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Loucuras da Idade Média |
Twentieth Century Fox e Regency Enterprises apresentam
uma produção da New Regency / Runteldat Entertainment / The Firm,
estrelando Martin Lawrence em LOUCURAS NA IDADE MÉDIA. O filme é
dirigido por Gil Junger, produzido por Arnon Milchan, Darryl J. Quarles,
Michael Green e Paul Schiff, e escrito por Darryl J. Quarles e Peter
Gaulke & Gerry Swallow.
Os mundos da literatura e cinema tem há muito fascinado com viagens no
tempo e resultados cômicos de um homem ou uma mulher sendo empurrados
fora de sua estrutura moderna de tempo e em direção ao passado distante.
Um dos mais notáveis exemplos é Um Forasteiro na Corte do Rei Arthur, de
Mark Twain, no qual um jovem homem em uma fábrica de armas na Inglaterra
do século dezenove leva uma pancada na cabeça e se encontra acordado no
século seis de Camelot.
A Idade Média continua a inspirar artistas, escritores e cineastas. O
roteirista Darryl J. Quarles credita suas lições de primeiro grau
escolar na lenda do rei Arthur como a primeira inspiração para LOUCURAS
NA IDADE MÉDIA. “Desde que meu professor da terceira série lia para
nós estórias sobre o Rei Arthur, eu tenho estado fascinado com os tempos
medievais e o jeito com que as pessoas viviam em todos aqueles séculos
atrás. Eu achei que seria muito divertido escrever um roteiro sobre um
atual homem Afro-Americano que se encontra no meio de uma rebelião na
Inglaterra do século XIV. E vê-lo lidar com esta situação, usando seu
conhecimento contemporâneo”.
Para Quarles não era estranho colocar um personagem em situações fora
do muro, tendo chegado com a noção de um detetive se disfarçando como
uma arredondada vovó Sulista na comédia de sucesso “Vovó...Zona”.
Para LOUCURAS NA IDADE MÉDIA, ele refletiu longamente sobre o método que
ele iria transportar seu protagonista de volta no tempo. Novamente, ele
voltou à sua antiga fascinação por aquela época. “Castelos e fossos
sempre foram mágicos e místicos para mim, então eu decidi que poderia
usá-los como a porta para transportar meu personagem para aquele
novo/velho mundo”, declara Quarles.
A mistura de Quarles de humor contemporâneo ajustado chamou a atenção
de Martin Lawrence, que logo vestiu uma enorme roupa para trazer o
personagem de Quarles em “Vovó...Zona” à vida. “O roteiro de
LOUCURAS NA IDADE MÉDIA realmente me fez rir”, lembra-se Lawrence. “Eu
amei o tema peixe-fora-d’água, e pensei que seria extremamente
engraçado interpretar Jamal. Quero dizer, quer maior peixe fora d’água
do que um cara dos dias atuais voltando para a Inglaterra medieval?”
De acordo com o diretor Gil Junger, que afiou suas habilidades por mais de
600 horas de comédias televisivas, o cenário de LOUCURAS NA IDADE MÉDIA
e o personagem de Jamal Walker combinaram perfeitamente com o humor e o
estilo de Lawrence. “O que eu amei no roteiro era que ele fornecia
grandes oportunidades para Martin, que é um comediante brilhante,
desenvolver e enriquecer as situações”, diz Junger. “O estilo único
e o talento de Martin realmente trouxe o tema da história do impacto de
Jamal nessas pessoas do século XIV e a influência delas sobre ele”.
Principalmente em relação à este tema está a amizade de Jamal com Sir
Knolte, antigamente um lendário cavaleiro que passou por tempos
difíceis. Tendo acabado de chegar nesta terra estranha, Jamal está
esquecido do fato de que ele não está em casa, e que Knolte poderia ser
qualquer coisa menos uma pessoa das ruas de Los Angeles. “Quando ele
encontra Knolte, os primeiros pensamentos de Jamal são, ‘Como eu
conheci esse cara sóbrio?’ e ‘Onde é o encontro dos Alcóolicos
Anônimos mais próximo?’” Lawrence ri. “Mas mesmo com todas as
tramas e enganos de Jamal, ele é um cara que demonstra compaixão e que
percebe que Knolte está precisando de ajuda. E Jamal quer saber como ele
poderá ajudá-lo”.
Como resultado deste encaixe de emparelhamento da diferença principal que
atravessa mais de 500 anos, vem o que Junger descreve como “uma comédia
de história de amor/companheirismo”.
“Knolte e Jamal inspiram um ao outro para serem melhores do que podem
ser, como resultado de respeito e honra”, ele aprimora. “Neste modo,
é um tipo de história de amor”.
Junger selecionou Tom Wilkinson, um dos atores mais célebres da
Grã-Bretanha, para o papel de Knolte. Os métodos opostos do
classicamente preparado Wilkinson e do comediante de estilo de
improvisações Lawrence que aprimorou a dinâmica entre seus respectivos
personagens. O produtor Paul Schiff diz: “Um dos prazeres de trabalhar
neste filme era ver Tom e Martin recuperarem seus personagens de tais
perspectivas completamente diferentes. Tom vem de uma tradição de palcos
Britânicos, calcado em um certo tipo de disciplina, o que foi um
contraste maravilhoso com o processo e o tempo-ritmo de comédia de Martin.
E, na essência, é sobre o que os seus personagens e o filme é”.
Wilkinson confirma que a diferença de estilos entre o dele e o de
Lawrence adicionaram a química entre os atores. “Quando você tem
alguém que é tão completo e original como Martin, o dar e receber vem
naturalmente”, diz. “A generosidade de Martin em frente às câmeras
também foi instrumental em mostrar como dois personagens mudam um ao
outro: Jamal ensina Knolte o auto-respeito, e Knolte o ensina respeito.”
Jamal também aprende muito com Victoria, uma forte, determinada e linda
jovem mulher com a qual ele embarca em um romance épico. Antigamente um
conquistador de mulheres sequencial, experiente em enganar e tramar, Jamal
mais do que encontra sua adversária/companheira nesta feminista medieval.
“Victoria nasceu na época errada”, diz Gil Junger. “Se ela vivesse
entre 1960 e 1970, ela seria Gloria Steinem. Jamal nunca encontrou uma
mulher tão forte quanto Victoria. Ele se apaixona por sua força e
devoção aos outros”.
Victoria nunca encontrou alguém como Jamal, e ela finalmente vem a
achá-lo irresistível. “Os pensamentos de Victoria estão estourando
quando ela encontra Jamal”, diz a atriz Britânica Marsha Thomason, que
interpreta o papel da heroína mal-humorada. “Ele impressiona Victoria
quando diz à ela como as mulheres são tratadas na época dele. Isto
realmente a atrai porque ela se sente obscurecida no século XIV”.
Do mesmo modo que Jamal se une à Victoria e Knolte, ele antagoniza com
Percival, um cavaleiro repugnante que é suspeito dos modos arrogantes e
bizzaros de Jamal. Percival também quer reprimir a rebelião tramando
contra uma monarquia ilegítima e a regra de ferro da cavalaria.
No processo de trzaer o personagem à vida, o diretor Gil Junger e o ator
Vincent Regan tinham a intenção de mantê-lo o mais real possível
dentro do sistema de filmes de comédia. Em outras palavras, não seria
permitido bigodes rodados. “Nós vimos Percival como sendo acreditável
– o tipo de vilão que nunca precisa berrar”, declara Junger. “Ele
apenas precisa olhar para você para assustá-lo”. Regan, um renomado
ator teatral, acrescenta: “Eu não tive a oportunidade de aparecer em
muitas comédias, então eu saboreei cada gota de perversidade do meu
personagem. Mas mesmo com toda esta continuidade bizarra que veio com a
chegada de Jamal ao castelo, eu trabalhei arduamente para manter a
interpretação autêntica. Isto tornava Percival muito mais do que uma
ameaça para Jamal”.
O realismo e a autenticidade também se extenderam ao desenho de
produção do filme, especialmente ao local principal de gravação: um
castelo que parece ter sido construído no século XIV mas foi o trabalho
manual do desenhista de produção Leslie Dilley. Situado no meio do que
tinha sido um estacionamento de carros no Screen Gems Studios em
Wilmington, Carolina do Norte, o castelo era uma maravilha de
imaginação, pesquisa meticulosa e muito trabalho árduo.
Quando o diretor Gil Junger foi além do projeto, ele decidiu que o
castelo deveria ser historicamente preciso em área e escala. “Quando
Martin Lawrence viaja de volta no tempo para a Inglaterra Medieval, eu
queria que os espectadores se sentissem que nós estivéssemos realmente
lá”, lembra Junger. “Era essencial que o castelo fosse impressionante
e 100 porcento real”.
Após entrevistar vários prospective designers, Junger deu a tarefa para
Leslie Dilley. O cidadão Britânico, cujos créditos vão desde “Star
Wars” aos “Caçadores da Arca Perdida” até o recente “Homens de
Honra”, estava ansioso para cuidar dos muitos desafios de desenho de
LOUCURAS NA IDADE MÉDIA. Chegando para as gravações em Wilmington,
Dilley e sua equipe colocaram no papel as idéias que ele teve quando ele
leu pela primeira vez o roteiro, construiram maquetes da aldeia e do
castelo, e e começaram a limpar a terra no terreno de fundos de
Wilmington. “LOUCURAS NA IDADE MÉDIA foi uma oportunidade de ouro para
mim, especialmente sendo da Inglaterra”, expressa Dilley. “Quanto
tempo você leva para para recriar a Inglaterra medieval?”
Ao invés de usar as vizinhanças de sua terra natal, Dilley recriou a
Inglaterra medieval em Wilmington. “Encontrar um castelo com quartos
para o elenco e a equipe, um pátio e um fosso, rodeado por grama e
árvores seria quase impossível”, Dilley explica. “O local deveria
ser exato para o diretor, os operadores de câmeras e os atores”.
Entretanto, há mais do que um pequeno toque da Inglaterra no castelo da
Carolina do Norte de Dilley. Ele fez moldes de fibrade trabalho de pedra
real de castelos do campo Inglês. Da oficina de gesso no estúdio para
então centenas de gessos moldados que eram pregados ou grampeados no
lugar, para então gessar e selar. Cada pedra era pintada individualmente
para tornar os muros do castelo exatamente como daquela época. Estas
pedras de gesso também demarcavam todos os locais de gravação
construídos em palcos de som no estúdio, incluindo o quarto de Jamal, a
grande sala e a masmorra, todos os quais foram finalizados com portas de
madeira antigas, tochas e panos de época.
A construção do castelo era um enorme tarefa. Dilley e sua equipe de 100
artesãos e operários de construção levaram mais de três meses para
construir o castelo e a aldeia vizinha. A fachada do castelo, completada
com ponte elevadiça e fosso, podia ser observada por um campo coberto de
capim, que foi semeado com um centeio que cresce no inverno. O pátio,
medindo 300 pés, foi demarcado com currais de cabras e carneiros de Jacó
(uma raça de quatro chifres que data daquele período), carruagens de
palha, e barracas para camponeses extras para comprar e vender alimentos,
vegetais e outras necessidades. Dilley, sempre consciente de que estava
trabalhando em uma comédia, iluminou o imponente local de filmagem com
insígnias brilhantes e tapeçarias.
Para Gil Junger, o castelo da filmagem era um dos pontos altos do filme,
como também um desafio assombroso. “Eu fiquei duplamente nervoso
durante todo o período de planejamento e filmagem de LOUCURAS NA IDADE
MÉDIA”, diz Junger. “A primeira vez foi quando eu realmente peguei a
aprovação para dirigir, e a segunda foi quando eu entrei nas locações.
Quando eu vi o castelo, pensei, ‘É melhor que eu realmente seja bom,
porque este set de gravação é incrível’. Isto me deu uma tremenda
oportunidade para a gravação. E foi um incrível parque de diversões
para mim”.
É incrível o andar de Jamal neste incrível mundo coberto em armaduras
brilhantes ou qualquer outro utensílio medieval. Seu colete de futebol
americano verde-elétrico fornece um picante e cômico contraste para a
história, roupas camponesas e veludos reais o cercando. Jamal
eventualmente veste algumas roupas da época quando ele começa a preparar
seus novos amigos para se rebelarem contra seu rei mau. Mas esta é a
própria interpretação dele para o que a desenhista de figurinos Marie
France chama de “hip-hop/medieval”: ornamentos de pele e couro
decorando seu colete de futebol americano de marca comercial.
Jamal ensina seu novo “exército”, incluindo Knolte e várias centenas
de camponeses, um pouco de futebol americano e técnicas de luta romana,
para descer a mão em Percival e seus cavaleiros. Não foi exatamente o
Combate de Espadas 101, embora muitos membros do elenco e extras
ocuparam-se com um esgrimista especial no acampamento militar. Martin
Lawrence, um deles, estava contente em incorporar os mais acessíveis e
modernos movimentos através dos velhos séculos de técnicas de duelo.
“Quando eles me deram uma espada eu estava enrolado”, admite Lawrence.
“Porque eu estava pensando, ‘O que que eu vou fazer com isto?’”
Jamal também traz alguns movimentos do século vinte e um para um
dispendioso banquete oferecido pelo rei no Grande Salão do castelo. Um
soberano, achando que Jamal era um Normando, o ordena a demonstrar uma
dança de sua terra distante. Forçado a improvisar, Jamal acaba ensinando
os convidados a se soltarem pela primeira vez.
Os cineastas trouxeram a famosa artista e coreógrafa Paula Abdul para
ensinar Lawrence e o elenco com seus passos para este número em estilo
musical. Abdul trabalhou muito próxima a Lawrence, incorporando os
movimentos pessoais dele (os quais zombavam das danças dos anos 80 e 90)
às cenas. Foi uma ocasião “histórica”, de tipos, para Abdul. “LOUCURAS
NA IDADE MÉDIA foi minha primeira peça medieval”, ela diz rindo. “Mas
eu realmente me diverti coreografando a dança. Eu amei celebrar aquela
estupidez de aprendizado de dança pela primeira vez”.
Dançando, praticando esgrima, cavalgando, fazendo as pessoas rirem. Para
Martin Lawrence tudo isto foi um trabalho diário na gravação de
LOUCURAS NA IDADE MÉDIA. Por durante vários meses imerso na era
medieval, Lawrence decidiu que ali era uma boa época para se visitar, mas
ele não gostaria de viver nela. Como ele mesmo descobriu, era realmente a
era negra para os instrumentos sanitários, que não eram nada mais que
assentos de pedra cobertos com imundícies. “Os banheiros de lá eram
certamente diferentes”, diz rindo. “Eu não acho que poderia voltar
aos tempos Medievais. Eu não gostaria de viver daquele jeito”.
Elenco
MARTIN LAWRENCE - É um popular ator/comediante que deixou suas marcas em
filmes e na televisão com um estilo único e uma manobra física hábil.
Ele recentemente estrelou e co-produziu o sucesso de bilheteria “Vovó...Zona”
e contracenando com Danny DeVito em “O Que Mais Pode Acontecer?” e
protagonizou a comédia que está para estrear “National Security.”
Antes disto ele estrelou nas comédias “Ladrão e Polícia” e “Até
Que a Fuga os Separe”, contracenando com Eddie Murphy. O filme marcou a
re-união de Lawrence e Murphy, que trabalharam juntos na comédia de
sucesso “O Príncipe das Mulheres”.
Anteriormente, Lawrence contracenou com Tim Robbins em “Nada a Perder”,
um papel que lhe garantiu a aclamação da crítica. Lawrence estrelou em
uma série de filmes de sucesso, incluindo a arrebatadora comédia de
ação “Os Bad Boys”, contracenando com Will Smith, que ganhou mais de
US$ 150 milhões mundialmente, e “A Thin Line Between Love and Hate,”
que ele co-escreveu e fez sua estréia como diretor. Outros créditos
cinematográficos incluem “Uma Festa de Arromba”, “Uma Festa de
Arromba 2 – O Baile do Pijama” e “Faça a Coisa Certa”.
Em 1997, Lawrence cobriu um cargo de uma bem sucedida quinta temporada
como estrela e produtor executivo da série de televisão “Martin.”
Lawrence colecionou três Prêmios Image NAACP pela popular comédia da
Fox. Lawrence iniciou sua carreira televisiva como apresentador do “Russell
Simmons: Def Comedy Jam” por duas temporadas e co-estrelou em “What’s
Happening Now!”
O lançamento do cidadão de Maryland em “You So Crazy”, uma das três
maiores arrecadações de filmes de todos os tempos, o estabeleceu como um
comediante para se ver. Com isto ele seguiu com o álbum Top 10 da
Billboard “Talkin’ Shit” e o indicado ao Grammy®, “Funk It.”
Neste outono, Lawrence retorna ao mundo da comédia.
MARSHA THOMASON - A atriz Britânica MARSHA THOMASON (Victoria) fez a sua
estréia em filmes do Estados Unidos como Lucy no suspense “O Jogo dos
Espíritos”. Antes disto, seus filmes incluiram “The Priest” e “Safe”
para a BBC.
Na televisão Britânica, Thomason apareceu em “Love in the 21st Century”,
“Where the Heart Is” (Partes I & II), “Playing The Field”, “Skinny
Marink”, da BBC; “Pie in the Sky”; “Prime Suspect”, da TV
Granada, e novamente para a BBC em “Brazen Hussies.” Ela apareceu no
teatro na produção do Royal Court Theatre de “Breath Boom.”
TOM WILKINSON - É um dos atores mais atarefados tanto na Inglaterra
quanto nos Estados Unidos. Ele foi premiado com o Prêmio Especial do Juri
no Festival de Cinema de Sundance pela sua atuação contracenando com
Sissy Spacek em “Entre Quatro Paredes”. Anteriormente ele pôde ser
visto contracenando com Mel Gibson em “O Patriota”, no vencedor da
Academia “Shakespeare Apaixonado” , de John Madden, pelo qual recebeu
uma indicação do Prêmio BAFTA por Melhor Ator Coadjuvante, e no
incrível sucesso “A Hora do Rush”. Wilkinson recebeu o Prêmio BAFTA
por Melhor Ator Coadjuvante por sua interpretação como Gerald no
vencedor da Academia “Ou Tudo ou Nada”, de Peter Cattaneo.
Outros créditos cinematográficos de Wilkinson incluem “O Retrato de
Uma Perceptora”, de Sandra Goldbacher, “Razão e Sensibilidade”, de
Ang Lee e “Cavalgada com o Diabo”, “Wilde”, de Brian Gilbert; “Oscar
& Lucinda”, de Gillian Armstrong; “Mistério na Neve”, de Bille
August; “O Padre”, de Antonia Bird; “Em Nome do Pai”, de Jim
Sheridan e “Sombras do Passado”, de David Hare.
Um renomado ator teatral em sua Inglaterra natal, Wilkinson atuou em
companhias de prestígio, tais como a Royal Court, the National Theatre e
a Royal Shakespeare Company. Seus trabalhos teatrais incluem
papéis-título em “Peer Gynt”, “Brand”, “Henrique V” e “Hamlet.”
Ele também atuou nas produções de “Três Irmãs”, “Tio Vânia”,
“Julius Caesar”, “O Mercador de Veneza”, “As Bruxas de Salém”
e “As You Like It”. Recentemente, ele estrelou na premiére mundial da
peça de David Hare, “My Zinc Bed” no Royal Court Theatre.
VINCENT REGAN - Tem uma carreira impressionante que atravessa filmes,
televisão e teatro. Ele recentemente completou as filmagens de “Point
Men”, do diretor John Glen. Anteriormente, ele foi visto em “Joana D’Arc”,
do diretor Luc Besson, contracenando com Milla Jovovich e Dustin Hoffman,
“Um Criminoso Decente” com Kevin Spacey e em “B. Monkey”. Outros
créditos cinematográficos incluem “Hard Men” e “Beleza Negra”.
Os créditos televisivos de Regan incluem as mini-séries “Rebel Heart”
e“Eureka Street” para a BBC Television, “Jeremiah” contracenando
com Klaus Maria Brandauer e Oliver Reed, “Invasion Earth,” uma
mini-série para a BBC e The Sci-Fi Channel, e “Call Red,” uma série
para a Thames TV.
A renomado ator teatral, Regan atuou em companhias de prestígio como The
Royal Shakespeare Company, onde participou em “Ricardo II,” “Two
Shakesperian Actors,” “Rei Lear,” “Muito Barulho Por Nada”, “Romeu
e Julieta”, “Cymbeline” e “Dr. Faustus.” Ele também atuou em
“Macbeth” para o St. George Theatre e no papel-título de “Hamlet”
no Rose Theatre Club.
Realizadores
GIL JUNGER (Diretor) é um veterano diretor de televisão, produtor e
editor. Durante os vinte anos anteriores, ele trabalhou em mais de 600
episódios de televisão.
Junger foi indicado para o Emmy® e o Directors’ Guild Award por dirigir
o episódio de lançamento de “Ellen.” Ele ganhou o Humanities Award
em 1995 por “The John Larroquette Show.” Entre outras séries de
sucesso Junger tem participado de “Soap,” “Benson,” “The Golden
Girls,” “Empty Nest,” “Dharma and Greg,” e “According to Jim”.
Em 1998, Junger deixou sua marca como o diretor do filme de sucesso de
comédia adolescente, “10 Coisas que eu Odeio em Você”. Junger
tornou-se um diretor através de uma carreira que começou como a gofer
após apenas duas semanas fora da Radio/TV/Film School da Universidade do
Texas em Austin. Ele se graduou com honras, apesar de admitir que,com
exceção de um pouco de técnica de edição, ele aprendeu seu trabalho
enquanto estava no emprego.
MICHAEL GREEN (Produtor) construiu sua bem sucedida companhia de
administração, The Firm, moldando as carreiras de algumas das mais bem
sucedidas personalidades de Hollywood. Conhecido por sua filosofia “pensando
além da bilheteria”, Green trabalhou solicitamente colocando seus
clientes no topo de sua indústria. Sua lista de clientes inclui Martin
Lawrence, The Backstreet Boys, Ice Cube, Korn, Limp Bizkit, Enrique
Iglesias, Lacey Chabert, Robert Townsend e Michael Jackson, entre outros,
que falam por si mesmos.
Após se formar na University of Buffalo com graduação em negócios,
Green iniciou sua carreira de administração no Irvin Arthur Associates,
onde se tornou diretor e sócio. Ele foi então recrutado por Gallin-Morey
& Associates, onde administrou e desenvolveu projetos para um número
de talentos notórios que continuam a trabalhar com ele atualmente. Green
fundou a The Firm em parceria com Jeffrey Kwatinetz em Janeiro de 1998.
Construindo seus negócios para uma das maiores companhias administrativas
da indústria, a equipe de administração da The Firm representa talentos
em todas as facetas de entretenimento.
DARRYL J. QUARLES (Co-Escritor / Produtor) recentemente co-escreveu e foi
o produtor na comédia de sucesso “Vovó...Zona”, estrelando Martin
Lawrence.
Quarles frequentou a UCLA e a Yale Law School. Após vários anos
trabalhando como procurador, Quarles retornou à Los Angeles. Pela
sugestão de um amigo, ele entrou em um concurso literário. Depois de
verificar uma cópia do roteiro de “E o Vento Levou...” da biblioteca
da UCLA, Quarles sentou para escrever seu primeiro roteiro, finalmente
ganhando o concurso.
O primeiro sucesso escrito por Quarles veio na televisão. Recentes
créditos incluem “Amen”, “Family Ties”, “Growing Pains”, “Cleghorne”,
“The Fresh Prince of Bel Air” e “The Parent ‘Hood.” Ansioso para
enfrentar novos desafios, Quarles mudou para a área cinematográfica.
Seus créditos incluem “Soldier Boy” estrelando Michael Dudikoff.
PAUL SCHIFF (Produtor) iniciou sua carreira como fotógrafo de um
documentários na cidade de New York. Ele segue para dirigir para a MTV,
onde ele ficou na equipe por quatro anos durante os pioneiros dias do
canal à cabo. Schiff mudou para o cinema com um produtor associado de “Streets
of Gold”, iniciando sua longa colaboração com o diretor, agora o
presidente da Revolution Studios, Joe Roth.
Durante seu período na MTV e seu novo cargo na Propaganda Films, Schiff
teve sete anos de sucesso com base na Twentieth Century Fox, onde produziu
filmes como “Meu Primo Vinny” estrelando Joe Pesci e Marisa Tomei, “The
Vanishing” estrelando Jeff Bridges e Kiefer Sutherland, “PCU” e “O
Fantasma da Máquina”. Previamente à sua temporada na Fox, Schiff
produziu “O Cadillac Azul” dirigido por Joe Roth, “Os Renegados”,
“Jovens Pistoleiros” e sua seqüência “Jovens Demais Para Morrer”
na Morgan Creek Productions. O mais recente lançamento de Schiff é o
criticamente aclamado “Rushmore” estrelando Bill Murray e Jason
Schwartzman. Schiff atualmente encabeça as produções na Propaganda
Films.
ARNON MILCHAN (Produtor) é amplamente renomado como ums dos mais
produtivos e bem sucedidos produtores de filmes independentes dos últimos
20 anos, com mais de 60 filmes em seus créditos. Nascido em Israel,
Milchan foi educado na London School of Economics e na Universidade de
Geneva. Suas primeiras iniciativas de negócio foram para transformar o
modesto negócio de seu pai em uma das maiores companhias agro-químicas
do país. Esta precoce realização foi um anunciador da atual reputação
legendária de Milchan no mercado internacional como um aguçado homem de
negócios.
Rapidamente, Milchan começou a subscrever em uma área que sempre guardou
um interesse especial para ele – cinema, televisão e teatro. Recentes
projetos incluem a produção teatral de Roman Polanski, “Amadeus”,
“Dizengoff 99”, “La Menace”, “The Medusa Touch” e a
mini-série “Masada”. No fim dos anos oitenta, Milchan produziu filmes
como “O Rei da Comédia”, de Martin Scorsese, “Era Uma Vez na
América”, de Sergio Leone e “Brazil”, de Terry Gilliam.
Após o enorme sucesso de “Uma Linda Mulher” e “A Guerra dos Roses”,
Michael fundou a New Regency Productions e foi em frente para produzir um
string de filmes de sucesso, incluindo “J.F.K.”, “Sommersby – O
Retorno de Um Estranho”, “A Time to Kill”, “Free Willy”, “O
Cliente”, “O Jogo da Paixão”, “Força em Alerta”, “Los
Angeles – Cidade Proibida”, “O Advogado do Diabo”, “O Negociador”,
“Cidade dos Anjos”, “Armadilha”, “Alto Controle”, “Clube da
Luta”, “Refém do Silêncio” e o sucesso “Vovó...Zona”.
Recentes projetos incluem “Crimes em Primeiro Grau”, estrelando Ashley
Judd, Morgan Freeman, Jim Caviezel e Amanda Peet; “Super Pai”, uma
comédia estrelando Tim Allen; e “Life Or Something Like It”, uma
comédia romântica estrelando Angelina Jolie e Edward Burns.
Pelo caminho, Milchan trouxe na bagagem alguns poderosos investidores e
sócios que compartilharam sua visão: o empresário Australiano Kerry
Packer, da Nine Network, Leo Kirch, da Kirch Media Group, Samsung
Electronics, e mais recentemente Twentieth Century Fox. Fox distribui os
filmes da Regency em todas as mídias mundiais (excluindo disposição de
produtos que a Regency tem na Alemanha, Itália e Coréia com seus outros
sócios estratégicos), exceto a televisão paga dos Estados Unidos e
televisões abertas e pagas internacionais. Milchan também bem
sucedidamente diversificou as atividades da companhia dentro da esfera do
entretenimento, mais especificamente no domínio da televisão através
das músicas da Regency Television (“Malcolm in the Middle” e “Roswell”),
através da aquisição da Restless Records (Warren G), e esportes
através de uma aliança e um significant equity investment na PUMA, o
conglomerado mundial de vestimentas atléticas e tênis sediada na
Alemanha.
PETER GAULKE & GERRY SWALLOW (Co-Escritores), para ambos que
começaram suas carreiras como comediante substituto, viram seu primeiro
roteiro, a comédia “Diga que não é Verdade”, ser o sucesso de
teatro no início deste ano.
Swallow cresceu no Estado de Washington. Duas semanas antes de sua
graduação na Universidade Estadual de Washington, o DJ do campus
universitário viajou para Spokane para uma audição como comediante na
noite com microfone aberto. Pouco tempo depois, sua carreira floresceu, o
levando a alguns dos clubes de comédia mais quentes da América e papéis
na televisão nacional, incluindo “The Tonight Show”.
Swallow encontrou o companheiro comediante Gaulke em um clube de comédia
em Spokane. The Venice, California, brevemente freqüentou a UCLA antes de
lançar sua carreira na loucura através de uma audição no renomado
Comedy Store no L.A.'s Sunset Strip. Ele também fez apresentações nos
melhores clubes do país, e participou no “Late Night with Conan O'Brien”,
da NBC. Além de seus talentos performáticos, ele também participou de
uma temporada em 1996 na equipe de escritores do duradouro “Saturday
Night Live”, da NBC. Colocando seus trabalho diários (ou noturnos) em
espera, a dupla começou a colaborar como roteiristas em 1997, uma décata
inteira após seu encontro inicial. Seguindo à venda de “Diga que não
é Verdade” para Farrelly Bros.’ Conundrum Entertainment, eles também
começaram a escrever o roteiro para o filme de animação dos irmãos,
“Frisco Pigeon Mambo”.
O sucesso de JEFFREY KWATINETZ (Produtor Executivo) vem da união todos os
elementos de entretenimento e criação de novas oportunidades para seus
clientes. Kwatinetz tem cuidado de alguns dos artistas atuais mais bem
sucedidos incluindo Michael Jackson, Korn, Backstreet Boys, Enrique
Iglesias, Limp Bizkit, Orgy; Ice Cube; Lacey Chabert, Robert Townsend e
Martin Lawrence, entre outros.
Após obter seu diploma de Direito na Universidade de Harvard, Kwatinetz
fundou a Q Management, onde ele representou e quebrou acordos para um
grande número de bandas de sucesso. Ele então se juntou à companhia de
administração sediada em Los Angeles, Gallin-Morey & Associates,
onde ele afiou suas habilidades como administrador cuidando do seu
departamento de música contemporânea. Em Janeiro de 1998, Kwatinetz
co-fundou The Firm com Michael Green. Uma das maiores companhias
administradoras,a equipe administrativa da The Firm representa talentos em
todas as facetas de entretenimento.
PEACHES DAVIS (Produtora Executiva) é uma cidadã da cidade de New York
que estudou relações internacionais na Tufts University. Após se mudar
para Los Angeles e trabalhar em diversos filmes independentes, ela
conseguiu um emprego na companhia administrativa que representava Martin
Lawrence. Lawrence gostou de suas habilidades, e em 1993 foi contratado
para montar sua companhia de desenvolvimento na Twentieth Century Fox.
Davis auxiliou a desenvolver tanto projetos para cinema quanto para
televisão para Lawrence atuar e produzir. Ela trabalhou junto à Lawrence
durante a filmagem de “Os Bad Boys”, “Nada a Perder” e “Até Que
a Fuga os Separe”, trabalhando como produtora associada em “A Thin
Line Between Love and Hate”, co-produtora em “Um Tira Muito Suspeito”,
“Vovó...Zona” e “O Que Mais Pode Acontecer?” e co-produtora
executiva na comédia que irá estrear “National Security”. Davis é
atualmente diretora de desenvolvimento para a companhia de produções de
filmes de Lawrence, Runteldat Productions.
JACK BRODSKY (Produtor Executivo) tem uma carreira cinematográfica que
atravessa por mais de 25 anos incluindo trabalhos como produtor,
co-produtor ou produtor executivo.
Entre os filmes de Brodsky estão os seus primeiros, “Little Murders”,
de Jules Feiffer, dirigido por Alan Arkin, “Lembranças”, pelo qual a
atriz Joanne Woodward ganhou o Prêmio da Crítica de Cinema de New York
como também uma indicação da Academia; Woody Allen “Tudo o Que Você
Sempre Quis Saber Sobre Sexo...Mas Tinha Medo de Perguntar”, de Woody
Allen, “Tudo Por Uma Esmeralda,” e sua seqüência “A Jóia do Nilo”,
“Dancers” estrelando Mikhail Barishnikov e dirigido por Herbert Ross,
“O Primeiro Rei Americano” estrelando John Goodman e “Rookie of the
Year”.
A carreira cinematográfica de Brodsky também o levou à arena do
marketing, onde trabalhou como presidente de marketing para o produtor
independente Ray Stark durante a produção e distribuição de “Funny
Girl – A Garota Genial” e como profissional de marketing para a
Columbia Pictures e a Twentieth Century Fox.
Previamente à sua entrada na indústria cinematográfica, Brodsky
trabalhou na equipe de redação do New York Times. Também foi presidente
do Screen Publicist’s Guild e é co-autor de “The Cleopatra Papers”,
que detalhou suas experiências como publicitário durante a produção
daquele famoso filme Romano. “Mr. Headmistress” é a primeira
investida de Brodsky no mundo televisivo.
Os desenhos de LESLIE DILLEY (Desenhista de Produção) podem ser mais
recentemente vistos em “Homens de Honra” e “A Corrente do Bem”, da
Twentieth Century Fox. “Inspetor Bugiganga” (créditos distribuídos),
“Impacto Profundo”, “Colcha de Retalhos”, “Querida, Estiquei o
Bebê”, “Culpado por Suspeita” e “The Abyss”, pelo qual ele foi
indicado para um Prêmio da Academia. Como diretor de arte, ele recebeu
Oscars® por suas contribuições para “Os Caçadores da Arca Perdida”
e “Star Wars”, e foi indicado por “O Império Contra Ataca” e “Alien”.
UELI STEIGER, ASC (Diretor de Fotografia) trabalhou em numerosos filmes,
incluindo “The Hot Spot – Um Local Muito Quente ”, de Dennis Hopper
e “Chasers”, e “Some Girls”, de Michael Hoffman e “Os Segredos
de Uma Novela”. Outros filmes são “Os Picaretas”, de Frank Oz, “Austin
Powers: O Agente ‘Bond’ Cama”, de Jay Roach e “Godzilla”, de
Roland Emmerich.
Steiger também fotografou o épico de invasão alienígena “Independence
Day”, de Emmerich e a Segunda unidade de trabalho no final em larga
escala de “Con Air”. Seus mais recentes filmes são “Os Viajantes do
Tempo”, de Jean-Marie Poire e “Rock Star”, de Stephen Herek. Steiger
estudou na Universidade de Zurich e na London International Film School.
MICHAEL R. MILLER, A.C.E. (Editor) trabalhou com Joel e Ethan Coen em seus
primeiros três filmes: como editor de som de “Gosto de Sangue” e como
editor de filme em “Arizona Nunca Mais” e “Ajuste Final”. Entre
seus vários créditos de edição estão “I’m Gonna Git You Sucka”,
de Keenan Ivory Wayans; “Somente Elas”, de Herbert Ross e “Orgazmo”,
de Trey Parker e Matt Stone. Mais recentemente, Miller editou “Stigmata”,
de Rupert Wainwright e o drama “Ruas Selvagens”, de Scott Kalvert. Ele
foi o editor adicional no estrondoso “Armageddon”, de Michael Bay.
Miller é um dos muito editores cinematográficos com trabalho nos palcos
da Broadway em seus créditos, tendo trabalhado no corte das seqüências
cinematográficas para “Cantando na Chuva”, uma produção de Twyla
Tharp. Ele também trabalhou na televisão, editando a primeira temporada
de “The Equalizer”, e recebeu uma indicação ao Emmy nomination para
o especial “It’s No Crush, I’m in Love” estrelando Cynthia Nixon.
Miller iniciou sua carreira como assistente de edição em “Manhattan”,
de Woody Allen e “Memórias”. Ele também fez a assistência em “O
Touro Indomável”, de Martin Scorsese, o qual ganhou o Prêmio da
Academia por Melhor Edição de Filme.
MARIE FRANCE (Desenhista de Figurino), graduada em belas artes e
literatura na School of Beaux Arts e em Sorbonne em Paris, tem sido
desenhista de figurino para filmes há 18 anos. Ela iniciou sua carreira
colaborando com o compositor e musicista Prince, desenhando figurinos para
suas apresentações “Purple Rain” e “Under the Cherry Moon”, e
para seus vídeos musicais. Ela também desenhou vídeos musicais para
Natalie Cole, Don Henley, Tina Turner, Rod Stewart, Steve Winwood e George
Clinton, para citar alguns nomes. France posteriormente desenhou figurinos
para os filmes “A Perigosa Vida dos Coroinhas”, “A Texas Funeral”,
“The Wonderful Ice Cream Suit”, e “Os Pequeninos”, o último
dirigido por Peter Hewett com o qual ela também fez “Tom e Huck – Em
Busca do Grande Tesouro” e “Dois Loucos no Tempo”. Outros filmes
incluem “Gridlock’d – Na Contramão”, “Cômicos e Cônicos”,
“Buffy, A Caça-Vampiros”, “O Homem da Califórnia”, “O
Diabólico Agente DC” e o piloto para a série de sucesso “Barrados no
Baile”.
RANDY EDELMAN (Músico) Seus extensivos créditos cinematográficos
obtidos incluem “Osmosis Jones”, “Bater ou Correr”, “The Skulls”,
“Meu Vizinho Mafioso”, “Passion of Mind”, “EdTV”, “6 Dias/7
Noites”, “Anaconda”, “Na Riqueza e na Pobreza”, “Daylight”,
“Coração de Dragão”, “Diabolique”, “The Quest”, “Os Anjos
Entram em Campo”, “O Máscara”, “A Chave Mágica”, “Enquanto
Você Dormia”, “Beethoven 2”, “Gettysburg”, “Dragão: A
História de Bruce Lee”, “O Último dos Moicanos”, “Um Distinto
Cavalheiro”, “Irmãos Gêmeos”, “Um Tira no Jardim de Infância”,
“Os Caça-Fantasmas 2”, “Citizen X”, “Beethoven – O Magnífico”
e “Meu Primo Vinny”.
Também um compositor de primeira classe, Edelman escreveu numerosos
clássicos para The Carpenters, Barry Manilow, The Fifth Dimension, Blood,
Sweat & Tears, e outros grandes músicos. Como artista solo, ele
interpretou em renomados locais de encontro como London Palladium e o
Royal Festival Hall e participou internacionalmente na televisão.
O filho de New Jersey desenvolveu precocemente o amor pela música,
tocando piano e escrevendo canções aos 14 anos de idade. Após produzir
uma reputação como um arranjador para bandas locais ele foi contratado
por James Brown para orquestrar para King Records e depois pelo então
executivo Tony Orlando como um compositor da equipe da CBS. Enquanto isso,
ele continuou sua carreira musical como um tecladista na produção da
Broadway, “The Boyfriend” e como arranjador e maestro nos projetos
anteriores para no final das contas gravar sua própria música. Em 1972
Edelman fez a abertura do show para The Carpenters, que gravaram duas de
suas canções, e apresentou com Frank Zappa. Concominante com sua
crescente popularidade na Inglaterra entre concertos e participações na
televisão, sua música foi gravada nos Estados Unidos por astros como
Patti La Belle, Olivia Newton John, Bing Crosby, Nancy Wilson e Barry
Manilow, que fez sucesso com a música “Weekend in New England”, de
Edelman. Também participante na televisão, Edelman conquistou séries
como “Ryan’s Four”, “Maximum Security”, “Mr. Sunshine” e “MacGyver,”
como também vários filmes para televisão incluindo “Bloodsport”,
“Walk, Don’t Run” e o recente projeto da ABC “Losing a Sister”.
Sua música para “Gettysburg” e seu tema para a NFL Sports foram
apresentados em cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas de
1996 e ele foi honrado com um Prêmio Emmy por sua contribuição paraa
cobertura dos Jogos da NBC.
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