|

 |
S.W.A.T. -
Comando Especial |
S.W.A.T.
- Comando Especial (S.W.A.T.) é uma aventura de ação que gira em torno
de uma história de redenção de homens e mulheres, cuja missão é
resolver as situações mais voláteis enfrentadas pelos policiais no
cumprimento do dever.
S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.) também é um estudo de conflitos
de personalidade e como eles moldam o destino de um indivíduo. Dois
dedicados policiais da S.W.A.T., Jim Street (Colin Farrell) e seu
parceiro, Brian Gamble (Jeremy Renner), são repreendidos e rebaixados
após tomarem uma decisão polêmica durante um assalto a banco e uma
situação de crise envolvendo reféns. Revoltado, Gamble prefere se
desligar do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) a submeter-se
à punição, enquanto Street decide continuar na polícia, na esperança
de ter uma nova chance algum dia.
Suas respectivas decisões afetarão o curso de suas vidas.
Para Street, o rebaixamento se torna um caminho para a salvação, quando
ele conhece o sargento "Hondo" Harrelson (Samuel L. Jackson),
que retorna à S.W.A.T. vindo de outra divisão com um mandado para criar
uma nova equipe. A exemplo de Street, ele é movido pela vontade de
redimir seu passado. Seu rival de longa data, o capitão Thomas Fuller (Larry
Poindexter), está fazendo todo o possível para garantir que Hondo falhe.
Assim como Street, Hondo se recusa a deixar seus detratores interferirem
em seus planos. Ele segue adiante, determinado, e monta a melhor equipe
que o Departamento de Polícia de LA tem a oferecer.
"Exatamente como Street e Gamble, Hondo e Fuller foram parceiros no
início de suas carreiras", conta o produtor de S.W.A.T. - Comando
Especial (S.W.A.T.), Neal Moritz. "Ambos eram bons policiais, mas
Fuller teve muito mais habilidade para subir na hierarquia da política
interna. Hondo, contudo, era aquele tipo de policial que todos nós
gostaríamos de ter nas ruas nos protegendo."
Hondo inicia seu processo de seleção escolhendo dois policiais
experientes da S.W.A.T., Michael Boxer (Brian Van Holt) e T.J. McCabe (Josh
Charles). A reduzida lista de Hondo também inclui um tira excepcional com
uma ficha de detenções impressionantes, Deacon "Deke" Kaye (James
Todd Smith, também conhecido como LL Cool J).
Ao selecionar o desonrado Street como parte de sua nova equipe de elite,
Hondo toma uma decisão que dá mostras de seu caráter. "Hondo
decide convocar Street", conta Farrell, "pois vê a gana que ele
tem de ter uma segunda chance. Nisso, os dois se parecem. Hondo foi
forçado a deixar a S.W.A.T. por Fuller, então, na verdade, ele está
dizendo a Street, 'eu estou tendo outra chance e, por isso, também estou
dando uma nova oportunidade a você.'"
Outra razão pela qual Hondo seleciona Street, segundo Moritz, "é
que ele sente que Jim possui bons instintos. Acho que ele vê em Street o
que todos viram nele no início de sua carreira", explica ele.
"Há também a respeito mútuo que eles sentem um pelo outro, fruto
de suas experiências passadas nas forças militares."
A quinta e última candidata de Hondo é Chris Sanchez (Michelle Rodriguez).
Ela é a primeira mulher em toda a história da polícia de LA a ser
selecionada para integrar a S.W.A.T. "Em parte, Hondo faz isso
irritar o capitão", comenta Rodriguez, rindo. "Ele recruta uma
mulher que arrepia e que já havia tentado entrar para a S.W.A.T.
em três ocasiões anteriores, mas que sempre fora preterida só por
ser mulher."
Sanchez, que também é uma policial de primeira, acrescenta uma dinâmica
única à nova equipe. "Ela é mulher durona e sem frescuras",
acrescenta Rodriguez, "e Hondo pressente seu potencial."
Após reunir cinco membros tão diferentes de ambos os sexos com
habilidades tão complementares, Hondo precisa treiná-los para pensar
e agir como uma equipe. O processo de treinamento da S.W.A.T. é
extremamente extenuante, mas visa transformá-los numa unidade coesa capaz
de pensar e agir como partes de um único organismo.
Para concluir o treinamento, a equipe precisa vencer um desafio quase
impossível: libertar ilesos todos os reféns de um seqüestro de avião
simulado. A equipe se sai impressionantemente bem e seu sucesso é a prova
de que os instintos de Hondo estavam corretos. As altas patentes do
Departamento de Polícia de LA ficam tão impressionadas, que a nova
equipe da S.W.A.T. é imediatamente posta em ação quando Alex Montel (Olivier
Martinez), um francês chefe do tráfico internacional conhecido como 'Le
Loup Rouge' (o Lobo Vermelho), tenta escapar da custódia da polícia
durante o que deveria ter sido uma transferência de rotina de um
prisioneiro.
Embora o plano saia frustrado, o passo seguinte de Alex é ainda mais
audacioso. Ele anuncia à imprensa que está disposto a pagar US$100
milhões de dólares àquele que conseguir libertá-lo. O ousado
pronunciamento é transmitido para toda Los Angeles e, nas palavras de
Martinez, "dá início à uma pequena guerra entre as gangues da
cidade. Alex cria um caos e complica bastante sua transferência às mãos
dos agentes federais - exatamente como ele planejava."
Para Moritz, o prêmio de US$100 milhões se torna uma força-motriz no
filme e amplia o escopo da ação. "Quando li sobre a recompensa no
roteiro, minha cabeça disparou, tentando imaginar o efeito que isso teria
numa cidade, o caos que poderia causar e como, a partir daí, apareceriam
heróis para demover aqueles que fossem motivados pela oferta de Alex."
A missão da S.W.A.T. é complicada pelo fato de um dos homens atraídos
pela recompensa ser o ressentido ex-parceiro de Street, Gamble. Com
conhecimento íntimo do funcionamento interno das equipes da S.W.A.T. e de
como elas operam, Gamble imediatamente se torna um adversário e tanto.
Renner procura atenuar a maldade explícita de seu personagem, encarando
Gamble "não como um vilão, mas apenas como alguém que é mal
entendido e está desencaminhado. Ele teve uma má experiência que o
levou a tomar decisões erradas."
Assim como ocorria com Street, a S.W.A.T. era tudo na vida de Gamble.
Agora que foi expulso, ele está perdido. "Ele está sem dinheiro,
não tem para onde ir e não tem perspectivas na vida", continua
Renner. "Mas, ao invés de tentar encontrar um caminho legítimo onde
possa aproveitar seu treinamento de elite, ele decide usar as habilidades
adquiridas na S.W.A.T. para faturar alto. Por conhecer todas as táticas
da S.W.A.T., bem como o modo de pensar da equipe - especialmente o de seu
antigo parceiro, Street - ele pensa que estará sempre um passo à frente
dos ex-colegas."
Dentro dos quadros da S.W.A.T., não pode haver traição maior do que a
de um oficial que "muda de lado" e passa a integrar o submundo
do crime e da corrupção. Gamble cria polêmica, não só tática, mas
moralmente, gerando sérios questionamentos acerca da honra e da lealdade
entre os homens e mulheres nos quais a comunidade deposita sua confiança.
"Tivemos várias conversas sobre as tentações que os policiais
costumam enfrentar", conta Jackson, "e como é fácil eles se
safarem na maioria desses casos. Mas se ceder, estará indo contra tudo
aquilo que você defendia como pessoa. E isso o torna um cara ainda pior
que os bandidos. Um policial escolhe essa vida para manter a comunidade em
segurança. Ao dar às costas ao seu dever, ele trai uma confiança
sagrada."
Street e Hondo servem como contrapontos para Gamble, personificando a
moral e a honra dos policiais dedicados. "Jim Street não é nenhum
anjo. É só um sujeito simples que gosta de verdade do seu trabalho e que
acredita no que faz", conta Farrell. "Sendo assim, ele é e
sempre foi incorruptível, desde o tempo em que integrava a equipe dos
SEALs da Marinha. Ele não vai mudar agora, porque não está nisso pelo
poder de portar uma arma de fogo nem pela glória. Ele está nessa pelos
motivos certos, sobretudo para fazer o bem."
Do mesmo modo, a única missão de Hondo é uma dedicação inabalável ao
seu trabalho e à sua equipe. "Hondo orgulha-se de seu papel na
força policial e da criação de uma nova unidade da S.W.A.T.",
conta Jackson. "Eles realmente estão muito acima dos demais. São a
elite da elite."
Já o narcotraficante cruel e brutal, Alex Montel, é a mais completa
antítese de Hondo e Street. "Alex não acredita em nada nem liga
para nada", conta Martinez. "Ele é totalmente amoral, um homem
totalmente sem consciência moral."
Parte da eterna sedução dos filmes policiais de ação é a oportunidade
que o espectador tem de conhecer intimamente um criminoso e vislumbrar um
mundo desconhecido. Eles permitem que o público conheça um lado negro da
sociedade sem se verem envolvidos diretamente neles. "Quase todos
nós somos fascinados pelo modo como a cena de um crime é investigada,
como a polícia chega à identificação do bandido, quais são seus
motivos e pelas táticas empregadas pela polícia para capturá-lo",
conta Jackson. "É um modo seguro que o público tem de conhecer um
mundo sombrio e de entender como ele funciona."
Há também a emoção vicária de nos identificarmos com a bravura e as
habilidades dos heróis. Segundo James Todd Smith (LL Cool J),
"gostamos de ver personagens que fazem coisas que exigem mais coragem
e sofrimento do que as pessoas comuns demonstrariam ou suportariam. Nós
curtimos nossos heróis."
A AÇÃO POR TRÁS DA AÇÃO
Outra atração inegável dos dramas policiais, segundo o diretor de
S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), Clark Johnson, é a ação.
"Não há nada como a adrenalina que sentimos numa perseguição
automobilística espetacular, numa explosão monumental ou num feito que
desafia a morte", afirma. "Isso é mesmo emocionante. Mas, para
que o impacto seja mesmo genuíno, precisamos investir igualmente em bons
personagens."
O produtor Neal H. Moritz não é nenhum novato no mundo emocionante dos
filmes de ação, tendo xXx - Triplo X (XXX) e Velozes e Furiosos (The
Fast e the Furious) entre seus créditos de maior destaque. Em S.W.A.T. -
Comando Especial (S.W.A.T.), ele contou com a experiência de Johnson, um
veterano do gênero "policial de ação" na televisão. Durante
vários anos, Johnson foi ator e acabou chegando a diretor do seriado
aclamado, Homicide: Life on the Streets. Ele dirigiu, em seguida,
episódios de Nova York Contra o Crime (NYPD Blue), Law & Order:
Special Victim's Unit, Third Watch, The Wire e The Shield, entre outros.
"Quando começamos a discutir a realização deste filme, queríamos
que ele mostrasse a honra que é ser um membro da S.W.A.T. e também os
perigos desse trabalho", afirma Moritz. "Nós realmente
precisávamos de alguém que pudesse nos mostrar esse mundo. Quando
examinamos a obra de Clark, vemos que ele sempre soube como pegar
situações e fazer com que a gente se sinta verdadeiramente parte
delas."
Johnson entrou para o projeto muito bem versado na realidade e nos
desafios do drama policial. Seu trabalho premiado como a diretor de
séries policiais aclamadas da televisão e também sua experiência de
início de carreira em efeitos especiais lhe deram a habilidade técnica e
logística para lidar com as exigências desta produção
cinematográfica.
Ele também pode gabar-se de ter interpretado "tantos tiras ao longo
da minha carreira como ator, que sinto que sei mais sobre o trabalho
policial do que muitos tiras de verdade", brinca Johnson. Essa
experiência prática demonstrou ser inestimável na construção da
encenação de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.). Embora seja
inspirado no seriado televisivo da década de 70, sua única semelhança
com o longa-metragem do cinema está nos nomes de quatro personagens --
Hondo, Street, T.J. McCabe e Deke - embora os cineastas prestem várias
homenagens ao seriado de modo sutil. Steve Forrest, que interpretou Hondo
na televisão, faz uma participação especial como um motorista de
caminhão da S.W.A.T. e Rod Perry, que interpretava Deacon, retorna no
papel do pai de seu personagem.
"Enquanto trabalhávamos no roteiro", conta Johnson "eu
fazia perguntas como se fosse um espectador --- do tipo, 'como a equipe da
S.W.A.T. embarcaria num avião com reféns a bordo?' Fizemos várias
pesquisas, que levaram a uma de minhas cenas favoritas no filme, um
exercício de treinamento a bordo de um velho avião no deserto de Mojave.
Nós mostramos, passo a passo, como eles entram na aeronave e neutralizam
os bandidos, sem ferir nenhum inocente. Foi muito divertido mostrar ao
público como a equipe opera."
Outra pergunta feita por Johnson foi: "se vocês não puderem invadir
uma casa com segurança, como fazem para prender o criminoso?" A
resposta foi simples: usa-se um 'molly', que Johnson descreve como
"um equipamento que lembra um anzol de pesca gigante e que, depois de
penetrar numa parede, arranca-a para fora."
"Se vamos rodar um filme de ação sobre a S.W.A.T., devemos aprender
sobre o trabalho deles", continua ele. "E ele deve ser
plausível. Até na cena final, quando pousamos um jato numa ponte,
consultamos a FAA, a agência federal de aviação, e o fabricante do jato
e conseguimos todos os dados técnicos necessários. Isso é algo
realmente possível."
A experiência de Johnson como ator influenciou seu processo de
escalação dos papéis centrais do filme. "Não é apenas um
espetáculo de efeitos especiais. Trata-se de um filme sobre o
amadurecimento dos personagens e o que separa S.W.A.T. - Comando Especial
(S.W.A.T.) de outros filmes policiais de ação é o seu elenco",
reconhece Johnson. "Quando temos atores de alto nível como Sam
Jackson, Colin Farrell e Olivier Martinez, eles tornam complexos todos os
papéis e enriquecem a ação com elementos humanos dramáticos. Mais
importante ainda, juntos, eles formaram um elenco coeso. Por isso, nós
torcemos por eles como equipe, além de individualmente, devido à
complexidade que conferem aos seus respectivos personagens e também ao
modo como trabalham juntos enquanto unidade. O trabalho de equipe é o que
eleva o filme a um outro nível."
Desde o início, o elenco se sentiu totalmente à vontade com um diretor
que também é um ator experiente. "Eu sabia que estaria trabalhando
num ambiente aberto e de grande aceitação com Clark", conta Van
Holt, que vem de uma família de policiais. "Meu tio comandou a
S.W.A.T. por algum tempo e tenho um primo que está atualmente na equipe
da S.W.A.T.", continua ele. "Meus outros primos são policiais
regulares da cidade de L.A. Por tudo que aprendi com a minha família, é
preciso ser alguém especial para ser tira e, sobretudo, um membro da
S.W.A.T. A maioria de nós não faz idéia da pressão que os tiras
enfrentam no seu dia-a-dia. Poucos de nós agüentariam a pressão."
Rodriguez interessou-se por viver o papel de Sanchez pela visão clara que
Johnson lhe passou do que desejava para a personagem, porém, ao mesmo
tempo, dando espaço para que os atores contribuíssem para a sua
criação. "Eu queria liberdade para interpretá-la", conta
Rodriguez, "mas também era importante entender as diretrizes dadas
por Clark. E ele sabia exatamente como explicar o que queria."
Moritz, que já havia trabalhado com Jackson no seu primeiro filme como
produtor, Juice, e, subseqüentemente, no fenômeno de bilheteria, xXX -
Triplo X (XXX), afirma acerca da escalação do papel-chave de Hondo:
"Eu sabia que, se teríamos de escalar alguém para liderar um grupo
de atores, esse cara seria Sam."
Johnson concorda plenamente. "Se você consultar o verbete 'cool' no
dicionário, o que verá será uma foto de Sam", afirma. "Ele é
o ator mais cool do planeta e criou um personagem exatamente assim."
O que atraiu Jackson foi simplesmente o drama inerente a todos que fazem
parte da equipe da S.W.A.T. e uma grande admiração por sua filosofia.
"Eles são colocados em situações de grande tensão, quase todas
envolvendo risco de vida, mas sempre agem como membros de uma
organização que visa salvar vidas, nunca tirar vidas", conta ele.
"Geralmente, vemos o pessoal da S.W.A.T. como atiradores de elite
enviados para dispara o tiro certeiro, se for preciso. Mas não é esse o
seu trabalho, e sim garantir que todos saiam dos conflitos sãos e salvos.
É preciso ser alguém muito especial para ficar sob tal pressão e ainda
ter sensibilidade para não agir como um caubói."
Assim como Hondo é o líder inequívoco da equipe da S.W.A.T. nas telas,
Jackson se sentiu na obrigação de ser um líder no set. "Eu me
senti no dever de dar exemplo a esses atores mais jovens, aparecendo
preparado, pronto para trabalhar, com uma atitude positiva e ajudando
sempre que possível a fazer ajustes para que as tomadas saíssem
perfeitas", conta Jackson. "E era importante que eu não agisse
com estrelismo e sim, mostrasse meu apreço por este trabalho e pelas
oportunidades que ele me proporciona. Então, sim, há uma correlação
entre mim e Hondo: eu tento liderar dando um bom exemplo."
Como já demonstrou em filmes diversos como Tigerland - O Caminho da
Guerra (Tigerland), Demolidor - O Homem Sem Medo (Daredevil) e Minority
Report - A Nova Lei (Minority Report), Colin Farrell possui não só
carisma, mas, como diz Moritz, "a exemplo de Jim Street, ele é um
cara que pode ser um rebelde e ainda assim fazer parte de uma equipe,
alguém que pode ser um líder se precisarmos dele ou estar do seu lado
lhe dando cobertura em situações perigosas."
Farrell também conferiu um grande equilíbrio ao papel de Jim Street, a
quem Johnson via como um "tira carismático com a nobreza velada de
Steve McQueen em Bullitt", observa ele. "Mas ele também teve de
dar a entender ao público, assim como os outros membros da S.W.A.T., ele
chegou à elite da polícia galgando posições na hierarquia policial por
mérito próprio. Os rebeldes, os livres-pensadores, raramente se
conformam, o que torna ainda mais impressionante o fato de encararem os
muitos anos de esforço árduo que sua formação exige. Colin mostra como
Street subiu na polícia até chegar à S.W.A.T. e como agora está
tentando retomar seu lugar."
Johnson e Moritz convidaram James Todd Smith (mais conhecido como LL Cool
J) para o papel de Deke, "porque achei que precisávamos de alguém
com muita força física e com um senso natural de humor, e LL se encaixa
perfeitamente nessa descrição", afirma Moritz.
"LL tem a presença física e a atitude de Deke", concorda
Johnson. "Ele é um sujeito de credibilidade. Não duvidamos nem por
um minuto que ele poderia ser um membro da S.W.A.T."
Deke também é o único membro casado da equipe e, por isso, tem uma
perspectiva diferente do seu trabalho. Segundo Smith, "Deke é muito
obstinado, muito dedicado, mas também muito agressivo e a farda policial
o faz se sentir invencível. Por ser o único membro casado da equipe, e
com três filhos, ele também tem um desejo ainda maior de proteger os
inocentes e de tornar o mundo um lugar melhor para todas as pessoas."
O principal vilão da história, Alex, o narcotraficante internacional que
serve de força-motriz para toda a ação do filme, deu a Johnson e Moritz
a oportunidade de criar um vilão memorável. "Quando começamos a
discutir o vilão, queríamos evitar o tipo de criminoso
tradicional", relembra Moritz. "Quando vimos Olivier Martinez
estrelando Infidelidade (Unfaithful), ficamos impressionados com seu
carisma. Tanto homens quanto mulheres não conseguiam tirar os olhos dele.
Escalá-lo como Alex parecia um modo de criarmos um vilão
tradicional."
Concluída a escalação do elenco, Moritz e Johnson dedicaram-se, então,
à contratação de uma equipe técnica de primeira para ajudá-los a
produzir um filme visualmente emocionante. Uma grande parte desta
responsabilidade ficou a cargo do diretor de fotografia, Gabriel Beristain.
Para registrar a magnitude e o gigantismo das seqüências de ação,
Beristain e sua equipe de cinegrafistas e assistentes de câmera
encontraram modos inovadores de acompanhar os personagens e a ação,
recorrendo freqüentemente ao uso de steadicams para captar a aspereza e a
realidade dessas cenas.
"Nós filmamos de duas perspectivas", conta Johnson.
"Muitas tomadas foram filmadas a bordo de um helicóptero, porque, em
Los Angeles, há sempre um helicóptero com uma câmera filmando,
acompanhando a ação, assim que qualquer coisa acontece. Por outro lado,
filmamos em cima do lance, em planos fechados, com cinco ou seis câmeras
portáteis para obtermos aquela sensação de urgência. Gabriel e sua
equipe realizaram um trabalho sensacional. Foi tudo tão bem preparado que
deu a impressão de ser algo improvisado."
Johnson, Moritz e sua equipe prestaram atenção aos mínimos detalhes
para acentuar ainda mais o realismo deste drama. Fundamental neste
processo foi o consultor técnico Randy Walker, um veterano aposentado d
Departamento de Polícia de L.A. (LAPD) que integrou a S.W.A.T. durante 16
anos. Segundo Johnson, é curioso o fato de Walter ter integrado a equipe
da S.W.A.T. que atuou no tiroteio do famoso assalto ao banco de North
Hollywood, há vários anos, e que inspirou a cena de abertura do filme.
"Acompanhando as imagens jornalísticas, nós o vemos lá - de
bermuda", conta Johnson, rindo. "Acho que ele estava jogando
golfe quando foi acionado. Ele pegou, então, sua jaqueta blindada, seu
capacete, sua arma, mas aparece nas imagens da bermuda, com as pernas
finas de fora."
O trabalho de Walker era garantir a autenticidade das táticas da S.W.A.T.
Antes do início das filmagens, Walker instruiu o elenco sobre a história
da S.W.A.T., o objetivo da divisão e seu lugar dentro do Departamento de
Polícia de Los Angeles e dentro da comunidade. O elenco também aprendeu
uma linguagem gestual de sinais especiais, técnicas de comunicação
através dos olhos, a linguagem e o comportamento desses policiais. Eles
tiveram de aprender técnicas de como segurar, carregar e atirar com uma
grande variedade de armas.
Até para os atores que já tinham experiência com armas, o treinamento
foi impressionante. "Eles me deram um rifle de precisão calibre 50
com balas enormes", lembra Renner. "Fiquei tão animado de
atirar com aquilo que reclamei por terem me dado apenas 20 balas. Mas,
depois de disparar somente quatro tiros, eu entreguei os pontos. Fiquei
pregado. Parecia que eu tinha levado vários coices de um burro. Foi uma
experiência muito intensa e impactante."
Outra parte árdua do treinamento foi a semana de treinamento ministrada
por Walker com ensinamentos sobre como os homens podem se mover com
agilidade e rapidez usando o uniforme da S.W.A.T., com 15kg de blindagem
pesada e quente. Até mesmo os integrantes fisicamente mais bem preparados
do elenco treinaram até o limite do seu condicionamento. "É
inacreditável como os integrantes da S.W.A.T. atuam com tanta eficiência
usando todo aquele equipamento", supreende-se Van Holt. "Já era
difícil caminhar, imagine correr, pular, atirar e rastejar em espaços
apertados. Eu não conseguiria fazer isso nem sem aquela roupa blindada e
todo aquele equipamento."
Embora fisicamente desgastante, o "acampamento de treinamento"
fortaleceu a confiança dos atores e deu mais sutilezas ao seu desempenho
enquanto membros da S.W.A.T. "Eu vivia perguntando ao Randy Walker se
nós estávamos fazendo tudo de modo legítimo para que, quando policiais
de verdade fossem assistir ao filme, eles dissessem, 'É isso
mesmo'", observa Jackson. "É sempre um grande elogio quando
aqueles que exercem na vida real a mesma função que nós estamos
exercendo nas telas vêm nos dizem que nosso desempenho foi honesto. Eles
realmente apreciam isso."
E seria mentira, confessa Farrell, se ele não admitisse que o treinamento
da S.W.A.T. foi um sonho de criança que se tornou realidade. "Estou
sendo muitíssimo bem pago para brincar das mesmas coisas que eu brincava
quando era garoto", afirma ele. "Fui à galeria de tiros e
atirei com espingardas M-4, pistolas .45, 9mm, rifles, e aprendi a acertar
alvos em movimento. Foi muito divertido. Ao mesmo tempo, eu queria me
preparar o melhor possível para que realmente soubesse fazer bem meu
trabalho na hora de filmar."
Com relação a Rodriguez, sua maior satisfação foi não ter recebido
nenhum tratamento especial. "A atitude que todos tiveram comigo foi:
'Você quer ser da S.W.A.T.? Então precisa ser capaz de fazer tudo
sozinha e estar à altura dos demais'", lembra ela. "Randy nunca
me tratou de modo diferente. E foi ótimo. Foi muito cansativo, mas foi
maravilhoso."
Para o público e o elenco, o treinamento realista compensou, segundo
Moritz. "A fim de interpretarem convincentemente policiais da S.W.A.T.
dos dias atuais, era importante que os atores e o público aprendessem
mais sobre as técnicas que eles usam - como invadir uma casa, como cercar
alguém que está de posse de reféns", conta ele. "O
treinamento foi não só emocionante e educativo, mas serviu para
transformar o elenco numa equipe coesa, o que acrescentou ainda mais
realismo nas telas."
Trabalhando com seu consultor, Randy Walker, Johnson cuidou dos mínimos
detalhes com relação às armas, aos uniformes, às técnicas e
estratégias empregadas pelas Equipes de Táticas e Armas Especiais dos
dias de hoje.
Por questões práticas relativas à filmagem, algumas alterações
tiveram de ser feitas nos uniformes e nas armas da S.W.A.T., todas elas
executadas com o maior cuidado. Os coletes de Kevlar à prova de balas
aumentavam em quase 15kg o peso total do equipamento usado pelos atores e,
por isso, foram substituídos por coletes de espuma. Outro problema com o
equipamento padrão da S.W.A.T. é o fato de os membros da divisão
atuarem cobertos da cabeça aos pés por uniformes pretos idênticos, o
que tornava impossível distinguí-los. Por isso, em algumas cenas, os
atores tiraram os capacetes e óculos para que pudessem ser reconhecidos.
Outras exigências narrativas ocasionaram algumas alterações. A maioria
das unidades da S.W.A.T. na vida real tem 14 policiais, não seis, e cada
homem é especializado numa arma específica. Com o número reduzido de
integrantes da equipe ficcional, todos os personagens tinham de ser
capazes de usar várias armas diferentes, em momentos diferentes, segundo
as exigências do roteiro.
A licença poética mais significativa com relação à realidade foi a
personagem Sanchez. Até hoje, nunca houve nenhuma policial do sexo
feminino integrante da S.W.A.T. de Los Angeles. Mas, segundo Johnson, a
escalação de Rodriguez poder abrir uma porta. Isso já aconteceu antes.
"Quando eu trabalhava em Homicide, o Departamento de Polícia de
Baltimore estava hesitante em aprovar nossa história, porque ela incluía
uma investigadora de homicídios do sexo feminino, o que nunca havia
existido na cidade", conta. "Nós prosseguimos mesmo assim.
Hoje, dos cerca de 67 investigadores da divisão de homicídios de
Baltimore, 19 são mulheres. Não estou dizendo que isso aconteceu por
causa do seriado, mas podemos ter contribuído."
Rodriguez refuta a noção de que as mulheres não têm capacidade de
encarar os desafios físicos da S.W.A.T. "É só compararmos o
tamanho de Bruce Lee e o de seus adversários", explica ela.
"Só é preciso conhecer os pontos de pressão, ter concentração e
energia - coisas que as mulheres podem desenvolver com o treinamento
adequado. Geralmente, as mulheres ficam tão intimidadas por homens
ameaçadores que esquecem que há vários modos de derrotá-los."
O consultor da S.W.A.T., Walker, elogia Rodriguez e o resto do elenco e o
modo realista como deram vida aos policiais da S.W.A.T. "O visual e
as situações do filme são autênticos", confirma ele. "Os
uniformes e as armas são perfeitos e a atitude dos atores foi muito
positiva. Todos foram ótimos alunos; executaram os movimentos certos, com
o visual, a atitude e o desempenho corretos."
Outro elemento que contribuiu para a precisão e o realismo do filme foram
os sets do desenhista produção, Mayne Berke. Sendo um filme basicamente
rodado em externas, usando mais de 75 locações na cidade de Los Angeles
e seus arredores, o trabalho de Berke consistia em manter não só uma
consistência no visual do filme, mas também respeitar considerações
orçamentárias e restrições no cronograma de filmagem. "A
solução foi agrupar o maior número de locações possíveis a fim de
minimizar a necessidade de deslocamentos de toda a equipe de produção, o
que consome muitos recursos e muito tempo", explica ele. "No
fim, deu tudo certo. Em algumas locações, conseguimos filmar de seis a
oito cenas diferentes no mesmo local, com apenas alguns ajustes
mínimos."
Berke e o diretor, Johnson, definiram juntos a cor e a textura do filme.
"Queríamos que ele fosse o mais realista e áspero possível",
conta Berke, "e por isso sugeri a Clark que usássemos uma palheta de
cores bem restrita, limitada a cores escuras, especialmente os tons
terrosos, usando as cores vivas apenas para mostrar aspectos exuberantes
da cidade de Los Angeles e sua arquitetura."
A cena mais complexa do filme foi o clímax final suas com tomadas
espetaculares de ação, rodada na ponte da Rua 6 de Los Angeles ao longo
de um período de quatro semanas de filmagens noturnas. A ponte foi
escolhida depois que Berke já havia visitado várias outras locações na
área urbana de L.A. que poderia ser apropriadas para o pouso de um
avião. "Alguém nos sugeriu a auto-estrada 405 (que corta
verticalmente a Califórnia de San Diego a Sacramento), mas quando folheei
o livro Above Los Angeles, decidi que se eu fosse um piloto, eu pousaria
na ponte da Rua 6, no centro da cidade. Visualmente, eu também a via como
uma tomada potencialmente espetacular, já que a ponte tem quase 1kgm de
comprimento e, após a aterrissagem, vemos o brilho das luzes dos
arranha-céus do centro da cidade como pano de fundo."
Johnson compartilhou o entusiasmo de Berke. "Não tínhamos ainda nem
percorrido uns 100m ao longo da ponte e eu já sabia que seria o lugar
ideal", conta ele. "De lá, o centro da cidade parecia a terra
de Oz. Era mágico."
A iluminação noturna da aeronave cenográfica foi o maior desafio de
Berke. "Já iluminei muitas cenas de dança na minha carreira",
explica Berke. "Bailarinos são como esculturas em movimento. E, para
mim, o 'avião' era uma escultura em movimento. Eu sabia que ele
precisaria ser iluminado pelas laterais. Um técnico de iluminação do
filme bolou uma solução prática, com luminárias que ele havia comprado
na loja Home Depot, por US$20 dólares cada. Depois disso, foi só uma
questão de montarmos as armações necessárias em torno das luminárias
existentes. E eu criei um visual ligeiramente Art Deco para combinar com o
estilo da ponte, da década de 30."
Mesmo com as modificações, era perigoso demais pousar com um avião de
verdade na ponte. Por isso, todas as noites, o avião cenográfico era
retirado de um hangar próximo à locação e levado à ponte da Rua 6.
Num determinado momento, a vida real interrompeu a produção, quando a
verdadeira polícia de L.A. participou de uma perseguição
automobilística envolvendo vários veículos à toda velocidade pela
ponte, com helicópteros de verdade da polícia de L.A. competindo pelo
espaço aéreo com as aeronaves empregadas pela produção.
"Estávamos no alto da ponte, ensaiando a cena", relembra
Johnson. "Tínhamos lá o avião virado de lado e uma limusine
comprida, deixando um espaço mínimo de ambos os lados, suficiente para a
passagem de um carro apenas. Recebemos então um comunicado dos
assistentes de produção informando que uma perseguição
automobilística em alta velocidade vinha em nossa direção. E um carro
roubado cheio de crianças passou voando por nós, seguido por 15 viaturas
de polícia, naquela faixa livre estreita. Parecia algo saído de The
Blues Brothers."
Uma das locações não disponíveis para a produção do filme era a
vasta rede de escoamento pluvial de Los Angeles. O roteiro pedia uma cena
na rede de escoamento de águas, mas as autoridades municipais não deram
permissão à produção para filmar no local, temendo alagamentos em
conseqüência de trombas d'água, comuns na temporada de chuvas de
inverno, quando o filme estava sendo rodado. Berke teve então de
construir toda uma rede de escoamento pluvial. "Tive de construir
algo que comportasse todas as diferentes cenas de ação previstas no
roteiro, uma seção versátil de uma galeria de esgotos que mais lembrava
um trepa-trepa e nos oferecia uma vasta gama de opções."
A pesquisa de Berke levou-o a um website dos 'drainers', entusiastas que
entram ilegalmente em galerias de esgoto em todo os EUA e tiram
fotografias de si mesmos (com tarjas negras sobre seus olhos para
preservar suas identidades) que, depois, são postadas no site da
Internet. Além das fotos, eles contam como entraram e saíram de uma rede
específica e o que encontraram no local. "As fotos deles",
conta Berke, "foram um recurso maravilhoso para nós."
Berke ficou surpreso em descobrir que as redes de esgoto têm certas
coisas em comum. "Todas as redes de esgoto parecem ter algas
acumuladas no teto e milhares de guimbas de cigarro. Há muitas latas e
sacos plásticos de compras de supermercados. Achamos até um poste de
telefonia, um aspirador de pó, carrinhos de compras, calotas, pneus - uma
ótima oportunidade para explorarmos texturas e formas diferentes",
afirma ele. "Tudo isso também se encaixava bem no conceito visual do
filme. Os esgotos são lugares escuros, imundos, sinistros e assustadores.
A gente nunca sabe o que encontrará depois da próxima curva."
No roteiro, os personagens percorrem quase 1km pela rede de escoamento
pluvial. Já que seria impossível construir 1km de tubulações de
esgotos, Berke projetou um set que se prestasse a vários ângulos de
filmagem. "As redes de esgoto são locais muito mais amplos do que as
pessoas costumam imaginar. Nossa pesquisa nos mostrou que podemos dirigir
um caminhão por dentro de algumas delas. Por isso, nosso set teve de ser
não só versátil, mas também enorme."
Berke e sua equipe começaram com tubulações usadas em aquedutos. Em
seguida, construíram armações de madeira revestidas de látex
preenchidas com uma camada de concreto maleável e moldável. Para simular
as algas crescendo no teto, foi feito um molde de látex coberto com
várias camadas de tinta de cores diferentes. Para dar ao set uma
aparência molhada sem precisar molhá-lo de fato, glicerina foi aplicada
no teto e laca incolor, nas paredes laterais. A água que fica acumulada
no chão dos esgotos foi criada através da magia dos efeitos especiais.
No total, várias semanas foram consumidas na construção e pintura do
set e na produção do lixo do local.
TUDO SOBRE A VERDADEIRA S.W.A.T.
A equipe da S.W.A.T. do Departamento de Polícia de LA (LAPD) originou a
criação equipes táticas em outros departamentos de polícia municipais.
Após vários atentados perpetrados contra civis e policiais em todo o
país, vários deles ocorridos em Los Angeles durante e após os
distúrbios conhecidos como Watts Riots, no final da década de 60, as
autoridades policiais reconheceram que não dispunham de uma resposta
efetiva para tais situações. Em conseqüência disso, foram criadas
unidades voluntárias especiais, chamadas de unidades de defesa,
consistindo de policiais com habilidades especializadas e experiência
prévia no serviço militar.
S.W.A.T., acrônimo de Special Weapons and Tactics Team (Equipe de
Táticas e Armas Especiais, em português) começou a operar no final da
década de 60 e foi formalmente constituída em 1972, pelo Departamento de
Polícia de Los Angeles (LAPD), em função da necessidade e das vantagens
do treinamento coletivo de uma unidade 100% dedicada a esse trabalho
dentro da Divisão Metropolitana de Polícia.
Inovadora para sua época, a unidade tornou coeso o modo como a polícia
lidava com eventos táticos especiais. Desde a sua criação, ela se
tornou uma lenda entre as forças policiais de todo o mundo. Atualmente, a
S.W.A.T. é uma unidade de elite que consiste de aproximadamente 60
integrantes do Departamento de Polícia de L.A. (LAPD), seis sargentos e
um tenente, todos peritos em ataques táticos. A unidade cobre 19 áreas
geográficas, ou divisões, de Los Angeles, uma cidade que se espalha por
quase 1.300km2.
A S.W.A.T., entretanto, continuou recebendo uma dotação orçamentária
mínima até a entrada em cena do Comitê Olímpico de 1984. Como os Jogos
Olímpicos de Los Angeles eram vistos como um alvo em potencial para
terroristas, a S.W.A.T. recebeu as verbas necessárias para a compra de
equipamentos adicionais e o treinamento anti-terrorista adequado à
proteção da comunidade. As Olimpíadas de Los Angeles decorreram sem
nenhum incidente, mas as verbas e o treinamento que passaram a ser
fornecidos durante os Jogos Olímpicos representaram um momento decisivo
tanto para a força policial de L.A. quanto para a própria S.W.A.T.
No encalço do sucesso da organização da S.W.A.T. da polícia de L.A.,
outras cidades dos EUA e do mundo passaram a criar unidades semelhantes.
Embora nem todas sejam chamadas de S.W.A.T. e nem todas operem sob a
chancela de uma força policial municipal (algumas operam sob jurisdição
federal, outras sob a jurisdição das forças armadas), todas elas
compartilham o mesmo objetivo tático.
Como unidade de elite, os integrantes da S.W.A.T. estão sujeitos a
rigorosos padrões físicos e profissionais. Os candidatos são escolhidos
entre os policiais que chegaram à Divisão Metropolitana após um mínimo
de quatro anos no Departamento de Polícia de L.A. Após um ano na Metro,
os policiais podem se candidatar à S.W.A.T., sendo então submetidos a
duas semanas de um treinamento preliminar extremamente extenuante. Aqueles
que passam nos testes são então incluídos numa lista da qual os
candidatos finais serão selecionados. Anualmente, cerca de 50 policiais
se candidatam e aenas entre 8 e 10 são admitidos na S.W.A.T.
Uma vez aceitos, os policiais embarcam num programa de treinamento
intensivo de sete semanas. Todos os integrantes da S.W.A.T. passam pelo
treinamento geral, mas vários também optam por uma especialidade - isto
é, franco-atiradores de precisão, especialistas no uso de rifles, etc.
Alguns optam pelo treinamento para se tornarem negociadores. No momento,
há 18 policiais da S.W.A.T. especializados em negociações. Concluído o
treinamento, os policiais precisam esperar a abertura de vagas para serem
oficialmente admitidos na unidade, embora sejam convidados para prestar
assistência em situações táticas que exijam um contingente maior de
policiais especializados.
Mesmo que alguns policiais façam de seu trabalho na S.W.A.T. uma carreira
- o policial com mais tempo de serviço integrou a unidade por 27 anos - o
tempo médio de serviço na divisão é de 8 a 12 anos, quando então a
maioria deles é promovida para outras divisões dentro do Departamento de
Polícia de L.A.
Em qualquer situação de crise, um mínimo de 14 policiais da S.W.A.T.,
um sargento tático e um negociador são enviados. Além de seus deveres
táticos, a S.W.A.T. também é encarregada da intervenção em crises
envolvendo suspeitos armados e embarricados. Muitas dessas situações
envolvem também a presença de reféns. Não obstante o nome da unidade e
a reputação de seus integrantes como exímios atiradores, o objetivo de
todas as missões da S.W.A.T. é salvar vidas. Atuando em aproximadamente
80 casos de suspeitos armados e embarricados e executando 50 ordens de
prisão de alto-risco por ano - mais de 3.000 missões de
alta-periculosidade nas últimas três décadas - a equipe da S.W.A.T. de
L.A. nunca perdeu um só refém até hoje.
SOBRE O ELENCO
SAMUEL L. JACKSON (Dan "Hondo" Harrelson) foi
indicado ao Oscar®, ao Globo de Ouro e ao prêmio da Academia Britânica
de Cinema e Televisão de Melhor Ator Coadjuvante (BAFTA) no papel de
Jules, o bandido-filósofo do grande sucesso de Quentin Tarantino, Pulp
Fiction - Tempo de Violência (Pulp Fiction).
Recentemente, estrelou Violação de Conduta (Basic), com John Travolta, e
será visto no thriller de suspense Philip Kaufman, Blackout,
contracenando com Ashley Judd, nos novos longas de Quentin Tarantino, Kill
Bill, e John Boorman, Country of My Skull, e no último episódio da saga
de Guerra nas Estrelas (Star Wars).
No ano passado, atuou no segundo filme da série de George Lucas, Guerra
nas Estrelas: Episódio II - O Ataque dos Clones (Star Wars Episode II:
Attack of the Clones), no qual reprisou seu papel de Mace Windu, o líder
do conselho dos Jedis, em Fora de Controle (Changing Lanes), contracenando
com Ben Affleck, xXx -Triplo X (XXX), dirigido por Rob Cohen e
co-estrelado por Vin Diesel, e no thriller de ação, Formula 51, também
produzido por Jackson.
Em 2001, co-estrelou com Bruce Willis no drama de suspense escrito e
dirigido por M. Night Shyamalan, Corpo Fechado (Unbreakable). Foi também
astro e produtor executivo de Caveman's Valentine, seu segundo projeto com
o diretor Kasi Lemmons, após Amores Divididos (Eve's Bayou), do qual
também foi produtor.
Jackson foi homenageado com um Lifetime Achievement Award no Festival de
Cinema de Deauville de 2000. O festival exibiu tanto Shaft, de John
Singleton, no qual Jackson aparece no papel-título contracenando com
Christian Bale e Vanessa Williams, quanto o drama de tribunal de William
Friedkin, Regras do Jogo (Rules of Engagement), co-estrelado por Tommy Lee
Jones.
Seus créditos cinematográficos incluem ainda Do Fundo do Mar (Deep Blue
Sea), de Renny Harlin, O Violino Vermelho (The Red Violin), de Francois
Girard, uma participação especial em Guerra nas Estrelas: Episódio I -
A Ameaça Fantasma (Star Wars Episode I: The Phantom Menace), de George
Lucas, Negociação - A Justiça À Qualquer Preço (The Negotiator) e
Jackie Brown, seu segundo filme com o cineasta Quentin Tarantino, com o
qual Jackson foi indicado ao Globo de Ouro e ao Urso de Prata de Melhor
Ator de Comédia do Festival de Cinema de Berlim.
Contracenou com Sandra Bullock, Matthew McConaughey e Kevin Spacey no
longa de Joel Schumacher de 1996 baseado no romance de John Grisham, Tempo
de Matar (A Time To Kill). Seu desempenho lhe valeu uma indicação ao
Globo de Ouro e um prêmio NAACP Image Award. Contracenou também com
Bruce Willis em Duro de Matar: A Vingança (Die Hard com a Vengence), o
maior recordista de bilheteria internacional de 1995. Seus créditos
cinematográficos adicionais incluem ainda 187, Esfera (Sphere), Despertar
de Um Pesadelo (The Long Kiss Goodnight), Jogada de Risco (Hard Eight), O
Beijo da Morte (Kiss of Death), O Destino de Uma Vida (Losing Isaiah),
Não Chame a Polícia! (Amos e Andrew), No Tempo do Ragtime (Ragtime),
Vítimas de Uma Paixão (Sea of Love), Um Príncipe em Nova York (Coming
to America), Ray, Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing), Lute Pela
Coisa Certa (School Daze), Mais E Melhores Blues (Mo' Better Blues), Os
Bons Companheiros (Goodfellas), Investimento Arriscado (Strictly Business),
Areias Brancas (White Sands), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Caminhos
da Vida (Jumpin' at the Boneyard), Father e Sons, Juice e Amor À
Queima-Roupa (True Romance) e Fresh. Interpretando um viciado em crack no
longa de Spike Lee, Febre da Selva (Jungle Fever), ganhou o primeiro e
único prêmio de Melhor Ator Coadjuvante já conferido a um ator pelos
juízes do Festival de Cinema de Cannes. O papel também lhe deu o prêmio
de Melhor Ator Coadjuvante da Associação de Críticos de Cinema de Nova
York.
Na televisão, estrelou o drama de John Frankenheimer premiado com o Emmy,
Against the Wall, da HBO. Seu desempenho lhe valeu uma indicação ao
prêmio Cable Ace de Melhor Ator Coadjuvante de Filme ou Minissérie e
também ao Globo de Ouro.
Iniciou sua carreira logo após formar-se em Artes Dramáticas pela
Morehouse College, de Atlanta. Atuou então em inúmeras montagens
teatrais, incluindo Home, A Soldier's Play, Sally/Prince e The District
Line. Também interpretou os papéis originais de duas peças de August
Wilson, montadas pela Yale Repertory Theatre. No Festival Shakespeare de
Nova York, atuou em Mother Courage e Her Children, Spell #7 e The Mighty
Gents. Enquanto ainda cursava a Morehouse, fez sua estréia
cinematográfica em Together for Days.
COLIN FARRELL (Jim Street) nasceu e foi criado em
Castleknock, na Irlanda. É filho do ex-jogador de futebol, Eamonn Farrell,
e sobrinho de Tommy Farrell, ambos ex-atletas do clube de futebol
irlandês Shamrock Rovers, na década de 60.
Na infância, Colin sonhava em seguir os passos do pai e do tio, mas logo
dirigiu seu interesse à interpretação, matriculando-se na Gaiety School
of Drama, de Dublin. Antes de concluir o curso, foi escalado como
protagonista da minissérie de Dierdre Purcell, Falling for a Dancer.
Subseqüentemente, estrelou o seriado da BBC Ballykissangel e a estréia
diretorial de Tim Roth, Zona de Conflito (The War Zone). Em seguida, teve
também um papel pequeno no filme de gângster de Thaddeus O'Sullivan
rodado em Dublin, Um Criminoso Decente (Ordinary Decent Criminal),
contracenando com Kevin Spacey.
O primeiro filme de Farrell nos EUA foi Tigerland - O Caminho da Guerra (Tigerland),
dirigido por Joel Schumacher, a história de uma tropa de soldados
norte-americanos levados para o interior da Louisiana, em 1971, para um
treinamento de guerra em preparação para sua primeira incursão militar
no Vietnã. A seguir, foi visto como 'Jesse James', em American Outlaws.
Seus créditos cinematográficos incluem o drama da Segunda Guerra, A
Guerra de Hart (Hart's War), contracenando com Bruce Willis, o grande
sucesso de Steven Spielberg, Minority Report - A Nova Lei (Minority Report),
co-estrelado por Tom Cruise, o papel de 'Bullseye' de Demolidor - O Homem
Sem Medo (Daredevil), co-estrelou com Al Pacino em O Novato (The Recruit),
além de ter estrelado recentemente o thriller de sucesso, Por Um Fio (Phone
Booth), dirigido por Schumacher. Farrell também faz uma participação
especial em Veronica Guerin, de Schumacher, e tem um papel no filme
romântico irlandês ainda não lançado, Intermission.
Recentemente, concluiu At Home At The End Of The World, baseado no romance
de Michael Cunningham, e está atualmente trabalhando na pre-produção do
filme de Oliver Stone, Alexander The Great, no papel-título de Alexandre,
O Grande.
Atualmente, Farrell mora em Dublin.
MICHELLE RODRIGUEZ (Chris Sanchez) chamou a atenção da
indústria pela primeira vez com seu desempenho no longa aclamado pela
crítica, Girlfight. Foi descoberta numa audição de elenco aberta em
Nova York, entre 350 atrizes que disputavam o papel da protagonista Diana
Guzman. Treinou pugilismo durante cinco meses em preparação para o papel
e seu desempenho lhe valeu o prêmio Independent Spirit Award de 2001 de
Melhor Desempenho de Estréia e o prêmio da National Board of Review de
2001 de Desempenho Revelação do Ano. Além dos prêmios conquistados por
Rodriguez, o filme também venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de
Cinema de Sundance de 2000.
Desde então, Rodriguez já estrelou Resident Evil - O Hóspede Maldito (Resident
Evil), contracenando com Milla Jovovich, Velozes e Furiosos (The Fast e
The Furious) e o filme de surfe, A Onda dos Sonhos (Blue Crush). No verão
passado, atuou numa temporada bem sucedida na montagem off-Broadway de
Monólogos da Vagina (The Vagina Monologues).
Seus créditos adicionais incluem o longa independente, 3 AM, com Pam
Grier e Danny Glover. Produzido pela 40 Acres and A Mule, de Spike Lee, o
filme estreou no Festival de Cinema de Sundance de 2001.
Atualmente residindo em Jersey City, em sua infância, Rodriguez dividia
seu tempo entre a República Dominicana, o Texas e Porto Rico.
JAMES TODD SMITH, também conhecido como LL COOL J (Deacon
"Deke" Kaye) é ator, vencedor de dois Grammys, escritor
e vencedor do NAACP Image Award. Também foi honrado este ano com o
prêmio da ShoWest de Astro do Amanhã e com o Lifetime Achievement Award
da Soul Train.
Smith, sob seu pseudônimo famoso no mundo do rap - LL Cool J - é o
primeiro rapper a conquistar seis discos de platina consecutivos e seis
singles premiados com o disco de ouro. Em 2003, lançou seu 10o disco, Ten,
que estreou no segundo lugar das paradas. O primeiro single do álbum,
"Luv U Better", chegou rapidamente ao 1o lugar nas paradas de
hip-hop e seu dueto com Jennifer Lopez, "All I Have", disparou
para o 1o lugar nas paradas da Billboard.
Mais recentemente, Smith co-estrelou com Gabrielle Union em Deliver Us
from Eva, uma comédia romântica contemporânea do roteirista e diretor
Gary Hardwick, tendo também composto canções para a trilha sonora do
filme. Contracenou ainda com Val Kilmer e Christian Slater no filme de
Renny Harlin, Mindhunters, com lançamento previsto para o início de
2004. Anteriormente, estrelara outro longa de Harlin, o filme de ação Do
Fundo do Mar (Deep Blue Sea), que valeu muitos elogios da crítica ao seu
desempenho no papel hilário de "Chef". Seu selo fonográfico,
Rock the Bells, co-produziu a trilha sonora do filme e ele compôs duas
canções para a trilha, incluindo a canção-título, "Deepest Blue."
Também estrelou Um Domingo Qualquer (Any Given Sunday), de Oliver Stone,
contracenando com Al Pacino, Cameron Diaz e Jamie Foxx, compondo também
uma canção para a trilha do filme. Seus outros créditos
cinematográficos incluem Rollerball, dirigido por John McTiernan, Um
Ritual do Barulho (Kingdom Come), contracenando com Jada Pinkett Smith e
Vivica A. Fox, Atração Sem Limites (In Too Deep), Halloween H20 - Vinte
Anos Depois (Halloween H20) e A Revolta dos Brinquedos (Toys). Além
disso, estrelou a sitcom, In the House.
O primeiro livro infantil de Smith, And the Winner Is ..., foi publicado
recentemente como parte de uma ótima nova série da editora Scholastic,
com livros e CDs dos maiores astros do rap na atualidade, chamada "Hip
Kid Hop". O livro conta a história de um jovem jogador de basquete
que aprende a importância de vencer e perder com espírito esportivo.
Também é autor de uma autobiografia de 1997, I Make My Own Rules.
Atualmente, mora em Nova York com a mulher e os quatro filhos do casal.
BRIAN VAN HOLT (Michael Boxer) contracenou recentemente com
John Travolta no thriller piscológico de John McTiernan, Violação de
Conduta (Basic), no papel do ranger do exército, 'Dunbar', e também no
filme de James Foley, Confidence, com Edward Burns, Rachel Weisz e Dustin
Hoffman. No ano passado, foi visto no longa de Ridley Scott, Falcão Negro
em Perigo (Black Hawk Down), no papel do ranger 'Strueker' que lidera o
comboio de resgate do piloto de um helicóptero Black Hawk, em Mogadíscio,
Somália. Também co-estrelou o drama épico de John Woo sobre a Segunda
Guerra, Códigos de Guerra (Windtalkers), contracenando com Nicolas Cage e
Christian Slater.
Nascido em Illinois e formado pela UCLA, foi atleta durante a maior parte
de sua infância. Começou a atuar na adolescência, em montagens teatrais
do Zephyr Theater, de Los Angeles. Após formar-se em Sociologia pela UCLA,
decidiu dedicar-se em tempo integral à sua carreira artística.
Tendo feito sua estréia no cinema na comédia romântica, Whipped, atuou
também na televisão como astro convidado de Sex e the City, da HBO,
Homicide e Spin City.
JEREMY RENNER (Brian Gamble) interpretou recentemente o
papel-título do filme, Dahmer, sendo elogiado pela crítica no papel do
famoso serial killer. Em breve, será visto em Fish In a Barrel, uma
comédia de humor negro na qual interpreta um alcoólatra que vive armado,
e em Monkey Love, uma comédia romântica protagonizada por ele como um
dos integrantes de um bizarro triângulo romântico.
Após protagonizar Heróis Por Acidente (National Lampoon's Senior Trip),
interpretou um papel-chave no seriado televisivo Angel: o de um
vampiro/serial killer do século 17. Também contracenou com Jennifer Love
Hewitt em Time of Your Life, da Fox.
Com vasta experiência teatral, continua atuando em montagens de Los
Angeles. Digna de destaque é a peça Search e Destroy, da qual foi não
só protagonista, mas também co-diretor.
Renner atuou em inúmeros filmes publicitários de veiculação nacional e
aventurou-se por trás das câmeras dirigindo um comercial da Bud Light no
verão passado. Atualmente, está escrevendo um piloto televisivo e um
longa-metragem. Ele também compõe, grava e interpreta suas próprias
canções, já tendo composto canções para a Warner Chapel Publishing e
a Universal Publishing. Atualmente, está preparando um CD solo.
JOSH CHARLES (T.J. McCabe), natural de Baltimore, Maryland,
fez sua estréia cinematográfica na popular sátira cult de John Waters,
Hairspray - E Éramos Todos Jovens (Hairspray). Foi então escalado no
cobiçado papel de 'Knox', um garoto tímido e apaixonado de uma escola
preparatória, no longa de Peter Weir, A Sociedade dos Poetas Mortos (Dead
Poet's Society), contracenando com Robin Williams e Ethan Hawke. Em
seguida, interpretou o papel do jovem engraçado e problemático de
Cruzando a Fronteira (Crossing the Bridge), e contracenou com Stephen
Baldwin e Lara Flynn-Boyle, em Três Formas de Amar (Threesome), dirigido
por Andy Fleming. No longa de Bryan Gordon, Corações em Trânsito (Pie
in the Sky), um dos favoritos dos Festivais de Cinema de Sundance e
Telluride, Josh co-estrelou com Anne Heche como um repórter de tráfego
aéreo. Seus créditos cinematográficos incluem ainda Coisas Para Fazer
em Denver Quando Você Está Morto (Things to Do in Denver When You're
Dead), The Grave, Cyclops Baby, A Passagem (Crossworlds), Paixões
Alucinantes (Little City), Meeting Daddy. Também dublou a voz do 'agente
Barker', de Muppets do Espaço (The Muppets from Space).
Na televisão, estrelou o telefilme da TNT, Cooperstown, com Alan Arkin, e
o vencedor do Emmy, Murder in Mississippi, com Tom Hulce e Andre Braugher.
Contracenou com Ashley Judd na cinebiografia da HBO aclamada pela
crítica, Norma Jean e Marilyn, e estrelou recentemente o telefilme da
Showtime, Our America. Estrelou também o seriado humorístico da TV,
Sportsnight, uma crônica dos bastidores de um programa esportivo da TV a
cabo.
Em breve, será visto no longa-metragem, Seeing Other People.
OLIVIER MARTINEZ (Alex Montel) estudou Teatro no
Conservatoire National Superieur d'Art Dramatique, da França. Fez sua
estréia no cinema no longa de Jean-Jacques Beineix, IP5 - A Ilha dos
Paquidermes (IP5, 1992), co-estrelado por Yves Montand. Em 1994, venceu um
prêmio Cesar de Jovem Ator Mais Promissor com seu trabalho no drama de
Bertre Blier 1, 2, 3 Sun, estrelado por Marcello Mastroianni.
Conquistou prestígio internacional com seu desempenho como um galante
oficial da cavalaria italiana no século 19 que se apaixona por uma mulher
casada (Juliette Binoche) em O Cavaleiro do Telhado e a Dama das Sombras (Le
Hussard Sur Le Toit), dirigido por Jean-Paul Rappeneau. Seus créditos
também incluem o filme de Julian Schnabel elogiado pela crítica, Antes
do Anoitecer (Before Night Falls), com Javier Bardem, Mon Hom, de Bertre
Blier, A Camareira do Titanic (The Chambermaid on the Titanic), de Bigas
Luna, La Ville des Prodiges, de Mario Camus, e Toreros, com Claude
Brasseur, de Eric Barbier.
Mais recentemente, co-estrelou com Richard Gere e Diane Lane em
Infidelidade (Unfaithful), de Adrian Lyne, no papel do amante de Diane.
Estrelou também a refilmagem de Robert Allan Ackerman de The Roman Spring
of Mrs. Stone, da Showtime. Num papel criado originalmente por Warren
Beatty, Martinez contracena com Anne Bancroft e Helen Mirren no papel do
gigolô italiano, 'Paolo'.
SOBRE A EQUIPE TÉCNICA
CLARK JOHNSON (Diretor) possui uma lista impressionante de
créditos diante e detrás das câmeras. Recentemente, foi indicado a um
Emmy® de Melhor Diretor com o piloto do seriado de efeitos especiais, The
Shield.
Johnson iniciou sua carreira de diretor durante a segunda temporada do
aclamadíssimo seriado dramático, Homicide: Life on the Streets. Desde
então, já dirigiu episódios de vários seriados populares da TV com
Nova York Contra o Crime (NYPD Blue), West Wing, Third Watch, City of
Angels, The Beat e Law & Order: Special Victim's Unit. Mais
recentemente, dirigiu o seriado, The Wire e dirigiu e estrelou o telefilme,
Boycott, ambos produzidos pela HBO.
Natural da Filadélfia, começou a atuar aos nove anos, em turnês
nacionais de várias montagens Broadway. Cursou uma faculdade de Cinema em
Montreal e estudou Teatro em Michigan antes de dar prosseguimento à sua
carreira artística. Johnson é talvez mais conhecido como ator no papel
do 'detetive Meldrick Lewis' de Homicide: Life on the Streets. Seus outros
créditos televisivos incluem participações em seriados como Second City,
Hot Shots, Night Heat, Women of Brewster Place, New Attitude e LA Law. Em
1993, foi indicado para um prêmio Canadian Television Award num papel
recorrente do seriado da CTV, E.N.G.
Fez sua estréia no cinema no longa-metragem de Chris Columbus, Uma Noite
de Aventuras (Adventures in Babysitting), estrelando em seguida filmes
como As Cores da Violência (Colors), de Dennis Hopper, Zona Mortal (Drop
Zone), de John Badham, Tempo Esgotado (Nick of Time), Renegades, Lulu,
Soul Survivor, Deliberate Intent, Task Force: Caviar, bem como os longas
independentes, Fear of Fiction e Love Come Down. Estrelou o filme do
diretor canadense, Clement Virgo, Rude, que lhe deu uma indicação ao
prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Academia Canadense de Cinema.
Johnson divide seu tempo entre Toronto e Nova York.
DAVID AYER (Roteiro) nasceu na região centro-oeste dos EUA
e mudou-se para o violento bairro de South Central, em Los Angeles, ainda
na adolescência. Para fugir da vida nas ruas, entrou para a Marinha dos
EUA, onde serviu como oficial de sonar num submarino nuclear. Após ser
dispensado com honras, deixou o serviço militar e iniciou a difícil
jornada de todo escritor. Recentemente, escreveu e co-produziu o vencedor
do Oscar®, Dia de Treinamento (Training Day), e drama policial de Ron
Shelton, Dark Blue. Também foi um dos roteiristas do enorme sucesso,
Velozes e Furiosos (The Fast e the Furious), e da saga sobre um submarino
da Segunda Guerra, U-571- A Batalha do Atlântico (U-571).
DAVID McKENNA (Roteiro) vendeu seu primeiro roteiro, A Outra
História Americana (American History X), com apenas 26 anos. O filme,
indicado ao Oscar® de Melhor Ator, é estrelado por Edward Norton num
retrato realista das conseqüências do preconceito sobre uma família
dividida pelo ódio. Ele retrata a luta de um homem para mudar a si mesmo
e salvar sua família, após toda uma vida consumido pela violência e a
intolerância.
Seu roteiro seguinte, Paixões Ardentes (Body Shots), foi dirigido por
Michael Cristofer e estrelado por Jerry O'Connell, Amanda Peet, Tara Reid
e Ron Livingston.
Seu terceiro filme, O Implacável (Get Carter), foi uma refilmagem do
filme cult de 1971 estrelado por Michael Caine. A nova versão foi
estrelada por Sylvester Stallone, Caine, Miranda Richardson, Rachel Leigh
Cooke, Mickey Rourke e Alan Cumming, dirigida por Stephen Kay e produzida
por Mark Canton, Neil Canton e Elie Samaha.
Em 2001, estreou nas telonas a adaptação de McKenna do livro de Bruce
Porter, Profissão de Ricso (Blow). Estrelada por Johnny Depp, Penelope
Cruz, Ray Liotta e Paul Reubens, Blow é uma história verídica que
retrata a vida de George Jung, um ousado narcotraficante que trabalhou com
Pablo Escobar e o cartel de Medellin para levar cocaína à costa oeste
dos EUA no final dos anos 70 e nos anos 80.
Atualmente, está desenvolvendo National Office. A história gira em torno
de um homem de 28 anos que desafia a constituição e concorre à
presidência dos EUA. Andrew Lazar (Cowboys do Espaço/Space Cowboys e
Confissões de Uma Mente Perigosa/Confessions of a Dangerous Mind) é o
produtor.
Além disso, McKenna foi contratado para rescrever um roteiro baseado nos
fatos verídicos que cercaram o USS Indianápolis. A história da Segunda
Guerra é um saga épica sobre o pior desastre naval na história dos EUA.
Mais recentemente, concluiu um projeto para o produtor Casey Silver
baseado na biografia do coronel David Hackworth, o soldado mais
condecorado da história militar dos EUA. Em seguida, deverá fazer sua
estréia diretorial em The Twelfth Man, a crônica de duas semanas na vida
de uma família suburbana norte-americana, cuja vida problemática gira em
torno do futebol estudantil e da mãe alcoólatra.
McKenna formou-se pela San Diego State University, em 1991, e agora reside
em Newport Coast, Califórnia, com a mulher, Marcy, e os dois filhos do
casal, Jack e Colin.
RON MITA & JIM McCLAIN (Argumento) são os grandes
criadores de uma extensa lista de "roteiros-pipoca". Chamados de
os "Shakespeares da Ação" pelo diretor Renny Harlin e já
tendo sido elogiados por escrito por Oliver Stone, Mita e McClain se
tornaram célebres por suas histórias de estilo frenético e explosivo.
Ao serem contratados para criar a história de S.W.A.T. - Comando Especial
(S.W.A.T.), eles perceberam que ela precisaria ter um gancho inédito. A
idéia de um narcotraficante oferecendo um prêmio milionário por sua
libertação surgiu de uma conversa divertida entre os dois roteiristas
sobre que cifra seria necessária para convencê-los a fazer algo
excêntrico. Por US$100.000, Ron correria em meio ao Rose Bowl e, por
US$150.000, Jim viveria numa caverna, sem eletricidade, por seis meses.
Ambos concordaram que somente por US$100 milhões de dólares ajudariam na
fuga de um prisioneiro. Assim nasceu o gancho de S.W.A.T. - Comando
Especial (S.W.A.T.).
Mita e McClain se conheceram quando eram alunos do programa de
pós-graduação em Cinema da Universidade Loyola Marymount, de Los
Angeles. Nesta época, Mita trabalhou como assistente de Nina Jacobson (atualmente
presidente de produção dos estúdios Disney) e depois como
vice-presidente da Universal Pictures, enquanto McClain trabalhava em
advocacia.
Percebendo que compartilhavam uma sensibilidade semelhante como autores,
Mita e McClain escreveram seu primeiro roteiro, Trackdown, que chamou a
atenção de Jodi Foster e foi vendido por uma cifra de seis dígitos.
Eles se tornaram o centro das atenções na indústria e acabaram
escolhidos pelo L.A. Times como os estreantes mais brilhantes de 1994.
O segundo roteiro da dupla, The French Teacher, foi comprado por Jacobson.
Ao mesmo tempo, eles venderam o argumento da história de um super-herói
de época na virada do século, The Urban Legend, a Steven Spielberg.
Nesta mesma época, foram contratados para escrever Revere para a Warner
Brothers e a Icon Productions, de Mel Gibson. Também trabalharam em três
projetos da HBO.
Após concluir S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), a dupla foi
contratada pela Sony para escrever Doom, baseado nesse popular videogame,
e Sniper II, uma continuação do thriller de ação de 1994, O Atirador (Sniper),
estrelado por Tom Berenger.
Mita e McClain venderam o roteiro de Video Killed The Radio Star - The MTV
Story à TNT e, atualmente, estão escrevendo um telefilme-piloto
verídico para a CBS sobre uma unidade exclusivamente feminina da S.W.A.T.,
de Washington DC.
NEAL H. MORITZ (Produtor) é fundador e presidente da
Original Film, uma renomada produtora de longas para o cinema, produções
de televisão, comerciais e videoclipes e também agência de talentos.
Moritz é formado em Economia pela UCLA e pós-graduado pelo programa
Peter Stark de produção cinematográfica da University of Southern
California.
Moritz produziu o sucesso do ano passado Doce Lar (Sweet Home Alabama), a
comédia romântica de Reese Witherspoon, e o longa do Revolution Studios,
xXx - Triplo X (xXx), com Vin Diesel e Samuel L. Jackson. Este último foi
o quarto filme de Moritz em parceria com o diretor Rob Cohen, após o
grande sucesso, Velozes e Furiosos (The Fast e The Furious), estrelado por
Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster.
Anteriormente, a dupla já havia produzido Sociedade Secreta (The Skulls),
estrelado por Walker e Joshua Jackson, e telefilme da HBO, Os Maiorais (The
Rat Pack), com Ray Liotta e Don Cheadle, indicado a 11 Emmys.
Os créditos anteriores de Moritz contribuíram para lhe valer a
reputação de um dos diretores mais lucrativos de Hollywood. Juice foi
seu primeiro grande lançamento no cinema, seguido dos sucessos, Eu Sei o
Que Vocês Fizeram No Verão Passado (I Know What You Did Last Summer),
estrelado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe
e Freddie Prinze, Jr., e da continuação Eu Ainda Sei o Que Vocês
Fizeram no Ano Passado (I Still Know What You Did Last Summer), cujo
elenco original contou com o reforço da sensação da música pop, Brandy.
Seu filme seguinte, Lenda Urbana (Urban Legend), gerou uma bem sucedida
continuação, Lenda Urbana 2 (Urban Legends: Final Cut). Segundas
Intenções (Cruel Intentions) foi o primeiro longa-metragem totalmente
financiado pela Original Film.
Seus créditos mais recentes no cinema incluem Não É Mais Um Besteirol
Americano (Not Another Teen Movie), uma sátira do gênero "filmes
para adolescentes" que Neal ajudou a criar, a comédia universitária
Slackers, com Jason Schwartzman e Devon Sawa, bem como Volcano - A Fúria
(Volcano), Um Tira Muito Suspeito (Blue Streak), com Martin Lawrence,
Mulher Infernal (Evil Woman), com Jack Black, Steve Zahn e Jason Biggs, e
o mais recente longa estrelado por Leelee Sobieski, A Casa de Vidro (The
Glass House). Na atual temporada, lançou + Velozes + Furiosos (2 Fast 2
Furious), estrelado por Paul Walker e dirigido por John Singleton.
Atualmente, está produzindo o thriller de Denzel Washington, Out Of Time,
dirigido por Carl Franklin, e Torque, um filme de ação sobre
motociclismo, dirigido pelo veterano dos videoclipes, Joseph Kahn. Em
seguida, produzirá a continuação de xXx - Triplo X (XXX).
DAN HALSTED (Produtor) está produzindo atualmente Large's
Ark, estrelado por Natalie Portman e Zach Braff, Richard Petty, estrelado
por Dennis Quaid e dirigido por Callie Khouri, e o seriado televisivo
aclamado pela crítica, Platinum, da UPN.
Também com lançamento previsto para 2003, está produzido Beyond Borders,
estrelado por Angelina Jolie e Clive Owen.
Outros longa-metragens produzidos por Halsted incluem a estréia
diretorial de Sofia Coppola, As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides), Um
Domingo Qualquer (Any Given Sunday), dirigido por Oliver Stone e estrelado
por Al Pacino e Cameron Diaz, o indicado ao Oscar®, Nixon, e Reviravolta
(U-Turn), estrelado por Sean Penn e Jennifer Lopez. Produziu também
Serving Sara, estrelado por Matthew Perry e Elizabeth Hurley, O Corruptor
(The Corruptor), com Mark Wahlberg e Chow Yun-Fat, A Cilada (Art of War),
estrelado por Wesley Snipes, O Matador da Via Expressa (Freeway),
estrelado por Reese Witherspoon, e Ambição Desenfreada (Cold Around the
Heart), a estréia diretorial de John Ridley.
Formado em Ciências Políticas pela UCLA, iniciou sua carreira como
assistente de Scott Rudin, na Twentieth Century Fox. Transferiu-se para a
Bauer-Benedek Agency, que mais tarde se tornou a United Talent Agency,
produzindo filmes com K-9, Susie e os Baker Boys (The Fabulous Baker Boys),
New Jack City - A Gang Brutal (New Jack City), Robocop, Quem Vai Ficar Com
Mary? (There's Something About Mary) e Os Intocáveis (The Untouchables).
Na sua gestão como executivo do selo Hollywood Pictures, da Disney, na
década de 90, supervisionou filmes como A Mão Que Balança o Berço (The
Hand That Rocks The Cradle), Mr. Holland - Adorável Professor (Mr.
Holland's Opus), O Homem da Califórnia (Encino Man), O Genro dos Meus
Sonhos (Son In Law), Tombstone - A Justiça Está Chegando (Tombstone),
Evita e Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping).
Seus créditos televisivos incluem o premiado épico televisivo da
Showtime, The Day Reagan Was Shot, estrelado por Richard Dreyfuss, o
seriado da TNT, Witchblade, e o documentário premiado da TBS,
Assassinated: The Last Days of Kennedy e King.
CHRIS LEE (Produtor) é ex-presidente de produção da
TriStar Pictures e Columbia Pictures. Durante sua gestão, Lee foi
responsável por filmes vencedores do Oscar® como Jerry Maguire,
Filadélfia (Philadelphia) e Melhor É Impossível (As Good As It Gets).
Também esteve envolvido na produção de filmes como O Casamento do Meu
Melhor Amigo (My Best Friend's Wedding), Lendas da Paixão (Legends of the
Fall), O Pescador de Ilusões (The Fisher King), A Máscara do Zorro (The
Mask of Zorro), Tropas Estelares (Starship Troopers) e Godzilla.
Após fundar sua própria companhia, a Chris Lee Productions, foi produtor
do longa-metragem digital revolucionário de fantasia e aventura, Final
Fantasy, indicado a um prêmio Saturn Award. Também produziu o filme de
ação, Ballistic: Ecks vs. Sever. Sua companhia produziu o seriado
animado Heavy Gear e, atualmente, possui inúmeros outros projetos em
desenvolvimento para vários estúdios. Produziu também videoclipes para
um grupo eclético de intérpretes como Janet Jackson, The Backstreet Boys
e Destiny's Child.
Lee iniciou sua carreira na indústria do entretenimento como produtor de
segmentos do programa matutino da ABC, Good Morning America. Passou então
a trabalhar em cinema ao tornar-se assistente de diretor e assistente de
montador da comédia de Wayne Wang, Dim Sum. Depois disso, entrou para a
TriStar Pictures como analista de roteiros, chegando, finalmente, ao posto
presidente de produção do estúdio e, subseqüentemente, ocupando o
mesmo cargo na Columbia Pictures.
Nascido no Havaí, onde integrou a junta diretora da Secretaria Estadual
de Cinema e Televisão, é formado em Ciências Políticas pela
Universidade de Yale e, recentemente, entrou para a Universidade do
Havaí, como chairman da Academy of Creative Media. Lee é um membro ativo
da comunidade asiática. Membro-fundador da Coalition of Asian Pacifics in
Entertainment (CAPE), já foi nomeado inúmeras vezes pela revista
"A" um dos americanos descendentes de asiáticos mais influentes
do país. Também integrou a junta administrativa do National Asian
Pacific American Legal Consortium e foi agraciado com inúmeros prêmios,
incluindo o Justice in Action Award da Asian American Legal Defense e
Education Fund, e o Visionary Award da East-West Players.
GABRIEL BERISTAIN, ASC/BSC (Diretor de Fotografia) nasceu no
México e é filho de Luis Beristain, do bem-sucedido ator mexicano, cujo
último longa-metragem foi a obra-prima de Luis Buñuel, O Anjo
Exterminador (El Angel Exterminador). Gabriel interessou-se pelo cinema
ainda jovem, ao tornar-se membro ativo do movimento em prol do cinema
independente no México.
Beristain imigrou para a Europa, onde trabalhou como cinegrafista de
documentários e matérias jornalísticas sobre temas políticos, sociais
e ambientais polêmicos. Estabelecendo-se na Inglaterra, cursou a
prestigiada National Film and Television School.
Em 1987, foi premiado como Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim
com a fotografia do longa de Derek Jarman, Caravaggio. Seus outros
créditos cinematográficos incluem Blade 2, A Trapaça (The Spanish
Prisoner), Eclipse Total (Dolores Claiborne), K2 - A Montanha da Morte
(K2) e Aria. Mudou-se para Los Angeles em 1991, onde reside atualmente. É
membro tanto da AMPAS quanto da BAFTA, a Academia Britânica de Cinema e
Televisão.
MAYNE BERKE (Desenhista de Produção) possui entre seus
créditos como desenhista de produção filmes como O Diário da Princesa
(The Princess Diaries), dirigido por Garry Marshall e estrelado por Julie
Andrews, Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston, 15
Minutos (15 Minutes), dirigido por John Herzfeld e estrelado por Robert De
Niro e Edward Burns, Uma Noite Mágica (Jack Frost), estrelado por Michael
Keaton, Romy e Michele (Romy and Michele's High School Reunion) e Double
Dragon. Também assinou a produção do telefilme original aclamado da HBO,
Don King - O Rei do Boxe (Don King: Only in America), e do comercial da
Levi's vencedor do prêmio Clio, Elevator Fantasy, dirigido por Michael
Bay.
Seus créditos como diretor de arte incluem O Fã - Obsessão Cega (The
Fan), Um Drinque no Inferno (From Dusk Till Dawn), A Voz do Meu Coração
(Grace of My Heart), Grande Hotel - Uma Comédia Cinco Estrelas (Four
Rooms), Viva! A Babá Morreu (Don't Tell Mom The Babysitter's Dead) e As
Tartarugas Ninja 2 e 3 (Teenage Mutant Ninja Turtles II e III).
Possui mestrado em Direção de Arte e Design Teatral pela Tisch School of
the Arts, da New York University. Estudou com designers teatrais renomados,
incluindo o vencedor de inúmeros prêmios Tony, Oliver Smith, cujos
quadros criados para My Fair Lady - Minha Bela Dama (My Fair Lady) e Amor,
Sublime Amor (West Side Story) hoje integram o acervo permanente do
Metropolitan Museum of Art de Nova York. Berke também estudou com os
iluminadores célebres, Jennifer Tipton e John Gleason.
MICHAEL TRONICK, A.C.E. (Montador) volta a trabalhar pela
terceira vez com o produtor Neal Moritz, após ter montado Um Tira Muito
Suspeito (Blue Streak) e À Sombra do Vulcão (Volcano).
Tendo iniciado sua carreira como montador da trilha de filmes como Movie
Movie, O Show Deve Continuar (All That Jazz), Star 80, Reds, 48 Hrs.,
Chorus Line - Em Busca da Fama (A Chorus Line), Por Favor Matem a Minha
Mulher (Ruthless People) e Predador (Predator), passou a montador de
história na comédia fenômeno de bilheteria, Um Tira da Pesada 2 (Beverly
Hills Cop II), de 1987. Entre seus créditos cinematográficos adicionais
destacam-se Abaixo de Zero (Less Than Zero), Fuga À Meia-Noite (Midnight
Run), As Aventuras de Ford Fairlane (The Adventures of Ford Fairlane),
Dias de Trovão (Days of Thunder), O Último Boy Scout - O Jogo da
Vingança (The Last Boy Scout), Amor À Queima-Roupa (True Romance),
Falando Francamente, De Perua Para Perua (Straight Talk), Perfume de
Mulher (Scent of a Woman), Cowboy Way (The Cowboy Way), Queima de Arquivo
(Eraser), A Força em Alerta 2 (Under Siege 2: Dark Territory), Encontro
Marcado (Meet Joe Black) e Duelo de Titãs (Remember The Titans). Mais
recentemente, montou American Outlaws e O Escorpião Rei (The Scorpion
King).
ELLIOT GOLDENTHAL (Trilha) compõe peças musicais para
orquestras, para o teatro, óperas, balés e produções do cinema.
Recentemente, venceu um Oscar® e um Globo de Ouro com sua trilha para
Frida, tendo também sido indicado com a canção original do filme,
"Burn it Blue". Anteriormente, já havia sido indicado ao
Oscar® e ao Globo de Ouro com suas trilhas para Entrevista com o Vampiro
(Interview with the Vampire) e Michael Collins - O Preço da Liberdade (Michael
Collins). Além disso, recebeu indicações ao Grammy com Tempo de Matar
(A Time to Kill) e Batman Eternamente (Batman Forever), e três
indicações ao prêmio Chicago Film Critics Award com Fogo Contra Fogo (Heat),
Michael Collins e Nó Na Garganta (The Butcher Boy). Em 1998, venceu o
prêmio L.A. Film Critics Award de Melhor Trilha Original com The Butcher
Boy, de Neil Jordan.
Goldenthal já trabalhou com a diretora Julie Taymor em 18 projetos,
incluindo o filme Titus, uma adaptação da peça de Shakespeare,
estrelada por Anthony Hopkins e Jessica Lange (1999). Seu musical teatral
original, Juan Darien: A Carnival Mass, deu-lhe um Obie Award (1988) e
duas indicações ao Tony de Melhor Musical e Melhor Trilha Musical
Original, em sua temporada no Lincoln Center (1996). Seus créditos
teatrais adicionais incluem The Transposed Heads, The King Stag, Liberty's
Taken e The Green Bird (na Broadway, em 2000).
No mundo dos concertos, Goldenthal foi contratado pelo American Ballet
Theatre e pelo San Francisco Ballet para criar um novo balé, Othello, que
estreou no Metropolitan Opera em 1997, já foi apresentado em São
Francisco e Paris, e será transmitido em 2003 pela PBS, na série Great
Performances. Othello retorna à Metropolitan Opera na temporada de 2003
do American Ballet Theatre. Suas outras peças clássicas incluem Shadow
Play Scherzo, para a celebração do 70o aniversário de Leonard Bernstein,
e uma grande peça orquestral, Fire, Water, Paper: A Vietnam Oratorio,
composta para a Pacific Symphony Orchestra para as comemorações do 20o
aniversário da Guerra do Vietnã e que, subseqüentemente, saiu em turnê
com a Orquestra Sinfônica de Boston, com regência de Seiji Ozawa. A
composição está disponível em um lançamento Sony Classical, com Yo Yo
Ma como solista.
Suas trilhas cinematográficas adicionais incluem Drugstore Cowboy, Alien
3, Cobb - A Lenda (Cobb) e The Good Thief, de Neil Jordan. Atualmente,
compõe com Taymor uma ópera original, Grendel, que será apresentada na
Ópera de L.A., em 2005, e, subseqüentemente, no Festival do Lincoln
Center.
CHRISTOPHER LAWRENCE (Figurinista) recentemente foi
figurinista do piloto Robbery Homicide Division, dirigido por Michael Mann,
de The Gin Game, da PBS, estrelado por Mary Tyler Moore e Dick Van Dyke, e
do longa-metragem 11:14, estrelado por Hilary Swank, Barbara Hershey e
Patrick Swayze.
Antes de se tornar figurinista, foi supervisor de figurinos de alguns dos
melhores diretores de Hollywood, incluindo Blake Edwards (Switch -
Trocaram Meu Sexo/Switch), Mel Brooks (Que Droga de Vida/Life Stinks),
Garry Marshall (Amigas Para Sempre/Beaches), Barry Levinson (Bugsy),
Cameron Crowe (Say Anything), James L. Brooks (Disposto a Tudo/I'll Do
Anything), Curtis Hanson (O Rio Selvagem/The River Wild), James Cameron
(T2/3D), Phillip Noyce (O Santo/The Saint) e Tony Scott (Inimigo do
Estado/Enemy of the State).
Em 1999, foi figurinista associado de O Informante (The Insider) de
Michael Mann. Em seguida, assinou os figurinos de Aniversário de
Casamento (The Anniversary Party) para Alan Cumming e Jennifer Jason Leigh,
Jimmy Bolha (Bubble Boy) para Blair Hayes e da comédia de ação,
Showtime, estrelada por Robert De Niro e Eddie Murphy.
|
 |