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No Corredor da Morte


Concebido para ser essencialmente uma viagem de pura ação por dentro de um perigosíssimo presídio de segurança máxima, o roteirista e diretor de No Corredor da Morte (Half Past Dead), Don Michael Paul, criou um filme com mais elementos para diversão do que uma típica produção do gênero de ação.

Enquanto o astro Steven Seagal é famoso por fazer filmes de total ação, Paul buscou, propositadamente, desenhar um filme que fugisse do gênero de ação extrema. "Steven tem feitos muitos filmes desse tipo, e tentei fazer um trabalho mais divertido, com maior ênfase na interpretação", explica Paul. "O filme trilha a fronteira entre a realidade e um mundo completamente novo."

Steven Seagal como Sascha

O papel de Sascha Petrosevitch em No Corredor da Morte encaixa como uma luva ao talento de Steven Seagal. Um veterano de 15 anos de carreira no cinema, Seagal era capaz de proporcionar uma forte presença na tela e a autenticidade necessários a um herói de ação para interpretar um homem movido pela busca de justiça em função do assassinato de sua esposa.

"Sascha é diferente de todos os personagens que interpretei no passado, uma vez que ele é uma pessoa mais vulnerável e sensível", afirma Seagal.

A incansável busca de Sascha por justiça é somada às complexas decisões que ele terá de tomar para capturar o homem que ele acredita ser responsável pela morte de sua esposa. A indiscutível lealdade de Sascha também pode ser percebida quando ele leva uma série de tiros que eram para atingir Nick, um criminoso de quem ele se tornou amigo, por quem ele chegou perto da morte, e mais tarde levado para um presídio de segurança máxima. Dando continuidade a seu trabalho secreto por trás das grades, Sascha não abre mão de seus princípios que o obrigam a confrontar um assassino frio que ameaça tirar a vida da juíza Suprema Corte Americana.

"Quando você tem um personagem que age de acordo com uma motivação muito simples, é necessária a presença de uma figura iconoclasta, e Steven Seagal é a figura mais iconoclasta que existe", ressalta Paul. "O que o personagem realmente precisava, e o que Steven Seagal possui, é esta rara qualidade. Você pode olhar para ele, e sem que diga uma só palavra, ele consegue dizer tudo".

"Às vezes eu vejo semelhanças entre eu e os personagens que interpreto, diz Seagal. "Às vezes é difícil separar as características próprias do ator daquelas que são do personagem interpretado por mim".

Morris Chestnut como Donny (conhecido como 49er Um)

A história de No Corredor da Morte exigia um ator talentoso para contracenar com Seagal e encarnar o personagem Donny Johnson, um psicopata que larga de ser um ambicioso burocrata de um presídio federal para virar líder dos 49ers, uma perigosa quadrilha de ladrões. Escalado para o papel de Donny/49er Um, Morris Chestnut é um ator que ao longo de sua carreira tem mostrado o alcance de seu talento em filmes como o elogiado pela crítica Os donos da rua (Boyz N the Hood) e comédias românticas contemporâneas incluindo The Best Man, The Brothers e Two Can Play That Game. Chestnut também dividiu no passado a tela com Seagal em A força em alerta 2 (Under Siege 2: Dark Territory).

Apesar da diversidade de papéis interpretados por ele no passado, os fãs de Chestnut nunca o viram em um personagem como Donny em No Corredor da Morte. "A uma certa altura o meu personagem chega realmente a acreditar no sistema, depois ele perde essa crença e passa a viver o seu lado mais obscuro, cruel," afirma. No filme, Donny aproveita uma oportunidade para invadir a prisão e realizar um sonho de independência financeira.

O ator acredita que seus fãs o conhecem no cinema "como um cara bom, como qualquer outro americano boa praça. Com este papel em particular, eu tive a oportunidade de interpretar um vilão e alterar um pouco essa tendência".

E reviravoltas é com ele mesmo. Na pele de Donny, Chestnut vive um homem capaz de matar um refém tão facilmente como é capaz de provocar um sorriso. Enquanto o papel de vilão representa uma mudança para Chestnut, o diretor acreditou que o ator era perfeito para interpretar o personagem por causa das qualidades que fizeram dele um excelente protagonista romântico. "Eu acho que o público vai realmente se surpreender. Muitas pessoas não vão acreditar de eu estar fazendo esse tipo de personagem. Mas, ao mesmo tempo, Morris passa a imagem de um cara bacana, e quando você usa esse elemento em um cara mal ou num arquiinimigo fica uma coisa muito interessante porque não era o que você esperava", diz Paul. "Não tem nada a ver com o típico bad guy que estamos acostumados a ver. Nenhum daqueles estereótipos fazem parte do personagem Morris."

Chestnut também identificou as nítidas diferenças entre a sua figura de protagonista romântico e de intérprete de vilão em um filme de ação. "As características físicas neste filme eram completamente diferentes. Afinal, estávamos dentro de uma prisão. Um lugar escuro e sujo, ao invés do que acontece em comédias românticas nas quais sempre tudo é limpo e cheio de cores. Em comédias, maquiagem e iluminação são elementos importantíssimos. E até que eu prefiro um pouco mais de ação. Eu não tenho que me preocupar com minha aparência... pelo menos até certo ponto. Mas especialmente quando se faz um filme de ação, a atmosfera é muito mais agitada, e eu curto esse aspecto".

Ja Rule como Nick Frazier

No Corredor da Morte traz a sensação da música rap Ja Rule no papel do companheiro de Seagal, Nick Frazier.

O famoso artista de rap está no topo da música mundial com uma impressionante lista de hits número nas paradas nos anos de 2001 e 2002. Enquanto Ja Rule transformou seu talento musical em uma carreira coroada de discos multiplatina, ele também trabalhou com dedicação como ator. O talentoso letrista foi protagonista em Turn it Up e teve uma breve, mas inesquecível, participação no blockbuster Velozes e Furiosos (The Fast and the Furious). Mas foi No Corredor da Morte que proporcionou a Ja Rule a oportunidade de mergulhar num longa-metragem em que seu trabalho não tivesse qualquer ligação com a música.

Ja Rule descreve o seu personagem Nick como "um gângster afável". Ele continua: "Meu personagem é um tipo de cara esperto. Ele tem um pouco de malandro em sua personalidade. Basicamente, Nick se parece comigo em vários aspectos. Mas, eu também tento contribuir com um pouco de mim para o personagem, e acho que as pessoas vão gostar dele. Ele é um cara meio sentimental. Um bandido sentimental, eu diria. É um bom amigo para seu companheiro Sascha, que é desleal a ele".

Sobre o trabalho ao lado de Seagal, ele afirma: "Pois é, Steven é um cara legal. Eu gosto dele. Ele não é quem eu imaginava que ele era. É um homem simples". Ele tece comentários sobre recentes trabalhos de Steven Seagal com atores americanos negros como Isaiah Washington e DMX em Rede de Corrupção (Exit Wounds), "Você pode até pensar que Steven é exatamente o cara que a gente está acostumado a ver no cinema. Mas, na realidade, ele tem uma visão étnica muito louvável", brinca Ja Rule.

Nia Peeples como 49er Seis

De pequena estatura, Nia Peeples na pele de 49er Seis é uma mulher pequena mas de poder mortal. A atriz treinou o Wushu para se preparar fisicamente para o papel de uma mulher que freqüentemente exige o máximo de seu corpo. "Esta mulher é capaz de fazer praticamente o impossível. Ela é rápida como uma gata, se joga no ar com seus golpes e faz coisas sensacionais", explica Peeples. "Uma das características mais fortes em relação a minha personagem é que ela é corajosa, o que acaba virando uma arma contra si mesma, já que ela sempre age sem medir as conseqüências".

Peeples, cuja reveladora performance em "Fame" a apresentou ao público de televisão nos anos 80, tem desde então trabalhado tanto na tela pequena quanto no cinema.

Quanto ao seu papel em No Corredor da Morte, Peeples diz ter gostado de interpretar 49er Seis porque "ela é muito louca. Na verdade, ela é divertida por causa desse seu temperamento totalmente louco. Quando analisei o porque de ela estar envolvida naquela situação descobri que é porque ela quer estar no mais perigoso dos lugares e brincar com a própria sorte para ver até onde ela consegue ir antes de enfrentar sua morte. Ela é uma incrível artista de lutas marciais. Usa armas e lança facas como ninguém, e adora se colocar em situações de perigo o tempo todo. Então, ela não está na companhia de 49er Um, (Morris) por dinheiro ou por estar perdidamente apaixonada por ele - porque ela está, mas não é este o motivo - ela está ao lado dele porque sabe que corre risco e adora cada segundo dessa condição".

Peeples descreve várias seqüências de ação, como aquelas que envolvem lançamento de facas, tiroteios até a prática de rappel, de cabeça para baixo, para a invasão do presídio, como sendo cenas divertidas de fazer no set.. Mas, a cena em que ela luta contra Ja Rule é a sua predileta. "Eu gosto de desafios e aquela cena foi a que mais exigiu de mim."

Ja Rule admite que a agressividade de Peeple na cena da luta não é só uma questão de interpretação. "Eu a provoquei muito antes das filmagens. Então, quando chegou a hora de rodar a cena da luta ela estava doida pra me pegar de jeito por trás com um golpe para vingar das minhas brincadeiras".

"Ja Rule é divertidíssimo", afirma Peeples. "Ele parece uma criança no meio de uma brincadeira. Foi muito divertido fazer aquela cena de luta".

Tony Plana como El Fuego

Plana, um genuíno ator de personagens, apareceu em filmes como A força do destino (An Officer and a Gentleman) e JFK - Uma pergunta que não quer calar, bem como a série da rede de TV a cabo Showtime 'Resurrection Blvd'.

Kurupt como Twitch

No Corredor da Morte traz não apenas um mas dois superastros do rap Kurupt ao lado de Ja Rule interpretando o personagem Twitch, um detento ávido para apertar um gatilho.

Kurupt, cuja carreira de rapper começou com o clássico disco do superprodutor Dr. Dre 'The Chronic', lançou sua carreira no cinema ano passado fazendo dois papéis de destaque em duas produções de ação. Além de seu trabalho em No Corredor da Morte, Kurupt vai aparecer em Dark Blue, filme estrelado por Kurt Russell e dirigido por Ron Shelton.

Kurupt abraçou imediatamente a oportunidade de interpretar seu personagem em No Corredor da Morte. "Quando li o personagem Twitch, logo me identifiquei com ele. Me vi como se fosse aquele personagem. Como se o sangue dele estivesse correndo por minhas veias. Quando leio qualquer personagem ele tem de possuir características que eu sinta poder extrair algo dele. Twitch é divertido, mas também tem seu lado sério. Ele é chegado a provocar confusões, e não age assim por brincadeira. E é isso o que mais gosto em relação ao personagem Twitch, a sua atitude. É como se fosse eu sob uma diferente perspectiva. Se eu fosse escrever o roteiro, seria desta maneira que eu criaria meu personagem. Sempre brincando e fazendo palhaçadas."

The Rap/Tors

O diretor Don Michael Paul ficou animado com a energia especial proporcionada pelos rappers/atores Kurupt e Ja Rule. "Kurupt e Rule contribuíram para que a filmagem de meu primeiro projeto se tornasse uma tarefa divertida e muito interessante", diz Paul. "Todos os dias eu sabia que poderia contar que esses caras e também com a total boa vontade deles, algo que a gente corre o risco de não contar em outro filme."

Seagal acrescenta: "Se um rapper é um bom ator, então não existe diferença entre trabalhar com um artista do rap e um ator competente - e Ja é um bom ator!"

Os rappers/atores ficaram satisfeitos com a direção de Paul, um ex-ator que entende de mudanças no rumo de uma carreira. Paul foi re-batizado no set, como "Tio Don" por Kurupt e "Don Corleone" por Ja Rule.

"Don tem a capacidade de deixar qualquer tipo ego de lado e fazer os atores sentirem-se confortáveis", diz Kurupt, acrescentando que o diretor "fez a experiência se tornar mais divertida do que ela normalmente é, mais uma aventura do que puro trabalho". Ja Rule afirma: "Alguns diretores gostam de… que todo mundo saiba que eles é quem dão as ordens. Mas com Don, ele se comporta com humildade e respeito fazendo com que os atores se sintam relaxados e importantes para aquele trabalho. Essa é uma característica sensacional dele. Você tem de ser uma pessoa segura para agir dessa maneira".

Além da boa convivência com o cineasta, os rappers/atores se deram muito bem entre si. Kurupt ressalta: "Ja foi maravilhoso. Esta foi a primeira vez que eu pude realmente sentar e conversar com o 'brother'. E foi muito bom. Uma das coisas que gosto em relação ao cinema é que ele une os mais diferentes tipos de pessoas, que passam a se conhecer de verdade, a se entender um ao outro. Passamos muito tempo conversando. Foi uma experiência incrível. E Ja acabou mostrando ser uma pessoa muito bacana".

Tanto Ja Rule quanto Kurupt estamos entusiasmados com suas cenas de ação, marcadas por confrontos homem a homem e todo tipo de armamento. Kurupt adorou usar uma bazuca, enquanto Ja Rule, por sua vez, afirma que para ele o ponto alto foi a sua luta contra a personagem de Nia Peeples, 49er Seis.

Kurupt levou bastante a sério a suas cenas de ação. "As minha favoritas foram as de tiroteio", diz ele. Ele não teve apenas que mostrar a obsessiva familiaridade de Twitch com armas de pequeno porte, como também teve de impressionar com o uso de uma bazuca. "Era tudo o que eu queria fazer - eu queria atirar de bazucas e trabalhar em helicópteros. 'Tio Don' fez esse desejo se tornar realidade."

"Eu realmente gostei muito da cena de luta que fiz com Nia (Peeples)", observa Ja Rule. "Você não vê muitas cenas em outros filmes em que o cara luta contra uma garota, então acho que vai ser bacana para as mulheres poderem ver uma outra mulher confrontando um cara de igual para igual".

Michael "Urso" Taliferro como Pequeno Joe

Um experiente ator de comédias cujo talento pelo humor é tão grande como o seu porte de jogador de futebol americano, Michael "Urso" Taliferro dá vida ao papel do adorável prisioneiro "Pequeno Joe".

Taliferro é mais conhecido por sua performance como "Goldmouth," no filme de Eddie Murphy/Martin Lawrence Até que a fuga os separe (Life), e como convidado no sitcom de Lawrence "Martin", bem como nos programas de televisão "The Jamie Foxx Show" e "Arli$$".

O personagem 'Pequeno Joe', interpretado por Taliferro, é chamado de vez em quando para proteger Twitch, vivido por Kurupt no filme. "Pequeno Joe é aquele melhor amigo", explica Taliferro, "e é como se fosse uma espécie de guarda-costas de Twitch".

Taliferro descreve o personagem Pequeno Joe como "um gigante adormecido até que você cruza o caminho dele…e vê o verdadeiro guerreiro que está dentro dele". Ele também vê Joe como uma pessoa capaz de unir os detentos. "Joe adora a união, ele gosta de ver todos muito unidos."

A nova Alcatraz

Outro importante "personagem" de No Corredor da Morte é o próprio presídio. A "Nova Alcatraz" do filme é reaberta 30 anos depois que suas portas foram fechadas por causa do tratamento desumano recebido por seus detentos. A prisão foi reequipada para servir de paraíso nacional para a reclusão dos mais perigosos criminosos do país. "No momento em que se fala sobre 'Alcatraz', uma imagem logo vem na cabeça de todos, mesmo daqueles que nunca visitaram a ilha", diz Paul. "Apenas a imagem lendária da ilha é um grande fator positivo para o filme".

A Ilha de Alcatraz, localizada na baía de São Francisco, recebeu o nome de "La Isla de los Alcatraces" (Ilha dos Pelicanos), do explorador espanhol Juan Manuel de Ayala, em 1775. A ilha, cercada por um mar de fortes correntezas, era apenas uma grande pedra de pouca vegetação selvagem, que permaneceu desabitada por mais de 70 anos.

Em 1847, as forças armadas norte-americanas começaram a realizar pesquisas geológicas no local, e iniciaram a construção de uma base militar seis anos mais tarde. Muitas de suas características que fizeram da ilha um lugar sem valor para a população civil, serviram perfeitamente para abrigar um forte militar. Com a corrida pelo ouro na Califórnia como pano de fundo, Alcatraz transformou-se no lugar mais seguro do oeste americano para proteção do valioso ouro que inspirou os "49ers" do mundo inteiro a buscar sua fortuna na Califórnia. No Corredor da Morte conta a história desses famosos mineiros que adotaram o codinome "49er" e invadiram o presídio.

Alcatraz transformou-se em presídio militar americano para abrigar os prisioneiros da Guerra Civil em 1861, sendo utilizado para prisão de condenados comuns somente a partir de 1934. Naquele ano, os militares passaram a controlar o Departamento de Justiça, que usou o presídio não somente para prender criminosos perigosos, mas também como símbolo de força nacional contra o crime organizado na época da Grande Depressão.

O presídio foi reequipado com galerias especiais que permitiam aos guardas controlar todas as atividades dos detentos, além de passar por várias inovações tecnológicas de segurança. O lugar passou a contar com detectores eletromagnéticos de metal e dispensadores de gás lacrimogêneo em seus refeitórios. A própria estrutura física do presídio sofreu reformas, como o fechamento com cimento de possíveis passagens de fuga e a eliminação de celas cujas paredes davam para o lado de fora da prisão.

Mesmo que um detento conseguisse escapar da prisão da Ilha de Alcatraz, ele ainda teria de enfrentar um temível barreira natural, a sempre gélida baía de São Francisco. Em toda a história de Alcatraz servindo como prisão federal, 36 detentos tentaram escapar de lugar. Apesar de apenas dois deles terem sido oficialmente registrados como afogados, outros cinco teriam também morrido durante o percurso a nado de aproximadamente 3 quilômetros para se chegar à costa. Seis deles que tentavam fugir foram baleados por guardas penitenciários e 23 capturados durante a tentativa de fuga.

A fama de presídio imune a fugas garantiu ao lugar uma qualidade única, como a de palco perfeito para filmagens de produções cinematográficas. Lá foram filmados desde King of Alcatraz, de 1938, estrelado por Anthony Quinn a Seven Miles from Alcatraz, de 1942, além de duas produções protagonizadas por Clint Eastwood: Escape from Alcatraz (1979) e Terror on Alcatraz (1986), filmes cujo tema central era a possibilidade de fuga de Alcatraz.

A produção Birdman of Alcatraz, de 1962, é considerada uma das melhores sobre a prisão na ilha. No entanto, a história do clássico não está centrada na fuga do lugar, mas sim na reputação de abrigar os mais incorrigíveis criminosos da história do sistema penitenciário federal americano. O filme contou a história de um dos piores criminosos que se tem notícia e que lá esteve preso, Robert Stroud. Outros detentos famosos de Alcatraz foram os gângsteres Al Capone e George Kelly.

Recentemente, a ilha serviu de locação para as filmagens de A Rocha (The Rock), estrelado por Nicolas Cage.

No Corredor da Morte procura respeitar os acontecimentos dramáticos de uma prisão, especialmente aqueles registrados em Alcatraz, enquanto ao mesmo tempo busca uma atualização dos filmes do gênero. O barulho dos presidiários se rebelando em suas celas se esbarram como o som de vozes high-tech do sistema de segurança do presídio e portas controladas por sistema de impressão digital, o que garante um visual inovador a este filme ambientado por trás das grades.

De tudo o que é mostrado na tela, desde El Fuego, personagem interpretado por Tony Plana, aos invencíveis guardas penitenciários de No Corredor da Morte, é resgatada à lembrança as qualidades dos filmes sobre prisões do passado. No entanto, foi a visão única de Paul responsável pelo filme conseguir ir além do comum ao se criar uma prisão num futuro verossímil. "Nós queríamos mostrar uma prisão que achássemos ideal para os dias de hoje", explica Paul.

Um dos ambientes dessa prisão do futuro é uma câmara de execução conhecida como "Casa da Carnificina 5". No filme, esta câmara permite aos detentos escolherem a maneira que eles desejam morrer, num total de cinco opções, incluindo morte por enforcamento, tiros, morte por injeção, gás ou por choque elétrico.

Os aspectos "antigos" e "modernos" da prisão convergem para o já mencionado El Fuego, interpretado por Tony Plana. Este guarda, depois de passar quase toda a sua vida adulta trabalhando por trás das grades, não pensa duas vezes antes de descarregar seu revólver para chamar a atenção de seus detentos. Apesar de sua aparência de durão, El Fuego consegue conquistar o respeito dos presidiários apenas com seu jeito calmo e tolerante. Por exemplo, Twitch tão bom em provocar desordens como é capaz de criar trabalhos de arte. El Fuego solicita a ele a criação de um painel de grafite para o teto da capela do presídio, o que ajuda a canalizar uma energia positiva na vida deste perigoso detento.

Hora de Uma Dose de Ação

O diretor aponta a seqüência de luta entre o personagem Ja Rule, Nick Frazier, e a personagem de Peeples, 49er Seis, como a sua cena de ação favorita. Criada pelo coreógrafo de lutas de Hong Kong Xin Xin Xiong, a seqüência se destaca por estar carregada de momentos emocionantes. Peeples lembra: "Foi interessante trabalhar com Xin Xin porque ele possui um jeito de fazer as coisas bem característico de Hong Kong, tipo 'Se joga ali e levanta, leve um tombo e volte a se levantar e vamos ver o que acontece'. A gente teve que praticar nos cabos de aço, o que para mim foi bastante emocionante. Depois de passar alguns anos fazendo lutas marciais sem usar cabos de aço e isso num período curto de filmagem, para mim foi divertido ser colocada em um cabo de aço e ser orientada para fazer uma coisa que eu nunca havia feito antes.

O trabalho de Peeples com Xiong foi baseado na confiança profissional: "Foi realmente interessante observá-lo trabalhando com a equipe. Você acha que por estar num cabo de aço está em total segurança. Mas quando você se pendura a uma altura equivalente a cinco andares do chão, passa a se preocupar mais com quem exatamente está ali para garantir a sua vida. E então você olha pra baixo e vê um bando de caras fumando cigarro, segurando aquelas cordas, aí a coisa pega. Mas foi tudo muito divertido".

Além da cena da luta entre Peeples e Ja Rule, o roteirista/ diretor construiu um importante grupo de personagens. "O que a cena da luta proporciona ao personagem de Ja Rule, faz você gostar ainda mais dele", explica Paul. "Trata-se de um cara que leva uma surra de uma garota, e que se recompõe e ri do ocorrido. Aquilo só faz você gostar ainda mais dele."

"Por outro lado", continua Paul, "você passa a odiar mais ainda a personagem de Nia Peeples. Ela se transforma nesta personagem que o público irá adorar sentir raiva, mas que faz você ficar na expectativa de saber a hora em que ela vai retornar e o que aprontará em seguida".

No Corredor da Morte é repleto de seqüências de ação. O personagem de Chestnut, Donny, aparece pendurado num cabo de aço durante uma cena de luta contra o personagem de Steven Seagal, Sascha. Chestnut afirma que a seqüência é "no mínimo interessante. Eu nunca fiz algo parecido antes, então eu nem tinha idéia de como ia ficar". Seagal acrescenta: "Contamos com Yien Yien que veio da China para coordenar as seqüências de ação. Trabalhamos duro juntos e treinamos durante seis meses."

Outra cena inesquecível foi a de um acidente com um moderno helicóptero que cai sobre o presídio. Para Ja Rule e o diretor Paul, esta é a seqüência predileta deles. Na cena, o personagem de Ja Rule, Nick, controla o helicóptero . "Aquela cena foi muito legal. A aeronave estava segura mas, mesmo assim, foi sensacional trabalhar dentro do helicóptero".

Conseguir pendurar o helicóptero no teto do presídio foi um tremendo desafio para a equipe. "Foi uma loucura. Tivemos que cortar o equipamento em 22 pedaços, e então montá-lo de novo junto às vigas", lembra Paul. "Somente o trabalho de prender o helicóptero às vigas do presídio, e depois prepará-lo para o acidente foi uma batalha, uma verdadeira obra-prima de engenharia."

"Diversão além da mais selvagem imaginação"

Ao tecer uma simples história de vingança e redenção carregada de impressionantes seqüências de ação, o diretor e o elenco concordaram na opinião de que o produto final é algo altamente divertido.

"Espero que a platéia se divirta muito mais do que ela possa imaginar", afirma Morris Chestnut. A esperança do ator é compartilhada pelo seu coadjuvante Ja Rule. "No final das contas, o que você mais quer é que a platéia se divirta a valer".

Kurupt acrescenta: "Eu desejo que o público simplesmente sente em sua poltrona e curta muito o filme. E além do mais, No Corredor da Morte também ajuda a escrever a história do rap. 'Porque ele traz Kurupt e Ja Rule - duas figuras de destaque no hip hop."

O roteirista e diretor Don Michael Paul passa o seu recado. "Eu quero que o espectador se divirta. Este filme não tem a pretensão de ser algo sério e pesado; é apenas um trabalho feito exclusivamente para divertimento. E é o que espero, divertir as pessoas durante um par de horas e levando-as para longe das besteiras do mundo".

Sobre a Produção

Um filme repleto de ação quase todo ambientado em um presídio numa ilha isolada, a produção de No Corredor da Morte isolaram o elenco e a equipe tal como acontece com os prisioneiros da penitenciária de segurança máxima do roteiro. Filmado em Berlim, na Alemanha, trabalho iniciado em 9 de outubro de 2001, o elenco teve que encarar não somente o frio intenso do inverno alemão como também a distância de seus amigos e parentes durante o popular feriado de Thanksgiving, Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Apesar de o filme se passar na Ilha de Alcatraz, uma prisão abandonada em Berlim serviu de palco para o trabalho do elenco e da equipe de No Corredor da Morte. O diretor, Don Michael Paul, optou pela oportunidade de realizar a magia do cinema do outro lado do oceano. "Foi esse detalhe que fez o trabalho tão excitante," disse Paul, "Então, a partir daí você se pergunta: 'Como vou enganar milhões de pessoas que vão assistir a este filme fazendo-os acreditar que estamos em Alcatraz?' ".

Depois de uma longa e intensa pesquisa ("Nós fomos em vários lugares, analisamos cada detalhe para achar o lugar perfeito", disse Paul"), o diretor encontrou um lugar capaz de substituir "A Rocha". Numa época usada pela Stasi, a mal-afamada e temida polícia da Alemanha Oriental, o filme foi rodado numa cavernosa e escura prisão de Berlim que serviu de lugar perfeito para retratar o mais famoso presídio americano. Ja Rule comenta sobre as filmagens na Alemanha: "Foi uma experiência e tanto trabalhar em Berlim. Eu nunca havia saído do meu país por mais de uma semana, portanto, trabalhar na Alemanha durante dois meses foi uma experiência totalmente nova. Tivemos que nos adaptar a muitas coisas, mas eu sou um nômade e me adapto rapidamente. Aonde quer que eu vá, posso transformar esse lugar em minha casa, então eu fui para lá e curti muito".

Peeples também aproveitou a cidade alemã durante as filmagens. "Berlim, para mim, foi um lugar maravilhoso para trabalhar. Tudo é muito novo em Berlim. Você tem tudo às suas mãos. Então eu gostei muito e até aprendi um pouco de alemão. Toiletten. Onde é o banheiro?!"

A lembranças de Kurupt da Alemanha não são tanto dos lugares mas sim das pessoas com quem ele trabalhou. "Foi uma atmosfera incrível. Uma escola para alguns, e prática para outros. E pura diversão para o grupo todo. Ir para a Alemanha foi uma experiência espetacular. Don reunir um elenco perfeito. Para este que foi o segundo filme da minha carreira, foi o melhor que poderia ter acontecido para mim".

Com a locação escolhida, os produtores tiveram que escalar uma equipe para fazer o filme virar realidade. "Nós reunimos uma equipe alemã realmente sensacional, trabalhadora, que garantiu o conceito do filme", afirma Paul.

Apesar de todo o trabalho e dedicação da equipe alemã, a barreira da língua numa produção americana não deixou de existir. Mesmo com a maioria do pessoal da equipe alemã sabendo falar inglês, alguns profissionais em posições chave tiveram dificuldade de se comunicar no set.

"O dublê de Steven Seagal, e também um de seus dublês de set não falavam inglês", lembra Paul. "Um era polonês e o dublê de set alemão. Portanto, tentar dizer para um dublê para onde ele deveria se mover e como se mover quando ele não fala o inglês ou até o alemão não é tarefa fácil. Por causa de o duble não falar inglês, eu tive que contar com a ajuda de um tradutor, tomar todo o cuidado com o que eu dizia, porque o dublê teria que realizar algumas tarefas".

Chestnut lembra dos desafios que tiveram de vencer em função da barreira da língua no set:: "Para mim, foi muito interessante. Nós estávamos na Alemanha rodando este filme e tudo era bastante diferente. Apesar de a maioria da equipe falar o inglês, alguns não falavam muito bem. E foi um pouco difícil criar aquela atmosfera. E me entendi muito legal com todos eles, mas foi difícil até construir uma relação de camaradagem como estou acostumado a ver quando estou filmando nos Estados Unidos".

Michael "Bear" Taliferro, acabou se transformando em um "grande" problema para a equipe de alemães. Por causa da barreira da língua, a equipe teve que usar sinais manuais para posicionar o ator no lugar certo. "Se me encontrava no espaço deles, eu era imediatamente removido daquele lugar", brinca o ator robusto. "Portanto, eu agradeço muito a equipe de Berlim. Vocês todos fizeram um excelente trabalho".

Em retrospecto, Paul observa que "existiram algumas barreiras de língua, mas uma vez que você entrasse no ritmo do trabalho, aquelas barreiras se tornavam cada vez menores conforme cada um de nós aprendia a se conhecer melhor. Isso aconteceu relativamente rápido neste filme".

O elenco se beneficiou da atmosfera familiar no set. Por exemplo, no Dia de Ação de Graças, o astro Morris Chestnut convidou todos os saudosos americanos do elenco e da equipe técnica para um almoço no qual o prato principal foi o tradicional peru. "Ele é um cara maravilhoso, um típico homem de família e foi legal contar com alguém como ele no set ", diz a coadjuvante Nia Peeples.

Kurupt resume o entendimento entre os integrantes do elenco: "No Corredor da Morte foi um trabalho de equipe. Cada um de nós se entregou por completo um ao outro para fazer o melhor filme possível".

Sobre o Elenco

Steven Seagal como Sascha Petrosevitch (produtor) - Seagal estreou no cinema há quinze anos, protagonizando Nico - Acima da Lei (Above the Law), um filme co-escrito e co-produzido por ele. A produção lançou a marca registrada de uma carreira marcada por filmes de sucesso repletos de ação, incluindo Difícil de Matar (Hard to Kill), Marcado para a morte (Marked for Death), Fúria Mortal (Out for Justice) bem como A força em alerta (Under Siege) e A força em alerta 2 (Under Siege 2: Dark Territory). Seagal estreou na direção com o filme Em terreno selvagem (On Deadly Ground). Seagal também atuou em Ameaça Subterrânea (Fire Down Below). Recentemente, ele apareceu em Rede de Corrupção (Exit Wounds), e irá em breve estrelar The Foreigner e Out for a Kill .

Seagal contribuiu em diversos projetos nas funções de produtor, diretor e até na área musical preparando a trilha sonora de um de seus filmes, O Homem das Sombras (The Glimmer Man).

Seagal nasceu em Detroit e foi criado na região sul da Califórnia. Ele se envolveu com lutas marciais quando tinha 7 anos de idade, e se mudou para o Japão dez anos mais tarde, tornando-se mestre em lutas marciais e se tornando a primeira pessoa de origem não asiática a organizar um Dojo, em Tóquio, ainda em operação nos dias de hoje.

Morris Chestnut como Donny Johnson/ 49er Um - Depois de estrear no cinema em 1991 com o filme Os Donos da Rua (Boyz N the Hood), Chestnut ampliou o uso de seu talento ao interpretar personagens dramáticos tanto na tela grande quanto na pequena, fazendo desde papéis de comédia como o da série de televisão s "Out All Night" a trabalhos em dramas como The Inkwell e Até o limite da honra (G.I. Jane). Ultimamente, Chestnut tem se destacado como protagonista de comédias românticas como The Best Man, The Brothers e Two Can Play That Game. Recentemente, Chestnut apareceu na comédia Pequenos Grandes Astros (Like Mike), e em seu próximo trabalho irá contracenar com Edward Burns, Andy Garcia e Dustin Hoffman no filme Confidence. Chestnut nasceu no primeiro dia do ano em Cerritos, Califórnia.

Ja Rule como Nick Frazier - Ja Rule é um astro do hip hop que começou a fazer cinema logo após o lançamento de seu primeiro disco. Nada menos que um fenômeno da indústria do entretenimento, ele começou carreira na música com o álbum de platina Venni Vetti Vicci, em 1999, e garantiu um papel no drama hip-hop Turn It Up logo no ano seguinte. Durante os dois anos seguintes, ele deu continuidade ao costume de lançar juntos seus discos e filmes. O seu elogiado trabalho no Velozes e Furiosos (The Fast and the Furious) foi lançado em meio a dois de seus discos multiplatina, Rule 3:36 e Pain is Love. O artista irá estrelar Riddick, filme seqüência do sucesso de Vin Diesel Eclipse Mortal (Pitch Black). Um workaholic, Rule continua a atuar e a gravar músicas no estilo hip hop, e recentemente anunciou o primeiro lançamento de seu recém-inaugurado selo, a MI2 Records. Também há pouco tempo, ele se uniu de novo com o grupo de rap CMC (Murder Inc./TVT Records) para fazer Est. Since '93.

Nia Peeples como 49er Seis - Nia Peeples é uma artista versátil cujo trabalho tem sido visto através de vídeos musicais, programas de televisão e longas-metragens .Ela também gravou dois singles de sucesso. Depois de participar do show de TV "Fame", responsável pelo lançamento de sua carreira, e a oportunidade de mostrar seu diversificado talento, Peeples continuou a contribuir em trabalhos televisivos. Trabalhando como coreógrafa de vários vídeos musicais, Peeples mostrou ainda sua habilidade para a dança como apresentadora de seu próprio programa, "The Party Machine With Nia Peeples". Sua carreira no cinema inclui participação no filme Os irmãos cara-de-pau 2000 (Blues Brothers 2000).

Tony Plana como "El Fuego" - Plana, o típico ator de personagens, chamou primeiro a atenção por seus trabalhos no musical da Broadway e off Broadway Zoot Suit, e em filmes. Um veterano de mais de 30 longas-metragens, incluindo A força do destino (An Officer and a Gentleman), Valley Girl, Latino e JFK - A pergunta que não quer calar, Plana conseguiu construir uma carreira de destaque em Hollywood. Atualmente, ele estrela "Resurrection Blvd", na televisão Plana nasceu em Cuba, foi criado em Miami e Los Angeles e fez teatro na Royal Academy of Dramatic Arts de Londres.

Kurupt como Twitch - Um artista hip hop da costa oeste americana com raízes na Filadélfia, Kurupt estreou no rap com o álbum que lançou Dr. Dre, The Chronic, há uma década. Mais tarde fazendo parceria em Tha Dogg Pound, Kurupt ganhou fama de letrista direto e inteligente no disco de estréia do grupo Dogg Food. Kurupt também lançou três discos solo, Kuruption!, Tha Streetz iz a Mutha, e Space Boogie: Smoke Odyssey. Além de fazer No Corredor da Morte, Kurupt será visto no cinema em Dark Blue, filme estrelado por Kurt Russell.

Michael "Bear" Taliferro como Pequeno Joe - Um ex-jogador de futebol americano que virou ator de comédia, Taliferro é um homem grande que soube aproveitar muito bem os pequenos papéis interpretados por ele. Taliferro apareceu como ator convidado em programas de televisão como "The Jamie Foxx Show", "The Drew Carey Show", "Arli$$", "The Parkers" e "Martin." Taliferro apareceu ainda no filme de Martin Lawrence e Will Smith Os Bad Boys, no filme de Lawrence A Thin Line between Love and Hate, e também ao lado de Lawrence e Eddie Murphy no inesquecível papel de "Goldmouth" no filme Até que a fuga os separe (Life). Taliferro também participou de Armageddon com Bruce Willis e de The Replacements com Keanu Reeves.

Sobre os Realizadores

Don Michael Paul - Roteirista/ Diretor - Depois de começar carreira como ator, Paul descobriu seu talento pela escrita e para direção no início dos anos 90. Ele escreveu o roteiro do moderno western de motocicletas Harley Davidson e Marlboro Man, estrelado por Don Johnson e Mickey Rourke e contribuiu como roteirista para outros projetos feitos para televisão. Entre os seus créditos como roteirista para TV estão a adaptação de "The Magnificent Seven" e um piloto de "The Disciples," protagonizado por Ice T.

Paul dirigiu episódios dos programas de telelvisão "Silk Stalkings," "Renegade" e "Pacific Blue". No Corredor da Morte marca a estréia de Paul como diretor cinematográfico. Ele estudou teatro na Universidade Estadual da Califórnia, em Fullerton.

Andrew Stevens - Produtor - Stevens, President e COO da Franchise Pictures, também dirige a divisão Franchise Classics da empresa. Stevens foi produtor executivo de um dos primeiros sucessos da Franchise, Meu vizinho mafioso (The Whole Nine Yards), bem como O Implacável (Get Carter), Alta velocidade (Driven), Olhar de anjo (Angel Eyes) e City by the Sea. Ele será produtor executivo do próximo filme de Steven Seagal, The Foreigner.

Seus créditos como produtor incluem os filmes da Franchise Classics The Caveman's Valentine e Green Dragon, bem como Jogo marcado (Heist). No passado, Stevens atuou como presidente de quatro empresas de produção e distribuição.

Atualmente, Stevens faz parte do quadro de dirigentes da Associação Norte-Americana de Marketing no Cinema (American Film Marketing Association) e é vice-presidente da Associação de Produtores Independentes, a Independent Producers Association.

Elie Samaha - Produtor - Samaha é Presidente/CEO da Franchise Pictures, um bem-sucedido pequeno estudio que tem mantido ligações com alguns dos mais famosos astros e atrizes do cinema para a produção de vários filmes relevantes em sua relativa curta história.

Depois de emigrar de seu país natal, o Líbano, em 1975, Samaha foi morar em Nova York, onde ele trabalhou como segurança na famosa boate Studio 54. Depois, Samaha mudou-se para Los Angeles, onde o seu espírito empreendedor o levou a comandar diversos negócios, de uma rede de lavanderias à lendária boate Roxbury. Foi exatamente nesta casa noturna onde ele começou a se relacionar com muitos dos atores com quem ele viria a contracenar em seus filmes.

Recentemente, Samaha trabalhou como produtor em O implacável (Get Carter) e Alta velocidade (Driven), com Sylvester Stallone; The Pledge, estrelado por Jack Nicholson e dirigido por Sean Penn; The Caveman's Valentine, com Samuel L. Jackson; Olhar de Anjo (Angel Eyes), com Jennifer Lopez e Jogo marcado (Heist), protagonizado por Gene Hackman e escrito e dirigido por David Mamet.

Ele foi produtor executivo da comédia romântica 20 Dates, emprestando sua voz ao projeto em uma das mais inesquecíveis cenas do filme. Os créditos de Samaha como produtor executivo incluem Meu vizinho mafioso (The Whole Nine Yards) e a seqüência deste filme, bem como o futuro lançamento Ballistic: Ecks vs. Sever.

Christopher Eberts - Produtor Executivo - Eberts é um empreendedor e cineasta. Ele tem atuado como investidor internacional e dirigente de estúdio de cinema, bem como fundador de várias empresas de produção de filmes independentes e de televisão.

Em 1998, Eberts produziu Women Wanted estrelado por Keifer Sutherland e Holly Hunter. O filme ganhou os prêmios de Melhor Filme e de Melhor Ator no Slamdunk Film Festival, em janeiro de 2000. Eberts foi produtor em O observador (The Watcher), protagonizado por Keanu Reeves e James Spader.

Randall Emmett e George Furla - Produtores Executivos - Emmett começou a atuar como produtor com uma produção independente de orçamento modesto mas que transformou-se em sucesso Eyes Beyond Seeing, na época em que ele cursava a faculdade. Após se formar, ele trabalhou com Jerry Bruckheimer na função de assistente. Ele prosseguiu carreira indo trabalhar na agência de talentos International Creative Management ocupando a posição de assistente na divisão de talentos de cinema antes de voltar à produção após conhecer o seu sócio George Furla, em 1998.

Com mais de 18 anos de experiência em negócios na indústria do entretenimento e serviços de financiamento, Furla é responsável pelos acordos financeiros realizados pela Emmett/Furla Films. Ele começou carreira na Cantor-Fitzgerald como negociante na área de garantia de lucro e, mais tarde, entrando para a Jones and Associates em função semelhante. Furla entrou para a área de financiamento de filmes três anos antes de formar sua sociedade com Emmett.

A empresa produziu 18 filmes em seus quatro anos de existência, incluindo Ticker, estrelado pelo astro de No Correndor da Morte, Steven Seagal, ao lado de Tom Sizemore e Dennis Hopper.

Mike Slovis - Diretor de Fotografia - Conhecido por capturar incríveis seqüências de ação em filmes, o fotógrafo de No Corredor da Morte, Mike Slovis, conta em seus créditos Scarred City, com Chazz Palmenteri e Stephen Baldwin. Slovis cuidará da fotografia do próximo projeto de Steven Seagal, The Foreigner.

Alison Semenza - Linha de Produção - Semenza é Dirigente Executivo de Produção da Franchise Classics, e trabalha na empresa desde a sua inauguração. Em relativamente pouco tempo, Semenza produziu 12 pequenas produções cinematográficas.

A primeira atuação de Semanza como produtor executivo foi em Green Dragon, estrelando Patrick Swayze e Forest Whittaker. O filme selecionado para o Sundance Film Festival de 200o e ganhou o Humanitas Prize em 2001.

Semenza formou-se pela University of Southern California, em 1996, com BA em cinema.

Jeff Gerrard - Elenco - Gerrard é responsável por escalar a parceria Morris Chestnut, em seu primeiro papel de vilão, e o veterano ator de filmes de ação Steven Seagal e um rico e equilibrado conjunto de personagens. Gerrard também compôs o elenco do futuro lançamento Ballistic: Ecks vs. Sever, estrelado pela dupla Antonio Banderas e Lucy Liu.

Vanick Moradian - Montador - Um veterano montador de 18 filmes, Moradian empresta seu talento a No Corredor da Morte após trabalhar em filmes de ação como Stealth Fighter, Desert Thunder, Freedom Strike e Rapid Assault.

Xin Xin Xiong - Coreógrafo de Luta - Xiong é um consagrado artista Wushu que começou a estudar seu ofício aos 12 anos de idade. No início de sua carreira em Hong Kong, ele costumava ser escalado para trabalhar como dublê do astro de filmes de ação Jet Li em função de seu domínio em trabalhos acrobáticos em cabos de aço, o que garantiu um toque especial de acrobacias às seqüências de vários filmes de ação.

Tanto atuando como ator quanto de dublê, Xiong apareceu em clássicos como Once Upon a Time in China e muitas seqüências e filmes inspirados neste filme, incluindo o grande sucesso internacional Black Mask.

Xiong utilizou suas habilidades para coreografar seqüências de luta em filmes como A colônia (Double Team), de Jean-Claude Van Damme, e foi elogiado por seu trabalho ao garantir uma inovadora perspectiva da clássica história A vingança do mosqueteiro (The Musketeer).


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