocionante interpretação de um homem que vive entre o céu e o inferno, levou Caviezel a estrelar vários longas-metragens, incluindo: Cavalgada Com o Diabo (Ride With The Devil), de Ang Lee; Alta Frequencia (Frequency), com Dennis Quaid; A Corrente do Bem (Pay it Forward), de Mimi Leder e, com Jennifer Lopez, em Olhar de Anjo (Angel Eyes). No fim deste ano, ele atuará em High Crimes para o diretor Carl Franklin.

Depois de salvar a vida de Edmond, Fernand Mondego, interpretado por GUY PEARCE, revela seu verdadeiro caráter quando conspira para a prisão de seu amigo na ilha do Castelo de If e rouba sua noiva.

Nascido na Inglaterra e criado na Austrália, o ator começou sua carreira profissional aos 18 anos, interpretando Mike Young na série australiana de sucesso mundial, Neighbors. Aos 11 anos, sem saber que a carreira de ator faria parte integral de sua vida, Pearce associou-se a várias companhias de teatro amador, atuando em inúmeras produções, entre elas: Aladdin (Aladdin), O Rei e Eu (The King and I), O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) e Um Violinista no Telhado (Fiddler On The Roof), em sua cidade natal Geelong, Victoria. Durante os quatro anos em que atuou em Neighbors, Pearce fez pequenas participações no cinema em Heaven Tonight, Hunting, e em Errol Flynn - Meu Ídolo Esquecido (My Forgotten Man), no qual interpretou o notório e infame Errol Flynn.

Foi seu desempenho notável de uma "drag queen" em Priscilla - A Rainha do Deserto (Priscilla, Queen of the Desert) que chamou a atenção do mundo do cinema. Desde então, continuou interpretando diversos papéis, tais como: o policial ambicioso Ed Exley em L.A. - Cidade Proibida (L.A. Confidential), de Curtis Hanson; o relutante capitão do exército, Boyd, em Mortos de Fome (Ravenous), de Antonia Bird; um aspirante a cantor, contracenando com Lili Taylor em A Slipping-Down Life, de Toni Kalem e Biggs e um promotor da Marinha em Regras da Vida (Rules of Engagement), de William Friedkin. Mais recentemente atuou em Amnésia (Memento), de Christopher Nolan e no filme australiano Till Human Voices Wake Us, com Helena Bonham Carter. Em breve estrelará na nova versão para o cinema de The Time Machine e no filme australiano The Hard Word, com Rachel Griffiths.

DAGMARA DOMINCZYK interpreta Mercedes, a linda namorada de Edmond Dantes que mais tarde se casa com o maquiavélico e charmoso Mondego. Entre seus créditos cinematográficos estão Rock Star e They, que será lançado em 2002. Dominczyk estreou profissionalmente em 1998, como substituta do papel principal de Alice, na produção da Broadway, Closer. Atuou inúmeras vezes contracenando com Natasha Richardson, recebendo elogios da crítica.

Dominczyk, que é polonesa, mudou-se para Nova York aos 7 anos de idade. Cursou a High School of Performing Arts, onde recebeu o prestigioso prêmio La Guardia Alumni de Melhor Atriz. Em seguida, ganhou uma bolsa de estudos da Universidade Carnegie Mellon e formou-se em 1998 com BFA em Interpretação, ganhando vários prêmios, incluindo o John Arthur Kennedy Award de Interpretação e o Andrew Carnegie Presidential Scholar. Como protagonista da CMU, entre os papéis que interpretou estão: Tracy Lord em The Philadelphia Story; Marie em Woyzeck; o papel-título em Medéia (Medea); Susan em As Crônicas de Heide (The Heidi Chronicles); Helena em Look Back In Anger e Olivia em Twelfth Night.

RICHARD HARRIS nasceu para interpretar o papel do Abade Faria, o filosófico companheiro de prisão de Edmond Dantes em O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo).

O ator veterano tem uma longa e variada carreira, marcando sua presença pela primeira vez com o personagem Frank Machin, o torturado jogador de rugby de This Sporting Life, de Lindsay Anderson. Esta interpretação trouxe a Harris sua primeira indicação ao Prêmio da Academia de Melhor Ator em 1964 e ao prêmio de Melhor Ator do Festival de Cinema de Cannes no mesmo ano. Desde então, seus créditos no cinema incluem desde Shake Hands With the Devil, com James Cagney a filmes como Juramento de Vingança (Major Dundee), The Molly Maguires, Um Homem Chamado Cavalo (A Man Called Horse), Selvagens Cães de Guerra (The Wild Geese), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Os Imperdoáveis (Unforgiven), Um Adolescente em Apuros (Trojan Eddie), Cry The Beloved Country, To Walk With Lions e Gladiador (Gladiator). Harris interpretou Caim em A Bíblia (The Bible), Rei Arthur em Camelot (papel pelo qual ganhou o Globo de Ouro e reprisou no palco e na televisão), o papel-título em Cromwell (Cromwell), Rei Ricardo em Robin e Marian (Robin and Marian) e Gulliver em As Viagens de Gulliver (Gulliver's Travels).

Foi co-produtor executivo de Echoes Of A Summer e Return Of A Man Called Horse e fez sua estréia como diretor em Bloomfield (Bloomfield), indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. Sua segunda indicação ao Oscar® foi por seu desempenho como Bull McCabe em Terra da Discórdia (The Field), de Jim Sheridan e um de seus papéis favoritos é o do calado Frank, contracenando com Robert Duvall, em Recordações (Wrestling Ernest Hemingway). No último outono, Harris interpretou Albus Dumbledore, o mestre de Hogwarts, em Harry Potter e a Pedra Filosofal (Harry Potter and the Sorcerer's Stone). Reprisará este papel no próximo outono em Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets). Mais recentemente, trabalhou em The Pearl, de John Steinbeck.

Inclui entre seus créditos na televisão O Corcunda de Notre Dame (The Hunchback of Notre Dame), The Great Kandinsky e Maigret, The Return.

Foi o número um das paradas de sucesso com a gravação da música MacArthur Park (indicada a quatro prêmios Grammy) e ganhou um Grammy na categoria Artes Faladas com Jonathan Livingston Seagull. Escreveu a coletânea de poesias, intitulada "In the Membership of My Days" e em breve serão publicados seu segundo livro de poesias, um livro de contos e sua autobiografia "People I Did, People I Didn't".

LUIS GUZMAN interpreta Jacopo, o braço direito de Edmond Dantes. O início de sua longa e variada carreira data de meados dos anos 70 quando fez um pequeno papel no drama Short Eyes. Desde então, atuou em vários filmes aclamados pela crítica, incluindo: O Pagamento Final (Carlito´s Way), junto com Al Pacino; os dramas aclamados de Paul Thomas Anderson Boogie Nights - Prazer sem Limites (Boogie Nights) e Magnólia (Magnolia); os thrillers Irressistível Paixão (Out of Sight), The Limey (pelo qual foi indicado ao Independent Spirit Award); Traffic (Traffic), de Steven Soderbergh; Sem Lei, Sem Justiça (Q&A), de Sidney Lumet; Justiça Corrupta (True Believer), de Wesley Strick; Olhos de Serpente (Snake Eyes), de Brian De Palma e O Colecionador de Ossos (The Bone Collector), contracenando com Denzel Washington. Em breve será visto em The Salton Sea, com Val Kilmer; em Pluto Nash, com Eddie Murphy e em X-4, com Adam Sandler.

Guzman também fez participações memoráveis em séries de televisão de sucesso, tais como: Oz, New York Undercover, NYPD Blue, Homicide: Life On The Streets e Miami Vice.

JAMES FRAIN interpreta o vilão Villefort, o chefe magistrado que conspira com Fernand Mondego para enviar Dantes para o Castelo de If, visando proteger seus próprios interesses.

Mais conhecido por seu desempenho como Daniel Barenboim em Hilary e Jackie (Hilary and Jackie), Frain atuou recentemente como o namorado de Natalie Portman em Onde Está o Coração (Where the Heart Is), como o companheiro de cela de Ben Affleck em Jogo Duro (Reindeer Games) e como o irmão de Ralph Fiennes em Sunshine - O Despertar de Um Século (Sunshine).

Interpretou o sinistro Alvaro em Elizabeth (Elizabeth), o papel-título em Vigo, da FilmFour e o protagonista no filme aclamado pela crítica, Nada Pessoal (Nothing Personal), de Thaddeus O'Sullivan. Contracenou duas vezes com Anthony Hopkins, em Terra das Sombras (Shadowlands), de Richard Attenborough e em Titus, de Julie Taymor.

Entre seus créditos na televisão estão O Suspeito 3 (Prime Suspect III), The Buccaneers, e no papel de Macbeth em Macbeth on the Estate, para a BBC. No teatro, atuou na Royal Shakespeare Company, no Almeida Theater, na Peter Hall Company e no Royal Court. Em breve estrelará Armadillo, para A&E e Patch of War, de John Frankenheimer, para a HBO. Atualmente está estrelando Rei Lear (King Lear), no Almeida Theatre de Londres.

O personagem Albert, filho de Fernand Mondego, HENRY CAVILL marca sua passagem para as grande produções. O ator inglês de 17 anos nascido em Channel Island of Jersey foi protagonista nas produções da Stowe School, onde interpretou papéis como Oberon em A Midsummer Night's Dream, como Sonny no musical Grease e como Hamlet em 40 Minutes, o qual também dirigiu. Desde O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), Cavill já estrelou Laguna, contracenando com Joe Mantegna e concluiu recentemente as filmagens de I Capture the Castle, no papel de Stephen, o protagonista romântico.

ALBIE WOODINGTON interpreta o amargo e perverso Danglars, o primeiro imediato do navio Faraó, que se sente usurpado por Edmond Dantes e trama sua destruição.

Depois de estudar na Royal Academy of Dramatic Arts de Londres, Albie Woodington embarcou numa ampla carreira teatral com companhias como a Royal Shakespeare Company, a The Royal National Theatre e a West End, junto com figuras notáveis como Sam Mendes, Sir Peter Hall, Mark Rylance, Alan Ayckbourn e Pete Postlethwaite. Alguns de seus papéis favoritos foram: o personagem principal Plato, escrito especialmente para ele em Cardboys; MacDuff em Macbeth; Vladimir em Waiting For Godot; Able Drugger em O Alquimista (The Alchemist) e Pistol em Henry IV Part 2.

Entre seus trabalhos na televisão inclui participações como astro convidado nas séries: Brother Cadfael, Corações em Trânsito (Pie in the Sky), Wycliffe, The Bill e The Hunt. Entre seus longas-metragens estão: Época de Traição (Age of Treason), O 13o Guereiro (The Thirteenth Warrior) e Lancelot - O Primeiro Cavaleiro (The First Knight).

MICHAEL WINCOTT interpreta Dorleac, o sádico administrador da prisão do Castelo de If, que é tão prisioneiro quanto os homens que tortura.

Entre os créditos cinematográficos do ator americano estão: Talk Radio (Talk Radio), Nascido em 4 de Julho (Born on the Fourth of July), Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood, Prince of Thieves), The Doors (The Doors), A Conquista do Paraíso (1492: Conquest of Paradise), O Sangue de Romeu (Romeo is Bleeding), Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers), O Corvo (The Crow), Dead Man (Dead Man), Basquiat - Traços de uma Vida (Basquiat), O Negociador (Metro), Alien - A Resurreição (Alien Resurrection), Sangue da Noite (Gun Shy), Antes de Anoitecer (Before Night Falls) e A Teia de Aranha (Along Came A Spider).

Na Broadway, atuou na premiere americana de Secret Rapture, de David Hare (dirigido por Hare) e em Seriou Money, de Caryl Churchill. Off-Broadway, criou o papel de Kent em Talk Radio (Talk Radio), de Eric Bogosian e foi Stubbs em States of Shock, de Sam Shepard.

ALEX NORTON ator com vasta experiência na interpretação de personagens, estrela como Napoleão Bonaparte, o imperador exilado.

Entre seus trabalhos no cinema estão: Coração de Caçador (White Hunter, Black Heart), Conforto e Prazer (Comfort & Joy), Momentos Inesquecíveis (Local Hero) e Gregory's Girl, de Bill Forsyth; Jogos Patrióticos (Patriot Games), Indian Warrior, Coração Valente (Braveheart), Laura - A Voz de Uma Estrela (Little Voice), Complicity e Creatures. Na televisão trabalhou em Bergerac, Sutherland's Law, This Man Craig, Dr. Finlay's Casebook, Deacon Brodie, Orphans, Renford Rejects e Extremely Dangerous.

No teatro interpretou Puck em A Midsummer Night's Dream, Achimed em The Tax Exile, Dame em Cinderella, McCann em The Birthday Party e Tom em The Glass Menagerie.

SOBRE OS CINEASTAS

KEVIN REYNOLDS (Diretor) nasceu em San Antonio, no Texas. Depois de formado pela Universidade Baylor em direito, escreveu discursos para o então governador do Texas. Após alguns anos optou por seguir uma carreira no cinema e inscreveu-se na escola de cinema da Universidade do Texas em Austin e depois na escola de cinema da Universidade da Califórnia do Sul. Sua tese escrita, intitulada Ten Soldiers foi mais tarde dirigida por John Milius e lançada sob o título Red Dawn. Steven Spielberg viu seu filme-tese Proof e pediu a ele que escrevesse o roteiro de um longa-metragem. Este filme, Fandango (Fandango), tornou-se a primeira incursão de Reynolds na direção de filmes e seu primeiro trabalho em colaboração com Kevin Costner. Reynolds e Costner seguiram trabalhando em Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of Thieves), Rapa Nui - Uma Aventura no Paraíso (Rapa Nui) e O Segredo das Águas (Waterworld). A Fera da Guerra (The Beast of War), o segundo filme de Reynold, e o seu favorito. Ele também é o diretor de 187 - O Código (187), estrelado por Samuel L. Jackson.

ROGER BIRNBAUM (Produtor) fundou a Spyglass Entertainment com o sócio Gary Barber, onde dividem os títulos de presidente e chefe executivo. A companhia desenvolve e financia todos os seus projetos de forma independente.

Instinto (Instinct), estrelado por Anthony Hopkins e Cuba Gooding, Jr. e O Informante (The Insider), estrelado por Al Pacino e Russell Crowe e dirigidos por Michael Mann foram lançados pela Spyglass junto com O Sexto Sentido (The Sixth Sense), o enorme sucesso de bilheteria, estrelado por Bruce Willis. Em 2000, a Spyglass lançou Bater ou Correr (Shanghai Noon), a comédia de ação, estrelada por Jackie Chan e Owen Wilson e Tenha Fé (Keeping the Faith), estrelado por Edward Norton, Ben Stiller e Jenna Elfman.

webc4615.jpg (21728 bytes) Recentemente, Birnbaum e Barber também foram produtores executivos de Corpo Fechado (Unbreakable), o filme seguinte a O Sexto Sentido (The Sixth Sense), do cineasta indicado ao Oscar, M. Night Shyamalan, e estrelado por Bruce Willis, Samuel L. Jackson e Robin Wright Penn.

A Spyglass lançou recentemente Out Cold, uma comédia dirigida por Brendan e Emmett Malloy. A Spyglass está atualmente em fase de pós-produção de Reign of Fire, uma aventura futurista, filmada na Irlanda. Rob Bowman (Arquivo X) dirige o filme que é estrelado por Matthew McConaughy (U-571 - A Batalha do Atlântico) e Christian Bale (Psicopata Americano).

Atualmente, a companhia está produzindo The Farm, um thriller estrelado por Al Pacino e Colin Farrell, com direção de Roger Donaldson (Treze Dias, Sem Saída) e em pré-produção de Shanghai Knights, a seqüência de Bater ou Correr (Shanghai Noon), dirigida por David Dobkin (Clay Pigeons).

Birnbaum e Barber são financiadores e detêm os direitos internacionais de Dragonfly, dirigido por Tom Shadyac (Patch Adams - O Amor é Contagiante, O Mentiroso) e com Kevin Costner no elenco. Eles também detêm os direitos internacionais de Abandon, estrelado por Katie Holmes e Benjamin Bratt. Steve Gaghan, roteirista de Traffic (Traffic) é o diretor.

Antes de fundar a Spyglass Entertainment e ainda na Caravan Pictures (a companhia de produção que ajudou a criar com o sócio Joe Roth) Birnbaum foi responsável por grandes sucessos de bilheteria, tais como: A Hora do Rush (Rush Hour), Seis Dias, Sete Noites (Six Days/Seven Nights), Gadget - Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget), Matadores em Conflito (Grosse Pointe Blank), Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers), Os Anjos Entram em Campo (Angels in the Outfield) e Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping).

Antes de associar-se à Caravan, Birnbaum foi presidente mundial de produção e vice-presidente executivo da Twentieth Century Fox, onde desenvolveu vários projetos, entre eles: Rain Man (Rain Man), Esqueceram de Mim (Home Alone), Dormindo com o Inimigo (Sleeping with the Enemy), Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands), Top Gang - Ases Muito Loucos (Hot Shots), Meu Primo Vinny (My Cousin Vinny), O Último dos Moicanos (The Last of the Mohicans), Duro de Matar 2 (Die Hard 2), Uma Babá Quase Perfeita (Mrs. Doubtfire) e muitos outros.

No início de sua carreira, produziu A Coisa Certa (The Sure Thing), dirigido por Rob Reiner e O Jovem Sherlock Holmes (Young Sherlock Holmes), o qual apresentou em associação com a Amblin Entertainment de Steven Spielberg. Para a televisão, foi produtor executivo dos telefilmes Rede de Escândalos (Scandal Sheet), A Brande de Neve e os Sete Anões (Happily Ever After), When Your Lover Leaves e do premiado All the Kids Do It.

Nascido em Teaneck, Nova Jersey e tendo estudado na Universidade de Denver, Birnbaum construiu uma carreira de sucesso como vice-presidente da A&M Records e da Arista Records antes de entrar para o ramo da produção de longas-metragens.

GARY BARBER (Produtor) fundou a Spyglass Entertainment com o sócio Roger Birnbaum, onde dividem os títulos de presidente e chefe executivo.

Em agosto de 1999, a Spyglass lançou o sucesso de bilheteria O Sexto Sentido (The Sixth Sense), estrelado por Bruce Willis e Haley Joel Osment, cujo faturamento mundial alcançou a marca de 661 milhões de dólares.

Na Spyglass, Barber produziu Tenha Fé (Keeping the Faith), uma comédia romântica, estrelada por Ben Stiller, Edward Norton e Jenna Elfman e Bater ou Correr (Shanghai Noon), uma comédia de ação, estrelada por Jackie Chan e Owen Wilson. Barber também foi produtor executivo do filme de sucesso Corpo Fechado (Unbreakable), escrito e dirigido por M. Night Shyamalan e estrelado por Bruce Willis.

Entre as futuras produções da Spyglass estão: Dragonfly, um thriller sobrenatural, estrelado por Kevin Costner e dirigido por Tom Shadyac; Reign of Fire, um filme de ficção científica, aventura e ação, dirigido por Rob Bowman de Arquivo X (X-Files); Abandon, escrito e dirigido por Stephen Gaghan, ganhador do prêmio da Academia com Traffic (Traffic); The Farm, estrelado por Al Pacino e Colin Farrell e dirigido por James Foley e a seqüência de Bater ou Correr (Shanghai Noon), intitulada Shanghai Knights.

Trabalhando há 18 anos na indústria do entretenimento, Barber foi diretamente responsável pelo gerenciamento de companhias ligadas à produção e distribuição de filmes, lançamentos no exterior, distribuição e exibição de vídeo e televisão, pré-gravação e divulgação de músicas.

No gerenciamento destas áreas foi instrumental na realização de acordos importantes, na identificação e descoberta de novos talentos e na produção de grandes sucessos mundiais. Seu conhecimento internacional é considerado um dos melhores do ramo, com fortes relacionamentos nas áreas de cinema, vídeo e televisão em todo o mundo. Barber produziu e foi produtor executivo de mais de 35 longas-metragens, incluindo Ace Ventura - Um Detetive Diferente (Ace Ventura: Pet Detective) e a seqüência de grande sucesso, Ace Ventura - Um Maluco na África (Ace Ventura: When Nature Calls); o sucesso de bilheteria de 1991, Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões (Robin Hood: Prince of Thieves), estrelado por Kevin Costner; Jovens Pistoleiros 2 (Young Guns II) e Morando com o Perigo (Pacific Heights).

JONATHAN GLICKMAN (Produtor) é o presidente de produção e responsável pelo desenvolvimento e produção de todos os filmes da Spyglass. Em 1993, Glickman associou-se à Caravan Pictures como estagiário e escalou posições até se tornar presidente da companhia, em 1997. Durante este tempo ajudou na realização de projetos como Dois Malas-Sem-Alça (The Jerky Boys) e Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping), na função de produtor associado em ambos os filmes. Mais tarde, foi produtor executivo de Matador em Conflito (Grosse Pointe Blank) e de Gadget - O Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget), da Walt Disney. Além disso, produziu o sucesso internacional A Hora do Rush (Rush Hour) e sua seqüência A Hora do Rush 2 (Rush Hour II).

Em 1998, foi nomeado presidente de produção da Spyglass Entertainment. Durante sua gestão na Spyglass, produziu Bater ou Correr (Shanghai Noon) e Out Cold. Também foi produtor executivo de Tenha Fé (Keeping the Faith), bem como do inédito pós-apocalíptico Reign of Fire, cujo lançamento será no verão de 2002.

Glickman graduou-se com honras em Inglês na Universidade de Michigan e cursou o programa Peter Stark da Universidade da Califórnia do Sul.

CHRIS BRIGHAM (Produtor Executivo) foi produtor executivo da comédia de sucesso A Máfia no Divã (Analyze This) e co-produtor de Medidas Extremas (Extreme Measures), Antes e Depois (Before and After) e The Legend of Bagger Vance. Trabalhou na função de produtor associado no remake Beijo da Morte (Kiss of Death), de 1995. Foi gerente de produção de Entrevista Com o Vampiro (Interview with the Vampire), de Neil Jordan, Por Amor ou Dinheiro (For Love or Money), Seis Graus de Separação (Six Degrees of Separation) e do drama da vida real, O Óleo de Lorenzo (Lorenzo's Oil). Foi supervisor de produção da equipe das Filipinas no épico sobre o Vietnã, Nascido em 4 de Julho (Born On the Fourth of July), de Oliver Stone.

JAY WOLPERT (Roteiro) durante boa parte de sua vida profissional foi produtor, criador e desenvolveu programas para a televisão tais como games, reality e talk-shows, entre outras coisas.

Entre seus créditos inclui a função de chefe de desenvolvimento de produção da Chuck Barris Productions e o primeiro produtor da versão atual de The Price is Right. Como membro importante da equipe criativa da Goodson-Todman Productions, Wolpert também esteve envolvido no desenvolvimento de toda a série de programas da Goodson-Todman, desde Match Game até Family Freud. É interessante notar que antes de tudo isso acontecer, Wolpert tinha alcançado sucesso como competidor em um game show e foi o vencedor do Torneio dos Campeões do programa Jeopardy, em 1969.

Depois de deixar a Goodson-Todman, Wolpert tornou-se produtor independente de shows de televisão, desenvolvendo não só games, mas também outros gêneros, incluindo: a série de ficção científica Riverworld, baseada no livro clássico de Phillip Jose Farmer, para a ABC; Wicked Loving Lies, a novela de época baseada no livro de Rosemary Rodgers, para a CBS e a sitcom Fit for a King, para a NBC.

No início dos anos 90, em vários momentos, oito shows de Wolpert eram exibidos simultaneamente na televisão americana e pelo menos uma dúzia de versões estrangeiras eram exibidas em no mínimo 14 países em todo o mundo. Apesar disso, Wolpert se ligava cada vez mais em escrever. Começando com um episódio do faroeste cult de televisão, The Lazarus Man, Wolpert passou para o cinema. Além de O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), entre seus próximos filmes estão: In the Year of the Brat, Fifty Days of Brave e Os Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean).

Ao mesmo tempo em que insiste no desejo de escrever um roteiro que se passe no presente, ele admite alegremente: "Nunca encontrei uma espada da qual não gostasse."

Wolpert também fez algumas pequenas participações no cinema, entre elas: Adoro Problemas (I Love Trouble) e O Pai da Noiva 2 (Father of the Bride, Part II), no qual interpretou o ginecologista de Diane Keaton.

ANDREW DUNN (Diretor de Fotografia) tem uma longa lista de créditos como diretor de fotografia no cinema e na televisão. Entre seus filmes estão: Um Criminoso Descente (Ordinary Decent Criminal), com Kevin Spacey; a fantasia de época Para Sempre Cinderella (Ever After); O Limite da Realidade (Addicted To Love), com Meg Ryan; As Bruxas de Salem (The Crucible), com Daniel Day-Lewis; o drama premiado As Loucuras do Rei George (The Madness of King George); Uma Virada do Destino (A Simple Twist of Fate), de Gillies Mackinnon; o sucesso de bilheteria de Kevin Costner, O Guarda-Costas (The Bodyguard) e a comédia de Steve Martin, L.A. Story (L.A. Story). Entre seus créditos na televisão inclui séries consagradas como Blackeyes, The Monocled Mutineer e Edge of Darkness.

Entre seus trabalhos mais recentes estão: Liam, de Stephen Frears, uma comédia que combina ação e animação, Monkeybone e Gosford Park, de Robert Altman. Recentemente concluiu seu trabalho no filme Sweet Home Alabama, da Touchstone Pictures.

MARK GERAGHTY (Desenhista de Produção) trabalhou como desenhista de produção em uma extensa lista de filmes de alta nível para cinema e para a televisão, entre eles: Rat, When The Sky Falls, A Dança das Paixões (Dancing At Lughnasa), Bem-Vindo a Sarajevo (Welcome To Sarajevo), Um Passo Para a Liberdade (The Run of the Country), Nada Pessoal (Nothing Personal), Jogos de Ilusão (An Awfully Big Adventure) e As Crônicas do Jovem Indiana Jones (The Young Indiana Jones Chronicles). Colaborou em três histórias contemporâneas de Roddy Doyle: A Van (The Van), e A Grande Família (The Snapper), de Stephen Frears e na série dramática de TV, Family, de Michael Winterbottom. Trabalhou como diretor de arte em Into The West, de Mike Newell, no aclamado musical urbano The Commitments - Loucos Pela Fama (The Commitments), de Alan Parker, no filme de animação, Chantecler - O Rei do Rock (Rock-A-Doodle), de Don Bluth e no vencedor do Oscar®, Meu Pé Esquerdo (My Left Foot), de Jim Sheridan.

O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo) é o terceiro trabalho de STEPHEN SEMEL (Montador) com o diretor Kevin Reynolds. Ele trabalhou em seu primeiro filme Fandango (Fandango) e depois montou 187 - O Código (187).

Mais recentemente, montou The Way of the Gun, o primeiro filme dirigido por Chris McQuarrie (autor de Os Suspeitos). Ele também montou várias comédias, entre elas: Feito Cães e Gatos (The Truth About Cats And Dogs), Os Cabeças-de-Vento (Airheads), Um Caso a Três (Three To Tango), I'm Gonna Git You Sucka e o drama Miracle Mile (Miracle Mile), da Armageddon.

CHRIS WOMACK (Montador) trabalhou anteriormente como assistente de montagem em Gladiador (Gladiator) e em Hannibal (Hannibal), de Ridley Scott. Na Lightworks, trabalhou como assistente de filmagem em Elizabeth (Elizabeth) e como assistente em Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill). Womack também tem créditos na função de montador nos filmes britânicos There's Only One Jimmy Grimble, Nora e The Miracle Maker.

Depois de estudar na escola de artes e trabalhar com teatro regional de repertório, TOM RAND (Figurinista) iniciou sua carreira de design em Londres, no Royal Court e no National Theatre no Old Vic. Após um período na rede BBC, trabalhou como figurinista nos seguintes filmes: Os Duelistas (The Duellists), pelo qual foi indicado ao prêmio da Academia Britânica de Melhor Figurinista; a versão cinematográfica da produção de sucesso da Broadway, The Pirates of Penzance, de Joe Papp; O Declínio dos Anos Dourados (The Shooting Party), último filme de James Mason; Eleni (Eleni), de Peter Yates e O Poder De Um Jovem (The Power of One), rodado na África do Sul.

Rand foi indicado ao prêmio da Academia Britânica e ao Oscar® americano com o filme A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's Woman), de Karel Reisz e é o único inglês a desenhar figurinos para filmes dirigidos por Franco Zeffirelli (Young Toscanini). Entre seus outros filmes estão: Halcyon Days, D'Une Femme A l'Autre, Uma Questão de Negócio (A Business Affair) e Princesa Caraboo (Princess Caraboo), entre muitos outros.

Na televisão inclui entre seus trabalhos A Maldição da Selva (Heart of Darkness), Somente Amor (Only Love) e Mirad, a estréia de Jeremy Irons como diretor.

Desde seu retorno ao teatro com Holiday, no Old Vic, em 1987, Tom Rand desenhou o guarda-roupa de, entre outros: Burn This, no West End de Londres; What The Butler Saw; Always; Three Tall Women, estrelado por Maggie Smith, bem como It's Only A Play, em Los Angeles. Junto com Harold Pinter, desenhou os figurinos de The Hothouse, Twelve Angry Men, Taking Sides e Ashes To Ashes, bem como os cenários e os figurinos de The Lover, The Collection e de A Kind of Alaska, no West End. Seu trabalho na peça The Birthday Party, fez Pinter adicionar uma frase ao roteiro. Tom Rand concluiu recentemente os figurinos de Un Pont Entre Deux Rives, o primeiro filme dirigido por Gérard Depardieu e de Medéia (Medea), no Abbey Theatre de Dublin.

TERRY PRITCHARD (Supervisor de Direção de Arte) tem mais de 35 longas-metragens entre seus créditos. Trabalhou extensivamente tanto como desenhista de produção quanto diretor de arte. Trabalhou como diretor de arte e supervisor de direção de arte em Nora; As Aventuras de David Copperfield (David Copperfield); A Dança das Paixões (Dancing At Lughnasa), Bem-Vindo a Saravejo (Welcome To Sarajevo); no ganhador do Emmy, O Jovem Indiana Jones (Young Indiana Jones); A Mulher do Tenente Francês (The French Lieutenant's Woman); O Enigma das Areias (The Riddle of the Sands) e Brideshead Revisited. Mais recentemente, na função de desenhista de produção, trabalhou em Labirinto (Labyrinth), filmado no Líbano e em The Soldier and Simoon filmado em Petra, na Jordânia, com Ben Daniels no elenco. Entre seus outros trabalhos como desenhista de produção inclui o filme de ação de Chantecler - O Rei do Rock (Rock-A-Doodle), o filme espanhol El Dorado (El Dorado) e o piloto da série de sucesso da TV, Magnum P.I.

EDWARD SHEARMUR (Música) é um compositor aclamado pela crítica e aplaudido pelo público por suas trilhas sonoras inovadoras e variadas para filmes como As Panteras (Charlie's Angels), Miss Simpatia (Miss Congeniality), Asas do Amor (The Wings of the Dove), Um Tira Muito Suspeito (Blue Streak), Segundas Intenções (Cruel Intentions), Um Sinal de Esperança (Jakob the Liar) e A Governanta (The Governess).

Mais recentemente, concluiu a trilha de K-PAX, um filme de Iain Softley, estrelado por Kevin Spacey. Esta trilha, junto com a trilha sonora que compôs para O Conde de Monte Cristo (The Count of Monte Cristo), demonstram a grande versatilidade de Shearmur com a utilização da eletrônica contemporânea na primeira e a condução de um estilo orquestral arrebatador na segunda.

Ele é conhecido pela utilização de tradições clássicas ocidentais e orientais, que vêm desde seus estudos na Universidade de Cambridge. Mas fica também à vontade com as tendências e tecnologias da música atual. Seu treinamento acadêmico foi complementado por colaborações freqüentes com o compositor Michael Kamen, com quem trabalhou em filmes como Duro de Matar (Die Hard) e Máquina Mortífera (Lethal Weapon). Com o rock, Shearmur foi diretor musical e tecladista da turnê mundial intitulada "Unplugged" junto com Jimmy Page e Robert Plant (ambos ex-membros do Led Zeppelin) e também no CD "No Quarter". Também colaborou com outros roqueiros notáveis e bandas, entre eles: Annie Lennox, Bryan Adams e Pink Floyd.

Atualmente está trabalhando no épico Reign of Fire, com o diretor Rob Bowman. Nascido em Londres, mudou-se para Los Angeles, onde mora desde 1998.


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