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S.W.A.T. - Comando Especial


S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.) é uma aventura de ação que gira em torno de uma história de redenção de homens e mulheres, cuja missão é resolver as situações mais voláteis enfrentadas pelos policiais no cumprimento do dever.

S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.) também é um estudo de conflitos de personalidade e como eles moldam o destino de um indivíduo. Dois dedicados policiais da S.W.A.T., Jim Street (Colin Farrell) e seu parceiro, Brian Gamble (Jeremy Renner), são repreendidos e rebaixados após tomarem uma decisão polêmica durante um assalto a banco e uma situação de crise envolvendo reféns. Revoltado, Gamble prefere se desligar do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) a submeter-se à punição, enquanto Street decide continuar na polícia, na esperança de ter uma nova chance algum dia.

Suas respectivas decisões afetarão o curso de suas vidas.

Para Street, o rebaixamento se torna um caminho para a salvação, quando ele conhece o sargento "Hondo" Harrelson (Samuel L. Jackson), que retorna à S.W.A.T. vindo de outra divisão com um mandado para criar uma nova equipe. A exemplo de Street, ele é movido pela vontade de redimir seu passado. Seu rival de longa data, o capitão Thomas Fuller (Larry Poindexter), está fazendo todo o possível para garantir que Hondo falhe. Assim como Street, Hondo se recusa a deixar seus detratores interferirem em seus planos. Ele segue adiante, determinado, e monta a melhor equipe que o Departamento de Polícia de LA tem a oferecer.

"Exatamente como Street e Gamble, Hondo e Fuller foram parceiros no início de suas carreiras", conta o produtor de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), Neal Moritz. "Ambos eram bons policiais, mas Fuller teve muito mais habilidade para subir na hierarquia da política interna. Hondo, contudo, era aquele tipo de policial que todos nós gostaríamos de ter nas ruas nos protegendo."

Hondo inicia seu processo de seleção escolhendo dois policiais experientes da S.W.A.T., Michael Boxer (Brian Van Holt) e T.J. McCabe (Josh Charles). A reduzida lista de Hondo também inclui um tira excepcional com uma ficha de detenções impressionantes, Deacon "Deke" Kaye (James Todd Smith, também conhecido como LL Cool J).

Ao selecionar o desonrado Street como parte de sua nova equipe de elite, Hondo toma uma decisão que dá mostras de seu caráter. "Hondo decide convocar Street", conta Farrell, "pois vê a gana que ele tem de ter uma segunda chance. Nisso, os dois se parecem. Hondo foi forçado a deixar a S.W.A.T. por Fuller, então, na verdade, ele está dizendo a Street, 'eu estou tendo outra chance e, por isso, também estou dando uma nova oportunidade a você.'"

Outra razão pela qual Hondo seleciona Street, segundo Moritz, "é que ele sente que Jim possui bons instintos. Acho que ele vê em Street o que todos viram nele no início de sua carreira", explica ele. "Há também a respeito mútuo que eles sentem um pelo outro, fruto de suas experiências passadas nas forças militares."

A quinta e última candidata de Hondo é Chris Sanchez (Michelle Rodriguez). Ela é a primeira mulher em toda a história da polícia de LA a ser selecionada para integrar a S.W.A.T. "Em parte, Hondo faz isso irritar o capitão", comenta Rodriguez, rindo. "Ele recruta uma mulher que arrepia e que já havia tentado entrar para a S.W.A.T. em três ocasiões anteriores, mas que sempre fora preterida só por ser mulher."

Sanchez, que também é uma policial de primeira, acrescenta uma dinâmica única à nova equipe. "Ela é mulher durona e sem frescuras", acrescenta Rodriguez, "e Hondo pressente seu potencial."

Após reunir cinco membros tão diferentes de ambos os sexos com habilidades tão complementares, Hondo precisa treiná-los para pensar e agir como uma equipe. O processo de treinamento da S.W.A.T. é extremamente extenuante, mas visa transformá-los numa unidade coesa capaz de pensar e agir como partes de um único organismo.

Para concluir o treinamento, a equipe precisa vencer um desafio quase impossível: libertar ilesos todos os reféns de um seqüestro de avião simulado. A equipe se sai impressionantemente bem e seu sucesso é a prova de que os instintos de Hondo estavam corretos. As altas patentes do Departamento de Polícia de LA ficam tão impressionadas, que a nova equipe da S.W.A.T. é imediatamente posta em ação quando Alex Montel (Olivier Martinez), um francês chefe do tráfico internacional conhecido como 'Le Loup Rouge' (o Lobo Vermelho), tenta escapar da custódia da polícia durante o que deveria ter sido uma transferência de rotina de um prisioneiro.

Embora o plano saia frustrado, o passo seguinte de Alex é ainda mais audacioso. Ele anuncia à imprensa que está disposto a pagar US$100 milhões de dólares àquele que conseguir libertá-lo. O ousado pronunciamento é transmitido para toda Los Angeles e, nas palavras de Martinez, "dá início à uma pequena guerra entre as gangues da cidade. Alex cria um caos e complica bastante sua transferência às mãos dos agentes federais - exatamente como ele planejava."

Para Moritz, o prêmio de US$100 milhões se torna uma força-motriz no filme e amplia o escopo da ação. "Quando li sobre a recompensa no roteiro, minha cabeça disparou, tentando imaginar o efeito que isso teria numa cidade, o caos que poderia causar e como, a partir daí, apareceriam heróis para demover aqueles que fossem motivados pela oferta de Alex."

A missão da S.W.A.T. é complicada pelo fato de um dos homens atraídos pela recompensa ser o ressentido ex-parceiro de Street, Gamble. Com conhecimento íntimo do funcionamento interno das equipes da S.W.A.T. e de como elas operam, Gamble imediatamente se torna um adversário e tanto.

Renner procura atenuar a maldade explícita de seu personagem, encarando Gamble "não como um vilão, mas apenas como alguém que é mal entendido e está desencaminhado. Ele teve uma má experiência que o levou a tomar decisões erradas."

Assim como ocorria com Street, a S.W.A.T. era tudo na vida de Gamble. Agora que foi expulso, ele está perdido. "Ele está sem dinheiro, não tem para onde ir e não tem perspectivas na vida", continua Renner. "Mas, ao invés de tentar encontrar um caminho legítimo onde possa aproveitar seu treinamento de elite, ele decide usar as habilidades adquiridas na S.W.A.T. para faturar alto. Por conhecer todas as táticas da S.W.A.T., bem como o modo de pensar da equipe - especialmente o de seu antigo parceiro, Street - ele pensa que estará sempre um passo à frente dos ex-colegas."

Dentro dos quadros da S.W.A.T., não pode haver traição maior do que a de um oficial que "muda de lado" e passa a integrar o submundo do crime e da corrupção. Gamble cria polêmica, não só tática, mas moralmente, gerando sérios questionamentos acerca da honra e da lealdade entre os homens e mulheres nos quais a comunidade deposita sua confiança. "Tivemos várias conversas sobre as tentações que os policiais costumam enfrentar", conta Jackson, "e como é fácil eles se safarem na maioria desses casos. Mas se ceder, estará indo contra tudo aquilo que você defendia como pessoa. E isso o torna um cara ainda pior que os bandidos. Um policial escolhe essa vida para manter a comunidade em segurança. Ao dar às costas ao seu dever, ele trai uma confiança sagrada."

Street e Hondo servem como contrapontos para Gamble, personificando a moral e a honra dos policiais dedicados. "Jim Street não é nenhum anjo. É só um sujeito simples que gosta de verdade do seu trabalho e que acredita no que faz", conta Farrell. "Sendo assim, ele é e sempre foi incorruptível, desde o tempo em que integrava a equipe dos SEALs da Marinha. Ele não vai mudar agora, porque não está nisso pelo poder de portar uma arma de fogo nem pela glória. Ele está nessa pelos motivos certos, sobretudo para fazer o bem."

Do mesmo modo, a única missão de Hondo é uma dedicação inabalável ao seu trabalho e à sua equipe. "Hondo orgulha-se de seu papel na força policial e da criação de uma nova unidade da S.W.A.T.", conta Jackson. "Eles realmente estão muito acima dos demais. São a elite da elite."

Já o narcotraficante cruel e brutal, Alex Montel, é a mais completa antítese de Hondo e Street. "Alex não acredita em nada nem liga para nada", conta Martinez. "Ele é totalmente amoral, um homem totalmente sem consciência moral."

Parte da eterna sedução dos filmes policiais de ação é a oportunidade que o espectador tem de conhecer intimamente um criminoso e vislumbrar um mundo desconhecido. Eles permitem que o público conheça um lado negro da sociedade sem se verem envolvidos diretamente neles. "Quase todos nós somos fascinados pelo modo como a cena de um crime é investigada, como a polícia chega à identificação do bandido, quais são seus motivos e pelas táticas empregadas pela polícia para capturá-lo", conta Jackson. "É um modo seguro que o público tem de conhecer um mundo sombrio e de entender como ele funciona."

Há também a emoção vicária de nos identificarmos com a bravura e as habilidades dos heróis. Segundo James Todd Smith (LL Cool J), "gostamos de ver personagens que fazem coisas que exigem mais coragem e sofrimento do que as pessoas comuns demonstrariam ou suportariam. Nós curtimos nossos heróis."

A AÇÃO POR TRÁS DA AÇÃO

Outra atração inegável dos dramas policiais, segundo o diretor de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), Clark Johnson, é a ação. "Não há nada como a adrenalina que sentimos numa perseguição automobilística espetacular, numa explosão monumental ou num feito que desafia a morte", afirma. "Isso é mesmo emocionante. Mas, para que o impacto seja mesmo genuíno, precisamos investir igualmente em bons personagens."

O produtor Neal H. Moritz não é nenhum novato no mundo emocionante dos filmes de ação, tendo xXx - Triplo X (XXX) e Velozes e Furiosos (The Fast e the Furious) entre seus créditos de maior destaque. Em S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), ele contou com a experiência de Johnson, um veterano do gênero "policial de ação" na televisão. Durante vários anos, Johnson foi ator e acabou chegando a diretor do seriado aclamado, Homicide: Life on the Streets. Ele dirigiu, em seguida, episódios de Nova York Contra o Crime (NYPD Blue), Law & Order: Special Victim's Unit, Third Watch, The Wire e The Shield, entre outros.

"Quando começamos a discutir a realização deste filme, queríamos que ele mostrasse a honra que é ser um membro da S.W.A.T. e também os perigos desse trabalho", afirma Moritz. "Nós realmente precisávamos de alguém que pudesse nos mostrar esse mundo. Quando examinamos a obra de Clark, vemos que ele sempre soube como pegar situações e fazer com que a gente se sinta verdadeiramente parte delas."

Johnson entrou para o projeto muito bem versado na realidade e nos desafios do drama policial. Seu trabalho premiado como a diretor de séries policiais aclamadas da televisão e também sua experiência de início de carreira em efeitos especiais lhe deram a habilidade técnica e logística para lidar com as exigências desta produção cinematográfica.

Ele também pode gabar-se de ter interpretado "tantos tiras ao longo da minha carreira como ator, que sinto que sei mais sobre o trabalho policial do que muitos tiras de verdade", brinca Johnson. Essa experiência prática demonstrou ser inestimável na construção da encenação de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.). Embora seja inspirado no seriado televisivo da década de 70, sua única semelhança com o longa-metragem do cinema está nos nomes de quatro personagens -- Hondo, Street, T.J. McCabe e Deke - embora os cineastas prestem várias homenagens ao seriado de modo sutil. Steve Forrest, que interpretou Hondo na televisão, faz uma participação especial como um motorista de caminhão da S.W.A.T. e Rod Perry, que interpretava Deacon, retorna no papel do pai de seu personagem.

"Enquanto trabalhávamos no roteiro", conta Johnson "eu fazia perguntas como se fosse um espectador --- do tipo, 'como a equipe da S.W.A.T. embarcaria num avião com reféns a bordo?' Fizemos várias pesquisas, que levaram a uma de minhas cenas favoritas no filme, um exercício de treinamento a bordo de um velho avião no deserto de Mojave. Nós mostramos, passo a passo, como eles entram na aeronave e neutralizam os bandidos, sem ferir nenhum inocente. Foi muito divertido mostrar ao público como a equipe opera."

Outra pergunta feita por Johnson foi: "se vocês não puderem invadir uma casa com segurança, como fazem para prender o criminoso?" A resposta foi simples: usa-se um 'molly', que Johnson descreve como "um equipamento que lembra um anzol de pesca gigante e que, depois de penetrar numa parede, arranca-a para fora."

"Se vamos rodar um filme de ação sobre a S.W.A.T., devemos aprender sobre o trabalho deles", continua ele. "E ele deve ser plausível. Até na cena final, quando pousamos um jato numa ponte, consultamos a FAA, a agência federal de aviação, e o fabricante do jato e conseguimos todos os dados técnicos necessários. Isso é algo realmente possível."

A experiência de Johnson como ator influenciou seu processo de escalação dos papéis centrais do filme. "Não é apenas um espetáculo de efeitos especiais. Trata-se de um filme sobre o amadurecimento dos personagens e o que separa S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.) de outros filmes policiais de ação é o seu elenco", reconhece Johnson. "Quando temos atores de alto nível como Sam Jackson, Colin Farrell e Olivier Martinez, eles tornam complexos todos os papéis e enriquecem a ação com elementos humanos dramáticos. Mais importante ainda, juntos, eles formaram um elenco coeso. Por isso, nós torcemos por eles como equipe, além de individualmente, devido à complexidade que conferem aos seus respectivos personagens e também ao modo como trabalham juntos enquanto unidade. O trabalho de equipe é o que eleva o filme a um outro nível."

Desde o início, o elenco se sentiu totalmente à vontade com um diretor que também é um ator experiente. "Eu sabia que estaria trabalhando num ambiente aberto e de grande aceitação com Clark", conta Van Holt, que vem de uma família de policiais. "Meu tio comandou a S.W.A.T. por algum tempo e tenho um primo que está atualmente na equipe da S.W.A.T.", continua ele. "Meus outros primos são policiais regulares da cidade de L.A. Por tudo que aprendi com a minha família, é preciso ser alguém especial para ser tira e, sobretudo, um membro da S.W.A.T. A maioria de nós não faz idéia da pressão que os tiras enfrentam no seu dia-a-dia. Poucos de nós agüentariam a pressão."

Rodriguez interessou-se por viver o papel de Sanchez pela visão clara que Johnson lhe passou do que desejava para a personagem, porém, ao mesmo tempo, dando espaço para que os atores contribuíssem para a sua criação. "Eu queria liberdade para interpretá-la", conta Rodriguez, "mas também era importante entender as diretrizes dadas por Clark. E ele sabia exatamente como explicar o que queria."

Moritz, que já havia trabalhado com Jackson no seu primeiro filme como produtor, Juice, e, subseqüentemente, no fenômeno de bilheteria, xXX - Triplo X (XXX), afirma acerca da escalação do papel-chave de Hondo: "Eu sabia que, se teríamos de escalar alguém para liderar um grupo de atores, esse cara seria Sam."

Johnson concorda plenamente. "Se você consultar o verbete 'cool' no dicionário, o que verá será uma foto de Sam", afirma. "Ele é o ator mais cool do planeta e criou um personagem exatamente assim."

O que atraiu Jackson foi simplesmente o drama inerente a todos que fazem parte da equipe da S.W.A.T. e uma grande admiração por sua filosofia. "Eles são colocados em situações de grande tensão, quase todas envolvendo risco de vida, mas sempre agem como membros de uma organização que visa salvar vidas, nunca tirar vidas", conta ele. "Geralmente, vemos o pessoal da S.W.A.T. como atiradores de elite enviados para dispara o tiro certeiro, se for preciso. Mas não é esse o seu trabalho, e sim garantir que todos saiam dos conflitos sãos e salvos. É preciso ser alguém muito especial para ficar sob tal pressão e ainda ter sensibilidade para não agir como um caubói."

Assim como Hondo é o líder inequívoco da equipe da S.W.A.T. nas telas, Jackson se sentiu na obrigação de ser um líder no set. "Eu me senti no dever de dar exemplo a esses atores mais jovens, aparecendo preparado, pronto para trabalhar, com uma atitude positiva e ajudando sempre que possível a fazer ajustes para que as tomadas saíssem perfeitas", conta Jackson. "E era importante que eu não agisse com estrelismo e sim, mostrasse meu apreço por este trabalho e pelas oportunidades que ele me proporciona. Então, sim, há uma correlação entre mim e Hondo: eu tento liderar dando um bom exemplo."

Como já demonstrou em filmes diversos como Tigerland - O Caminho da Guerra (Tigerland), Demolidor - O Homem Sem Medo (Daredevil) e Minority Report - A Nova Lei (Minority Report), Colin Farrell possui não só carisma, mas, como diz Moritz, "a exemplo de Jim Street, ele é um cara que pode ser um rebelde e ainda assim fazer parte de uma equipe, alguém que pode ser um líder se precisarmos dele ou estar do seu lado lhe dando cobertura em situações perigosas."

Farrell também conferiu um grande equilíbrio ao papel de Jim Street, a quem Johnson via como um "tira carismático com a nobreza velada de Steve McQueen em Bullitt", observa ele. "Mas ele também teve de dar a entender ao público, assim como os outros membros da S.W.A.T., ele chegou à elite da polícia galgando posições na hierarquia policial por mérito próprio. Os rebeldes, os livres-pensadores, raramente se conformam, o que torna ainda mais impressionante o fato de encararem os muitos anos de esforço árduo que sua formação exige. Colin mostra como Street subiu na polícia até chegar à S.W.A.T. e como agora está tentando retomar seu lugar."

Johnson e Moritz convidaram James Todd Smith (mais conhecido como LL Cool J) para o papel de Deke, "porque achei que precisávamos de alguém com muita força física e com um senso natural de humor, e LL se encaixa perfeitamente nessa descrição", afirma Moritz.

"LL tem a presença física e a atitude de Deke", concorda Johnson. "Ele é um sujeito de credibilidade. Não duvidamos nem por um minuto que ele poderia ser um membro da S.W.A.T."

Deke também é o único membro casado da equipe e, por isso, tem uma perspectiva diferente do seu trabalho. Segundo Smith, "Deke é muito obstinado, muito dedicado, mas também muito agressivo e a farda policial o faz se sentir invencível. Por ser o único membro casado da equipe, e com três filhos, ele também tem um desejo ainda maior de proteger os inocentes e de tornar o mundo um lugar melhor para todas as pessoas."

O principal vilão da história, Alex, o narcotraficante internacional que serve de força-motriz para toda a ação do filme, deu a Johnson e Moritz a oportunidade de criar um vilão memorável. "Quando começamos a discutir o vilão, queríamos evitar o tipo de criminoso tradicional", relembra Moritz. "Quando vimos Olivier Martinez estrelando Infidelidade (Unfaithful), ficamos impressionados com seu carisma. Tanto homens quanto mulheres não conseguiam tirar os olhos dele. Escalá-lo como Alex parecia um modo de criarmos um vilão tradicional."

Concluída a escalação do elenco, Moritz e Johnson dedicaram-se, então, à contratação de uma equipe técnica de primeira para ajudá-los a produzir um filme visualmente emocionante. Uma grande parte desta responsabilidade ficou a cargo do diretor de fotografia, Gabriel Beristain. Para registrar a magnitude e o gigantismo das seqüências de ação, Beristain e sua equipe de cinegrafistas e assistentes de câmera encontraram modos inovadores de acompanhar os personagens e a ação, recorrendo freqüentemente ao uso de steadicams para captar a aspereza e a realidade dessas cenas.

"Nós filmamos de duas perspectivas", conta Johnson. "Muitas tomadas foram filmadas a bordo de um helicóptero, porque, em Los Angeles, há sempre um helicóptero com uma câmera filmando, acompanhando a ação, assim que qualquer coisa acontece. Por outro lado, filmamos em cima do lance, em planos fechados, com cinco ou seis câmeras portáteis para obtermos aquela sensação de urgência. Gabriel e sua equipe realizaram um trabalho sensacional. Foi tudo tão bem preparado que deu a impressão de ser algo improvisado."

Johnson, Moritz e sua equipe prestaram atenção aos mínimos detalhes para acentuar ainda mais o realismo deste drama. Fundamental neste processo foi o consultor técnico Randy Walker, um veterano aposentado d Departamento de Polícia de L.A. (LAPD) que integrou a S.W.A.T. durante 16 anos. Segundo Johnson, é curioso o fato de Walter ter integrado a equipe da S.W.A.T. que atuou no tiroteio do famoso assalto ao banco de North Hollywood, há vários anos, e que inspirou a cena de abertura do filme. "Acompanhando as imagens jornalísticas, nós o vemos lá - de bermuda", conta Johnson, rindo. "Acho que ele estava jogando golfe quando foi acionado. Ele pegou, então, sua jaqueta blindada, seu capacete, sua arma, mas aparece nas imagens da bermuda, com as pernas finas de fora."

O trabalho de Walker era garantir a autenticidade das táticas da S.W.A.T. Antes do início das filmagens, Walker instruiu o elenco sobre a história da S.W.A.T., o objetivo da divisão e seu lugar dentro do Departamento de Polícia de Los Angeles e dentro da comunidade. O elenco também aprendeu uma linguagem gestual de sinais especiais, técnicas de comunicação através dos olhos, a linguagem e o comportamento desses policiais. Eles tiveram de aprender técnicas de como segurar, carregar e atirar com uma grande variedade de armas.

Até para os atores que já tinham experiência com armas, o treinamento foi impressionante. "Eles me deram um rifle de precisão calibre 50 com balas enormes", lembra Renner. "Fiquei tão animado de atirar com aquilo que reclamei por terem me dado apenas 20 balas. Mas, depois de disparar somente quatro tiros, eu entreguei os pontos. Fiquei pregado. Parecia que eu tinha levado vários coices de um burro. Foi uma experiência muito intensa e impactante."

Outra parte árdua do treinamento foi a semana de treinamento ministrada por Walker com ensinamentos sobre como os homens podem se mover com agilidade e rapidez usando o uniforme da S.W.A.T., com 15kg de blindagem pesada e quente. Até mesmo os integrantes fisicamente mais bem preparados do elenco treinaram até o limite do seu condicionamento. "É inacreditável como os integrantes da S.W.A.T. atuam com tanta eficiência usando todo aquele equipamento", supreende-se Van Holt. "Já era difícil caminhar, imagine correr, pular, atirar e rastejar em espaços apertados. Eu não conseguiria fazer isso nem sem aquela roupa blindada e todo aquele equipamento."

Embora fisicamente desgastante, o "acampamento de treinamento" fortaleceu a confiança dos atores e deu mais sutilezas ao seu desempenho enquanto membros da S.W.A.T. "Eu vivia perguntando ao Randy Walker se nós estávamos fazendo tudo de modo legítimo para que, quando policiais de verdade fossem assistir ao filme, eles dissessem, 'É isso mesmo'", observa Jackson. "É sempre um grande elogio quando aqueles que exercem na vida real a mesma função que nós estamos exercendo nas telas vêm nos dizem que nosso desempenho foi honesto. Eles realmente apreciam isso."

E seria mentira, confessa Farrell, se ele não admitisse que o treinamento da S.W.A.T. foi um sonho de criança que se tornou realidade. "Estou sendo muitíssimo bem pago para brincar das mesmas coisas que eu brincava quando era garoto", afirma ele. "Fui à galeria de tiros e atirei com espingardas M-4, pistolas .45, 9mm, rifles, e aprendi a acertar alvos em movimento. Foi muito divertido. Ao mesmo tempo, eu queria me preparar o melhor possível para que realmente soubesse fazer bem meu trabalho na hora de filmar."

Com relação a Rodriguez, sua maior satisfação foi não ter recebido nenhum tratamento especial. "A atitude que todos tiveram comigo foi: 'Você quer ser da S.W.A.T.? Então precisa ser capaz de fazer tudo sozinha e estar à altura dos demais'", lembra ela. "Randy nunca me tratou de modo diferente. E foi ótimo. Foi muito cansativo, mas foi maravilhoso."

Para o público e o elenco, o treinamento realista compensou, segundo Moritz. "A fim de interpretarem convincentemente policiais da S.W.A.T. dos dias atuais, era importante que os atores e o público aprendessem mais sobre as técnicas que eles usam - como invadir uma casa, como cercar alguém que está de posse de reféns", conta ele. "O treinamento foi não só emocionante e educativo, mas serviu para transformar o elenco numa equipe coesa, o que acrescentou ainda mais realismo nas telas."

Trabalhando com seu consultor, Randy Walker, Johnson cuidou dos mínimos detalhes com relação às armas, aos uniformes, às técnicas e estratégias empregadas pelas Equipes de Táticas e Armas Especiais dos dias de hoje.

Por questões práticas relativas à filmagem, algumas alterações tiveram de ser feitas nos uniformes e nas armas da S.W.A.T., todas elas executadas com o maior cuidado. Os coletes de Kevlar à prova de balas aumentavam em quase 15kg o peso total do equipamento usado pelos atores e, por isso, foram substituídos por coletes de espuma. Outro problema com o equipamento padrão da S.W.A.T. é o fato de os membros da divisão atuarem cobertos da cabeça aos pés por uniformes pretos idênticos, o que tornava impossível distinguí-los. Por isso, em algumas cenas, os atores tiraram os capacetes e óculos para que pudessem ser reconhecidos.

Outras exigências narrativas ocasionaram algumas alterações. A maioria das unidades da S.W.A.T. na vida real tem 14 policiais, não seis, e cada homem é especializado numa arma específica. Com o número reduzido de integrantes da equipe ficcional, todos os personagens tinham de ser capazes de usar várias armas diferentes, em momentos diferentes, segundo as exigências do roteiro.

A licença poética mais significativa com relação à realidade foi a personagem Sanchez. Até hoje, nunca houve nenhuma policial do sexo feminino integrante da S.W.A.T. de Los Angeles. Mas, segundo Johnson, a escalação de Rodriguez poder abrir uma porta. Isso já aconteceu antes. "Quando eu trabalhava em Homicide, o Departamento de Polícia de Baltimore estava hesitante em aprovar nossa história, porque ela incluía uma investigadora de homicídios do sexo feminino, o que nunca havia existido na cidade", conta. "Nós prosseguimos mesmo assim. Hoje, dos cerca de 67 investigadores da divisão de homicídios de Baltimore, 19 são mulheres. Não estou dizendo que isso aconteceu por causa do seriado, mas podemos ter contribuído."

Rodriguez refuta a noção de que as mulheres não têm capacidade de encarar os desafios físicos da S.W.A.T. "É só compararmos o tamanho de Bruce Lee e o de seus adversários", explica ela. "Só é preciso conhecer os pontos de pressão, ter concentração e energia - coisas que as mulheres podem desenvolver com o treinamento adequado. Geralmente, as mulheres ficam tão intimidadas por homens ameaçadores que esquecem que há vários modos de derrotá-los."

O consultor da S.W.A.T., Walker, elogia Rodriguez e o resto do elenco e o modo realista como deram vida aos policiais da S.W.A.T. "O visual e as situações do filme são autênticos", confirma ele. "Os uniformes e as armas são perfeitos e a atitude dos atores foi muito positiva. Todos foram ótimos alunos; executaram os movimentos certos, com o visual, a atitude e o desempenho corretos."

Outro elemento que contribuiu para a precisão e o realismo do filme foram os sets do desenhista produção, Mayne Berke. Sendo um filme basicamente rodado em externas, usando mais de 75 locações na cidade de Los Angeles e seus arredores, o trabalho de Berke consistia em manter não só uma consistência no visual do filme, mas também respeitar considerações orçamentárias e restrições no cronograma de filmagem. "A solução foi agrupar o maior número de locações possíveis a fim de minimizar a necessidade de deslocamentos de toda a equipe de produção, o que consome muitos recursos e muito tempo", explica ele. "No fim, deu tudo certo. Em algumas locações, conseguimos filmar de seis a oito cenas diferentes no mesmo local, com apenas alguns ajustes mínimos."

Berke e o diretor, Johnson, definiram juntos a cor e a textura do filme. "Queríamos que ele fosse o mais realista e áspero possível", conta Berke, "e por isso sugeri a Clark que usássemos uma palheta de cores bem restrita, limitada a cores escuras, especialmente os tons terrosos, usando as cores vivas apenas para mostrar aspectos exuberantes da cidade de Los Angeles e sua arquitetura."

A cena mais complexa do filme foi o clímax final suas com tomadas espetaculares de ação, rodada na ponte da Rua 6 de Los Angeles ao longo de um período de quatro semanas de filmagens noturnas. A ponte foi escolhida depois que Berke já havia visitado várias outras locações na área urbana de L.A. que poderia ser apropriadas para o pouso de um avião. "Alguém nos sugeriu a auto-estrada 405 (que corta verticalmente a Califórnia de San Diego a Sacramento), mas quando folheei o livro Above Los Angeles, decidi que se eu fosse um piloto, eu pousaria na ponte da Rua 6, no centro da cidade. Visualmente, eu também a via como uma tomada potencialmente espetacular, já que a ponte tem quase 1kgm de comprimento e, após a aterrissagem, vemos o brilho das luzes dos arranha-céus do centro da cidade como pano de fundo."

Johnson compartilhou o entusiasmo de Berke. "Não tínhamos ainda nem percorrido uns 100m ao longo da ponte e eu já sabia que seria o lugar ideal", conta ele. "De lá, o centro da cidade parecia a terra de Oz. Era mágico."

A iluminação noturna da aeronave cenográfica foi o maior desafio de Berke. "Já iluminei muitas cenas de dança na minha carreira", explica Berke. "Bailarinos são como esculturas em movimento. E, para mim, o 'avião' era uma escultura em movimento. Eu sabia que ele precisaria ser iluminado pelas laterais. Um técnico de iluminação do filme bolou uma solução prática, com luminárias que ele havia comprado na loja Home Depot, por US$20 dólares cada. Depois disso, foi só uma questão de montarmos as armações necessárias em torno das luminárias existentes. E eu criei um visual ligeiramente Art Deco para combinar com o estilo da ponte, da década de 30."

Mesmo com as modificações, era perigoso demais pousar com um avião de verdade na ponte. Por isso, todas as noites, o avião cenográfico era retirado de um hangar próximo à locação e levado à ponte da Rua 6.

Num determinado momento, a vida real interrompeu a produção, quando a verdadeira polícia de L.A. participou de uma perseguição automobilística envolvendo vários veículos à toda velocidade pela ponte, com helicópteros de verdade da polícia de L.A. competindo pelo espaço aéreo com as aeronaves empregadas pela produção. "Estávamos no alto da ponte, ensaiando a cena", relembra Johnson. "Tínhamos lá o avião virado de lado e uma limusine comprida, deixando um espaço mínimo de ambos os lados, suficiente para a passagem de um carro apenas. Recebemos então um comunicado dos assistentes de produção informando que uma perseguição automobilística em alta velocidade vinha em nossa direção. E um carro roubado cheio de crianças passou voando por nós, seguido por 15 viaturas de polícia, naquela faixa livre estreita. Parecia algo saído de The Blues Brothers."

Uma das locações não disponíveis para a produção do filme era a vasta rede de escoamento pluvial de Los Angeles. O roteiro pedia uma cena na rede de escoamento de águas, mas as autoridades municipais não deram permissão à produção para filmar no local, temendo alagamentos em conseqüência de trombas d'água, comuns na temporada de chuvas de inverno, quando o filme estava sendo rodado. Berke teve então de construir toda uma rede de escoamento pluvial. "Tive de construir algo que comportasse todas as diferentes cenas de ação previstas no roteiro, uma seção versátil de uma galeria de esgotos que mais lembrava um trepa-trepa e nos oferecia uma vasta gama de opções."

A pesquisa de Berke levou-o a um website dos 'drainers', entusiastas que entram ilegalmente em galerias de esgoto em todo os EUA e tiram fotografias de si mesmos (com tarjas negras sobre seus olhos para preservar suas identidades) que, depois, são postadas no site da Internet. Além das fotos, eles contam como entraram e saíram de uma rede específica e o que encontraram no local. "As fotos deles", conta Berke, "foram um recurso maravilhoso para nós."

Berke ficou surpreso em descobrir que as redes de esgoto têm certas coisas em comum. "Todas as redes de esgoto parecem ter algas acumuladas no teto e milhares de guimbas de cigarro. Há muitas latas e sacos plásticos de compras de supermercados. Achamos até um poste de telefonia, um aspirador de pó, carrinhos de compras, calotas, pneus - uma ótima oportunidade para explorarmos texturas e formas diferentes", afirma ele. "Tudo isso também se encaixava bem no conceito visual do filme. Os esgotos são lugares escuros, imundos, sinistros e assustadores. A gente nunca sabe o que encontrará depois da próxima curva."

No roteiro, os personagens percorrem quase 1km pela rede de escoamento pluvial. Já que seria impossível construir 1km de tubulações de esgotos, Berke projetou um set que se prestasse a vários ângulos de filmagem. "As redes de esgoto são locais muito mais amplos do que as pessoas costumam imaginar. Nossa pesquisa nos mostrou que podemos dirigir um caminhão por dentro de algumas delas. Por isso, nosso set teve de ser não só versátil, mas também enorme."

Berke e sua equipe começaram com tubulações usadas em aquedutos. Em seguida, construíram armações de madeira revestidas de látex preenchidas com uma camada de concreto maleável e moldável. Para simular as algas crescendo no teto, foi feito um molde de látex coberto com várias camadas de tinta de cores diferentes. Para dar ao set uma aparência molhada sem precisar molhá-lo de fato, glicerina foi aplicada no teto e laca incolor, nas paredes laterais. A água que fica acumulada no chão dos esgotos foi criada através da magia dos efeitos especiais. No total, várias semanas foram consumidas na construção e pintura do set e na produção do lixo do local.

TUDO SOBRE A VERDADEIRA S.W.A.T.

A equipe da S.W.A.T. do Departamento de Polícia de LA (LAPD) originou a criação equipes táticas em outros departamentos de polícia municipais. Após vários atentados perpetrados contra civis e policiais em todo o país, vários deles ocorridos em Los Angeles durante e após os distúrbios conhecidos como Watts Riots, no final da década de 60, as autoridades policiais reconheceram que não dispunham de uma resposta efetiva para tais situações. Em conseqüência disso, foram criadas unidades voluntárias especiais, chamadas de unidades de defesa, consistindo de policiais com habilidades especializadas e experiência prévia no serviço militar.

S.W.A.T., acrônimo de Special Weapons and Tactics Team (Equipe de Táticas e Armas Especiais, em português) começou a operar no final da década de 60 e foi formalmente constituída em 1972, pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), em função da necessidade e das vantagens do treinamento coletivo de uma unidade 100% dedicada a esse trabalho dentro da Divisão Metropolitana de Polícia.

Inovadora para sua época, a unidade tornou coeso o modo como a polícia lidava com eventos táticos especiais. Desde a sua criação, ela se tornou uma lenda entre as forças policiais de todo o mundo. Atualmente, a S.W.A.T. é uma unidade de elite que consiste de aproximadamente 60 integrantes do Departamento de Polícia de L.A. (LAPD), seis sargentos e um tenente, todos peritos em ataques táticos. A unidade cobre 19 áreas geográficas, ou divisões, de Los Angeles, uma cidade que se espalha por quase 1.300km2.

A S.W.A.T., entretanto, continuou recebendo uma dotação orçamentária mínima até a entrada em cena do Comitê Olímpico de 1984. Como os Jogos Olímpicos de Los Angeles eram vistos como um alvo em potencial para terroristas, a S.W.A.T. recebeu as verbas necessárias para a compra de equipamentos adicionais e o treinamento anti-terrorista adequado à proteção da comunidade. As Olimpíadas de Los Angeles decorreram sem nenhum incidente, mas as verbas e o treinamento que passaram a ser fornecidos durante os Jogos Olímpicos representaram um momento decisivo tanto para a força policial de L.A. quanto para a própria S.W.A.T.

No encalço do sucesso da organização da S.W.A.T. da polícia de L.A., outras cidades dos EUA e do mundo passaram a criar unidades semelhantes. Embora nem todas sejam chamadas de S.W.A.T. e nem todas operem sob a chancela de uma força policial municipal (algumas operam sob jurisdição federal, outras sob a jurisdição das forças armadas), todas elas compartilham o mesmo objetivo tático.

Como unidade de elite, os integrantes da S.W.A.T. estão sujeitos a rigorosos padrões físicos e profissionais. Os candidatos são escolhidos entre os policiais que chegaram à Divisão Metropolitana após um mínimo de quatro anos no Departamento de Polícia de L.A. Após um ano na Metro, os policiais podem se candidatar à S.W.A.T., sendo então submetidos a duas semanas de um treinamento preliminar extremamente extenuante. Aqueles que passam nos testes são então incluídos numa lista da qual os candidatos finais serão selecionados. Anualmente, cerca de 50 policiais se candidatam e aenas entre 8 e 10 são admitidos na S.W.A.T.

Uma vez aceitos, os policiais embarcam num programa de treinamento intensivo de sete semanas. Todos os integrantes da S.W.A.T. passam pelo treinamento geral, mas vários também optam por uma especialidade - isto é, franco-atiradores de precisão, especialistas no uso de rifles, etc. Alguns optam pelo treinamento para se tornarem negociadores. No momento, há 18 policiais da S.W.A.T. especializados em negociações. Concluído o treinamento, os policiais precisam esperar a abertura de vagas para serem oficialmente admitidos na unidade, embora sejam convidados para prestar assistência em situações táticas que exijam um contingente maior de policiais especializados.

Mesmo que alguns policiais façam de seu trabalho na S.W.A.T. uma carreira - o policial com mais tempo de serviço integrou a unidade por 27 anos - o tempo médio de serviço na divisão é de 8 a 12 anos, quando então a maioria deles é promovida para outras divisões dentro do Departamento de Polícia de L.A.

Em qualquer situação de crise, um mínimo de 14 policiais da S.W.A.T., um sargento tático e um negociador são enviados. Além de seus deveres táticos, a S.W.A.T. também é encarregada da intervenção em crises envolvendo suspeitos armados e embarricados. Muitas dessas situações envolvem também a presença de reféns. Não obstante o nome da unidade e a reputação de seus integrantes como exímios atiradores, o objetivo de todas as missões da S.W.A.T. é salvar vidas. Atuando em aproximadamente 80 casos de suspeitos armados e embarricados e executando 50 ordens de prisão de alto-risco por ano - mais de 3.000 missões de alta-periculosidade nas últimas três décadas - a equipe da S.W.A.T. de L.A. nunca perdeu um só refém até hoje.

SOBRE O ELENCO

SAMUEL L. JACKSON (Dan "Hondo" Harrelson) foi indicado ao Oscar®, ao Globo de Ouro e ao prêmio da Academia Britânica de Cinema e Televisão de Melhor Ator Coadjuvante (BAFTA) no papel de Jules, o bandido-filósofo do grande sucesso de Quentin Tarantino, Pulp Fiction - Tempo de Violência (Pulp Fiction).

Recentemente, estrelou Violação de Conduta (Basic), com John Travolta, e será visto no thriller de suspense Philip Kaufman, Blackout, contracenando com Ashley Judd, nos novos longas de Quentin Tarantino, Kill Bill, e John Boorman, Country of My Skull, e no último episódio da saga de Guerra nas Estrelas (Star Wars).

No ano passado, atuou no segundo filme da série de George Lucas, Guerra nas Estrelas: Episódio II - O Ataque dos Clones (Star Wars Episode II: Attack of the Clones), no qual reprisou seu papel de Mace Windu, o líder do conselho dos Jedis, em Fora de Controle (Changing Lanes), contracenando com Ben Affleck, xXx -Triplo X (XXX), dirigido por Rob Cohen e co-estrelado por Vin Diesel, e no thriller de ação, Formula 51, também produzido por Jackson.

Em 2001, co-estrelou com Bruce Willis no drama de suspense escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, Corpo Fechado (Unbreakable). Foi também astro e produtor executivo de Caveman's Valentine, seu segundo projeto com o diretor Kasi Lemmons, após Amores Divididos (Eve's Bayou), do qual também foi produtor.

Jackson foi homenageado com um Lifetime Achievement Award no Festival de Cinema de Deauville de 2000. O festival exibiu tanto Shaft, de John Singleton, no qual Jackson aparece no papel-título contracenando com Christian Bale e Vanessa Williams, quanto o drama de tribunal de William Friedkin, Regras do Jogo (Rules of Engagement), co-estrelado por Tommy Lee Jones.

Seus créditos cinematográficos incluem ainda Do Fundo do Mar (Deep Blue Sea), de Renny Harlin, O Violino Vermelho (The Red Violin), de Francois Girard, uma participação especial em Guerra nas Estrelas: Episódio I - A Ameaça Fantasma (Star Wars Episode I: The Phantom Menace), de George Lucas, Negociação - A Justiça À Qualquer Preço (The Negotiator) e Jackie Brown, seu segundo filme com o cineasta Quentin Tarantino, com o qual Jackson foi indicado ao Globo de Ouro e ao Urso de Prata de Melhor Ator de Comédia do Festival de Cinema de Berlim.

Contracenou com Sandra Bullock, Matthew McConaughey e Kevin Spacey no longa de Joel Schumacher de 1996 baseado no romance de John Grisham, Tempo de Matar (A Time To Kill). Seu desempenho lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro e um prêmio NAACP Image Award. Contracenou também com Bruce Willis em Duro de Matar: A Vingança (Die Hard com a Vengence), o maior recordista de bilheteria internacional de 1995. Seus créditos cinematográficos adicionais incluem ainda 187, Esfera (Sphere), Despertar de Um Pesadelo (The Long Kiss Goodnight), Jogada de Risco (Hard Eight), O Beijo da Morte (Kiss of Death), O Destino de Uma Vida (Losing Isaiah), Não Chame a Polícia! (Amos e Andrew), No Tempo do Ragtime (Ragtime), Vítimas de Uma Paixão (Sea of Love), Um Príncipe em Nova York (Coming to America), Ray, Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing), Lute Pela Coisa Certa (School Daze), Mais E Melhores Blues (Mo' Better Blues), Os Bons Companheiros (Goodfellas), Investimento Arriscado (Strictly Business), Areias Brancas (White Sands), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Caminhos da Vida (Jumpin' at the Boneyard), Father e Sons, Juice e Amor À Queima-Roupa (True Romance) e Fresh. Interpretando um viciado em crack no longa de Spike Lee, Febre da Selva (Jungle Fever), ganhou o primeiro e único prêmio de Melhor Ator Coadjuvante já conferido a um ator pelos juízes do Festival de Cinema de Cannes. O papel também lhe deu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Associação de Críticos de Cinema de Nova York.

Na televisão, estrelou o drama de John Frankenheimer premiado com o Emmy, Against the Wall, da HBO. Seu desempenho lhe valeu uma indicação ao prêmio Cable Ace de Melhor Ator Coadjuvante de Filme ou Minissérie e também ao Globo de Ouro.

Iniciou sua carreira logo após formar-se em Artes Dramáticas pela Morehouse College, de Atlanta. Atuou então em inúmeras montagens teatrais, incluindo Home, A Soldier's Play, Sally/Prince e The District Line. Também interpretou os papéis originais de duas peças de August Wilson, montadas pela Yale Repertory Theatre. No Festival Shakespeare de Nova York, atuou em Mother Courage e Her Children, Spell #7 e The Mighty Gents. Enquanto ainda cursava a Morehouse, fez sua estréia cinematográfica em Together for Days.

COLIN FARRELL (Jim Street) nasceu e foi criado em Castleknock, na Irlanda. É filho do ex-jogador de futebol, Eamonn Farrell, e sobrinho de Tommy Farrell, ambos ex-atletas do clube de futebol irlandês Shamrock Rovers, na década de 60.

Na infância, Colin sonhava em seguir os passos do pai e do tio, mas logo dirigiu seu interesse à interpretação, matriculando-se na Gaiety School of Drama, de Dublin. Antes de concluir o curso, foi escalado como protagonista da minissérie de Dierdre Purcell, Falling for a Dancer. Subseqüentemente, estrelou o seriado da BBC Ballykissangel e a estréia diretorial de Tim Roth, Zona de Conflito (The War Zone). Em seguida, teve também um papel pequeno no filme de gângster de Thaddeus O'Sullivan rodado em Dublin, Um Criminoso Decente (Ordinary Decent Criminal), contracenando com Kevin Spacey.

O primeiro filme de Farrell nos EUA foi Tigerland - O Caminho da Guerra (Tigerland), dirigido por Joel Schumacher, a história de uma tropa de soldados norte-americanos levados para o interior da Louisiana, em 1971, para um treinamento de guerra em preparação para sua primeira incursão militar no Vietnã. A seguir, foi visto como 'Jesse James', em American Outlaws.

Seus créditos cinematográficos incluem o drama da Segunda Guerra, A Guerra de Hart (Hart's War), contracenando com Bruce Willis, o grande sucesso de Steven Spielberg, Minority Report - A Nova Lei (Minority Report), co-estrelado por Tom Cruise, o papel de 'Bullseye' de Demolidor - O Homem Sem Medo (Daredevil), co-estrelou com Al Pacino em O Novato (The Recruit), além de ter estrelado recentemente o thriller de sucesso, Por Um Fio (Phone Booth), dirigido por Schumacher. Farrell também faz uma participação especial em Veronica Guerin, de Schumacher, e tem um papel no filme romântico irlandês ainda não lançado, Intermission.

Recentemente, concluiu At Home At The End Of The World, baseado no romance de Michael Cunningham, e está atualmente trabalhando na pre-produção do filme de Oliver Stone, Alexander The Great, no papel-título de Alexandre, O Grande.

Atualmente, Farrell mora em Dublin.

MICHELLE RODRIGUEZ (Chris Sanchez) chamou a atenção da indústria pela primeira vez com seu desempenho no longa aclamado pela crítica, Girlfight. Foi descoberta numa audição de elenco aberta em Nova York, entre 350 atrizes que disputavam o papel da protagonista Diana Guzman. Treinou pugilismo durante cinco meses em preparação para o papel e seu desempenho lhe valeu o prêmio Independent Spirit Award de 2001 de Melhor Desempenho de Estréia e o prêmio da National Board of Review de 2001 de Desempenho Revelação do Ano. Além dos prêmios conquistados por Rodriguez, o filme também venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cinema de Sundance de 2000.

Desde então, Rodriguez já estrelou Resident Evil - O Hóspede Maldito (Resident Evil), contracenando com Milla Jovovich, Velozes e Furiosos (The Fast e The Furious) e o filme de surfe, A Onda dos Sonhos (Blue Crush). No verão passado, atuou numa temporada bem sucedida na montagem off-Broadway de Monólogos da Vagina (The Vagina Monologues).

Seus créditos adicionais incluem o longa independente, 3 AM, com Pam Grier e Danny Glover. Produzido pela 40 Acres and A Mule, de Spike Lee, o filme estreou no Festival de Cinema de Sundance de 2001.

Atualmente residindo em Jersey City, em sua infância, Rodriguez dividia seu tempo entre a República Dominicana, o Texas e Porto Rico.

JAMES TODD SMITH, também conhecido como LL COOL J (Deacon "Deke" Kaye) é ator, vencedor de dois Grammys, escritor e vencedor do NAACP Image Award. Também foi honrado este ano com o prêmio da ShoWest de Astro do Amanhã e com o Lifetime Achievement Award da Soul Train.

Smith, sob seu pseudônimo famoso no mundo do rap - LL Cool J - é o primeiro rapper a conquistar seis discos de platina consecutivos e seis singles premiados com o disco de ouro. Em 2003, lançou seu 10o disco, Ten, que estreou no segundo lugar das paradas. O primeiro single do álbum, "Luv U Better", chegou rapidamente ao 1o lugar nas paradas de hip-hop e seu dueto com Jennifer Lopez, "All I Have", disparou para o 1o lugar nas paradas da Billboard.

Mais recentemente, Smith co-estrelou com Gabrielle Union em Deliver Us from Eva, uma comédia romântica contemporânea do roteirista e diretor Gary Hardwick, tendo também composto canções para a trilha sonora do filme. Contracenou ainda com Val Kilmer e Christian Slater no filme de Renny Harlin, Mindhunters, com lançamento previsto para o início de 2004. Anteriormente, estrelara outro longa de Harlin, o filme de ação Do Fundo do Mar (Deep Blue Sea), que valeu muitos elogios da crítica ao seu desempenho no papel hilário de "Chef". Seu selo fonográfico, Rock the Bells, co-produziu a trilha sonora do filme e ele compôs duas canções para a trilha, incluindo a canção-título, "Deepest Blue." Também estrelou Um Domingo Qualquer (Any Given Sunday), de Oliver Stone, contracenando com Al Pacino, Cameron Diaz e Jamie Foxx, compondo também uma canção para a trilha do filme. Seus outros créditos cinematográficos incluem Rollerball, dirigido por John McTiernan, Um Ritual do Barulho (Kingdom Come), contracenando com Jada Pinkett Smith e Vivica A. Fox, Atração Sem Limites (In Too Deep), Halloween H20 - Vinte Anos Depois (Halloween H20) e A Revolta dos Brinquedos (Toys). Além disso, estrelou a sitcom, In the House.

O primeiro livro infantil de Smith, And the Winner Is ..., foi publicado recentemente como parte de uma ótima nova série da editora Scholastic, com livros e CDs dos maiores astros do rap na atualidade, chamada "Hip Kid Hop". O livro conta a história de um jovem jogador de basquete que aprende a importância de vencer e perder com espírito esportivo. Também é autor de uma autobiografia de 1997, I Make My Own Rules.

Atualmente, mora em Nova York com a mulher e os quatro filhos do casal.

BRIAN VAN HOLT (Michael Boxer) contracenou recentemente com John Travolta no thriller piscológico de John McTiernan, Violação de Conduta (Basic), no papel do ranger do exército, 'Dunbar', e também no filme de James Foley, Confidence, com Edward Burns, Rachel Weisz e Dustin Hoffman. No ano passado, foi visto no longa de Ridley Scott, Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), no papel do ranger 'Strueker' que lidera o comboio de resgate do piloto de um helicóptero Black Hawk, em Mogadíscio, Somália. Também co-estrelou o drama épico de John Woo sobre a Segunda Guerra, Códigos de Guerra (Windtalkers), contracenando com Nicolas Cage e Christian Slater.

Nascido em Illinois e formado pela UCLA, foi atleta durante a maior parte de sua infância. Começou a atuar na adolescência, em montagens teatrais do Zephyr Theater, de Los Angeles. Após formar-se em Sociologia pela UCLA, decidiu dedicar-se em tempo integral à sua carreira artística.

Tendo feito sua estréia no cinema na comédia romântica, Whipped, atuou também na televisão como astro convidado de Sex e the City, da HBO, Homicide e Spin City.

JEREMY RENNER (Brian Gamble) interpretou recentemente o papel-título do filme, Dahmer, sendo elogiado pela crítica no papel do famoso serial killer. Em breve, será visto em Fish In a Barrel, uma comédia de humor negro na qual interpreta um alcoólatra que vive armado, e em Monkey Love, uma comédia romântica protagonizada por ele como um dos integrantes de um bizarro triângulo romântico.

Após protagonizar Heróis Por Acidente (National Lampoon's Senior Trip), interpretou um papel-chave no seriado televisivo Angel: o de um vampiro/serial killer do século 17. Também contracenou com Jennifer Love Hewitt em Time of Your Life, da Fox.

Com vasta experiência teatral, continua atuando em montagens de Los Angeles. Digna de destaque é a peça Search e Destroy, da qual foi não só protagonista, mas também co-diretor.

Renner atuou em inúmeros filmes publicitários de veiculação nacional e aventurou-se por trás das câmeras dirigindo um comercial da Bud Light no verão passado. Atualmente, está escrevendo um piloto televisivo e um longa-metragem. Ele também compõe, grava e interpreta suas próprias canções, já tendo composto canções para a Warner Chapel Publishing e a Universal Publishing. Atualmente, está preparando um CD solo.

JOSH CHARLES (T.J. McCabe), natural de Baltimore, Maryland, fez sua estréia cinematográfica na popular sátira cult de John Waters, Hairspray - E Éramos Todos Jovens (Hairspray). Foi então escalado no cobiçado papel de 'Knox', um garoto tímido e apaixonado de uma escola preparatória, no longa de Peter Weir, A Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poet's Society), contracenando com Robin Williams e Ethan Hawke. Em seguida, interpretou o papel do jovem engraçado e problemático de Cruzando a Fronteira (Crossing the Bridge), e contracenou com Stephen Baldwin e Lara Flynn-Boyle, em Três Formas de Amar (Threesome), dirigido por Andy Fleming. No longa de Bryan Gordon, Corações em Trânsito (Pie in the Sky), um dos favoritos dos Festivais de Cinema de Sundance e Telluride, Josh co-estrelou com Anne Heche como um repórter de tráfego aéreo. Seus créditos cinematográficos incluem ainda Coisas Para Fazer em Denver Quando Você Está Morto (Things to Do in Denver When You're Dead), The Grave, Cyclops Baby, A Passagem (Crossworlds), Paixões Alucinantes (Little City), Meeting Daddy. Também dublou a voz do 'agente Barker', de Muppets do Espaço (The Muppets from Space).

Na televisão, estrelou o telefilme da TNT, Cooperstown, com Alan Arkin, e o vencedor do Emmy, Murder in Mississippi, com Tom Hulce e Andre Braugher. Contracenou com Ashley Judd na cinebiografia da HBO aclamada pela crítica, Norma Jean e Marilyn, e estrelou recentemente o telefilme da Showtime, Our America. Estrelou também o seriado humorístico da TV, Sportsnight, uma crônica dos bastidores de um programa esportivo da TV a cabo.

Em breve, será visto no longa-metragem, Seeing Other People.

OLIVIER MARTINEZ (Alex Montel) estudou Teatro no Conservatoire National Superieur d'Art Dramatique, da França. Fez sua estréia no cinema no longa de Jean-Jacques Beineix, IP5 - A Ilha dos Paquidermes (IP5, 1992), co-estrelado por Yves Montand. Em 1994, venceu um prêmio Cesar de Jovem Ator Mais Promissor com seu trabalho no drama de Bertre Blier 1, 2, 3 Sun, estrelado por Marcello Mastroianni.

Conquistou prestígio internacional com seu desempenho como um galante oficial da cavalaria italiana no século 19 que se apaixona por uma mulher casada (Juliette Binoche) em O Cavaleiro do Telhado e a Dama das Sombras (Le Hussard Sur Le Toit), dirigido por Jean-Paul Rappeneau. Seus créditos também incluem o filme de Julian Schnabel elogiado pela crítica, Antes do Anoitecer (Before Night Falls), com Javier Bardem, Mon Hom, de Bertre Blier, A Camareira do Titanic (The Chambermaid on the Titanic), de Bigas Luna, La Ville des Prodiges, de Mario Camus, e Toreros, com Claude Brasseur, de Eric Barbier.

Mais recentemente, co-estrelou com Richard Gere e Diane Lane em Infidelidade (Unfaithful), de Adrian Lyne, no papel do amante de Diane. Estrelou também a refilmagem de Robert Allan Ackerman de The Roman Spring of Mrs. Stone, da Showtime. Num papel criado originalmente por Warren Beatty, Martinez contracena com Anne Bancroft e Helen Mirren no papel do gigolô italiano, 'Paolo'.

SOBRE A EQUIPE TÉCNICA

CLARK JOHNSON (Diretor) possui uma lista impressionante de créditos diante e detrás das câmeras. Recentemente, foi indicado a um Emmy® de Melhor Diretor com o piloto do seriado de efeitos especiais, The Shield.

Johnson iniciou sua carreira de diretor durante a segunda temporada do aclamadíssimo seriado dramático, Homicide: Life on the Streets. Desde então, já dirigiu episódios de vários seriados populares da TV com Nova York Contra o Crime (NYPD Blue), West Wing, Third Watch, City of Angels, The Beat e Law & Order: Special Victim's Unit. Mais recentemente, dirigiu o seriado, The Wire e dirigiu e estrelou o telefilme, Boycott, ambos produzidos pela HBO.

Natural da Filadélfia, começou a atuar aos nove anos, em turnês nacionais de várias montagens Broadway. Cursou uma faculdade de Cinema em Montreal e estudou Teatro em Michigan antes de dar prosseguimento à sua carreira artística. Johnson é talvez mais conhecido como ator no papel do 'detetive Meldrick Lewis' de Homicide: Life on the Streets. Seus outros créditos televisivos incluem participações em seriados como Second City, Hot Shots, Night Heat, Women of Brewster Place, New Attitude e LA Law. Em 1993, foi indicado para um prêmio Canadian Television Award num papel recorrente do seriado da CTV, E.N.G.

Fez sua estréia no cinema no longa-metragem de Chris Columbus, Uma Noite de Aventuras (Adventures in Babysitting), estrelando em seguida filmes como As Cores da Violência (Colors), de Dennis Hopper, Zona Mortal (Drop Zone), de John Badham, Tempo Esgotado (Nick of Time), Renegades, Lulu, Soul Survivor, Deliberate Intent, Task Force: Caviar, bem como os longas independentes, Fear of Fiction e Love Come Down. Estrelou o filme do diretor canadense, Clement Virgo, Rude, que lhe deu uma indicação ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante da Academia Canadense de Cinema.

Johnson divide seu tempo entre Toronto e Nova York.

DAVID AYER (Roteiro) nasceu na região centro-oeste dos EUA e mudou-se para o violento bairro de South Central, em Los Angeles, ainda na adolescência. Para fugir da vida nas ruas, entrou para a Marinha dos EUA, onde serviu como oficial de sonar num submarino nuclear. Após ser dispensado com honras, deixou o serviço militar e iniciou a difícil jornada de todo escritor. Recentemente, escreveu e co-produziu o vencedor do Oscar®, Dia de Treinamento (Training Day), e drama policial de Ron Shelton, Dark Blue. Também foi um dos roteiristas do enorme sucesso, Velozes e Furiosos (The Fast e the Furious), e da saga sobre um submarino da Segunda Guerra, U-571- A Batalha do Atlântico (U-571).

DAVID McKENNA (Roteiro) vendeu seu primeiro roteiro, A Outra História Americana (American History X), com apenas 26 anos. O filme, indicado ao Oscar® de Melhor Ator, é estrelado por Edward Norton num retrato realista das conseqüências do preconceito sobre uma família dividida pelo ódio. Ele retrata a luta de um homem para mudar a si mesmo e salvar sua família, após toda uma vida consumido pela violência e a intolerância.

Seu roteiro seguinte, Paixões Ardentes (Body Shots), foi dirigido por Michael Cristofer e estrelado por Jerry O'Connell, Amanda Peet, Tara Reid e Ron Livingston.

Seu terceiro filme, O Implacável (Get Carter), foi uma refilmagem do filme cult de 1971 estrelado por Michael Caine. A nova versão foi estrelada por Sylvester Stallone, Caine, Miranda Richardson, Rachel Leigh Cooke, Mickey Rourke e Alan Cumming, dirigida por Stephen Kay e produzida por Mark Canton, Neil Canton e Elie Samaha.

Em 2001, estreou nas telonas a adaptação de McKenna do livro de Bruce Porter, Profissão de Ricso (Blow). Estrelada por Johnny Depp, Penelope Cruz, Ray Liotta e Paul Reubens, Blow é uma história verídica que retrata a vida de George Jung, um ousado narcotraficante que trabalhou com Pablo Escobar e o cartel de Medellin para levar cocaína à costa oeste dos EUA no final dos anos 70 e nos anos 80.

Atualmente, está desenvolvendo National Office. A história gira em torno de um homem de 28 anos que desafia a constituição e concorre à presidência dos EUA. Andrew Lazar (Cowboys do Espaço/Space Cowboys e Confissões de Uma Mente Perigosa/Confessions of a Dangerous Mind) é o produtor.

Além disso, McKenna foi contratado para rescrever um roteiro baseado nos fatos verídicos que cercaram o USS Indianápolis. A história da Segunda Guerra é um saga épica sobre o pior desastre naval na história dos EUA.

Mais recentemente, concluiu um projeto para o produtor Casey Silver baseado na biografia do coronel David Hackworth, o soldado mais condecorado da história militar dos EUA. Em seguida, deverá fazer sua estréia diretorial em The Twelfth Man, a crônica de duas semanas na vida de uma família suburbana norte-americana, cuja vida problemática gira em torno do futebol estudantil e da mãe alcoólatra.

McKenna formou-se pela San Diego State University, em 1991, e agora reside em Newport Coast, Califórnia, com a mulher, Marcy, e os dois filhos do casal, Jack e Colin.

RON MITA & JIM McCLAIN (Argumento) são os grandes criadores de uma extensa lista de "roteiros-pipoca". Chamados de os "Shakespeares da Ação" pelo diretor Renny Harlin e já tendo sido elogiados por escrito por Oliver Stone, Mita e McClain se tornaram célebres por suas histórias de estilo frenético e explosivo.

Ao serem contratados para criar a história de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), eles perceberam que ela precisaria ter um gancho inédito. A idéia de um narcotraficante oferecendo um prêmio milionário por sua libertação surgiu de uma conversa divertida entre os dois roteiristas sobre que cifra seria necessária para convencê-los a fazer algo excêntrico. Por US$100.000, Ron correria em meio ao Rose Bowl e, por US$150.000, Jim viveria numa caverna, sem eletricidade, por seis meses. Ambos concordaram que somente por US$100 milhões de dólares ajudariam na fuga de um prisioneiro. Assim nasceu o gancho de S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.).

Mita e McClain se conheceram quando eram alunos do programa de pós-graduação em Cinema da Universidade Loyola Marymount, de Los Angeles. Nesta época, Mita trabalhou como assistente de Nina Jacobson (atualmente presidente de produção dos estúdios Disney) e depois como vice-presidente da Universal Pictures, enquanto McClain trabalhava em advocacia.

Percebendo que compartilhavam uma sensibilidade semelhante como autores, Mita e McClain escreveram seu primeiro roteiro, Trackdown, que chamou a atenção de Jodi Foster e foi vendido por uma cifra de seis dígitos. Eles se tornaram o centro das atenções na indústria e acabaram escolhidos pelo L.A. Times como os estreantes mais brilhantes de 1994.

O segundo roteiro da dupla, The French Teacher, foi comprado por Jacobson. Ao mesmo tempo, eles venderam o argumento da história de um super-herói de época na virada do século, The Urban Legend, a Steven Spielberg. Nesta mesma época, foram contratados para escrever Revere para a Warner Brothers e a Icon Productions, de Mel Gibson. Também trabalharam em três projetos da HBO.

Após concluir S.W.A.T. - Comando Especial (S.W.A.T.), a dupla foi contratada pela Sony para escrever Doom, baseado nesse popular videogame, e Sniper II, uma continuação do thriller de ação de 1994, O Atirador (Sniper), estrelado por Tom Berenger.

Mita e McClain venderam o roteiro de Video Killed The Radio Star - The MTV Story à TNT e, atualmente, estão escrevendo um telefilme-piloto verídico para a CBS sobre uma unidade exclusivamente feminina da S.W.A.T., de Washington DC.

NEAL H. MORITZ (Produtor) é fundador e presidente da Original Film, uma renomada produtora de longas para o cinema, produções de televisão, comerciais e videoclipes e também agência de talentos. Moritz é formado em Economia pela UCLA e pós-graduado pelo programa Peter Stark de produção cinematográfica da University of Southern California.

Moritz produziu o sucesso do ano passado Doce Lar (Sweet Home Alabama), a comédia romântica de Reese Witherspoon, e o longa do Revolution Studios, xXx - Triplo X (xXx), com Vin Diesel e Samuel L. Jackson. Este último foi o quarto filme de Moritz em parceria com o diretor Rob Cohen, após o grande sucesso, Velozes e Furiosos (The Fast e The Furious), estrelado por Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. Anteriormente, a dupla já havia produzido Sociedade Secreta (The Skulls), estrelado por Walker e Joshua Jackson, e telefilme da HBO, Os Maiorais (The Rat Pack), com Ray Liotta e Don Cheadle, indicado a 11 Emmys.

Os créditos anteriores de Moritz contribuíram para lhe valer a reputação de um dos diretores mais lucrativos de Hollywood. Juice foi seu primeiro grande lançamento no cinema, seguido dos sucessos, Eu Sei o Que Vocês Fizeram No Verão Passado (I Know What You Did Last Summer), estrelado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze, Jr., e da continuação Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Ano Passado (I Still Know What You Did Last Summer), cujo elenco original contou com o reforço da sensação da música pop, Brandy. Seu filme seguinte, Lenda Urbana (Urban Legend), gerou uma bem sucedida continuação, Lenda Urbana 2 (Urban Legends: Final Cut). Segundas Intenções (Cruel Intentions) foi o primeiro longa-metragem totalmente financiado pela Original Film.

Seus créditos mais recentes no cinema incluem Não É Mais Um Besteirol Americano (Not Another Teen Movie), uma sátira do gênero "filmes para adolescentes" que Neal ajudou a criar, a comédia universitária Slackers, com Jason Schwartzman e Devon Sawa, bem como Volcano - A Fúria (Volcano), Um Tira Muito Suspeito (Blue Streak), com Martin Lawrence, Mulher Infernal (Evil Woman), com Jack Black, Steve Zahn e Jason Biggs, e o mais recente longa estrelado por Leelee Sobieski, A Casa de Vidro (The Glass House). Na atual temporada, lançou + Velozes + Furiosos (2 Fast 2 Furious), estrelado por Paul Walker e dirigido por John Singleton.

Atualmente, está produzindo o thriller de Denzel Washington, Out Of Time, dirigido por Carl Franklin, e Torque, um filme de ação sobre motociclismo, dirigido pelo veterano dos videoclipes, Joseph Kahn. Em seguida, produzirá a continuação de xXx - Triplo X (XXX).

DAN HALSTED (Produtor) está produzindo atualmente Large's Ark, estrelado por Natalie Portman e Zach Braff, Richard Petty, estrelado por Dennis Quaid e dirigido por Callie Khouri, e o seriado televisivo aclamado pela crítica, Platinum, da UPN.

Também com lançamento previsto para 2003, está produzido Beyond Borders, estrelado por Angelina Jolie e Clive Owen.

Outros longa-metragens produzidos por Halsted incluem a estréia diretorial de Sofia Coppola, As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides), Um Domingo Qualquer (Any Given Sunday), dirigido por Oliver Stone e estrelado por Al Pacino e Cameron Diaz, o indicado ao Oscar®, Nixon, e Reviravolta (U-Turn), estrelado por Sean Penn e Jennifer Lopez. Produziu também Serving Sara, estrelado por Matthew Perry e Elizabeth Hurley, O Corruptor (The Corruptor), com Mark Wahlberg e Chow Yun-Fat, A Cilada (Art of War), estrelado por Wesley Snipes, O Matador da Via Expressa (Freeway), estrelado por Reese Witherspoon, e Ambição Desenfreada (Cold Around the Heart), a estréia diretorial de John Ridley.

Formado em Ciências Políticas pela UCLA, iniciou sua carreira como assistente de Scott Rudin, na Twentieth Century Fox. Transferiu-se para a Bauer-Benedek Agency, que mais tarde se tornou a United Talent Agency, produzindo filmes com K-9, Susie e os Baker Boys (The Fabulous Baker Boys), New Jack City - A Gang Brutal (New Jack City), Robocop, Quem Vai Ficar Com Mary? (There's Something About Mary) e Os Intocáveis (The Untouchables). Na sua gestão como executivo do selo Hollywood Pictures, da Disney, na década de 90, supervisionou filmes como A Mão Que Balança o Berço (The Hand That Rocks The Cradle), Mr. Holland - Adorável Professor (Mr. Holland's Opus), O Homem da Califórnia (Encino Man), O Genro dos Meus Sonhos (Son In Law), Tombstone - A Justiça Está Chegando (Tombstone), Evita e Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping).

Seus créditos televisivos incluem o premiado épico televisivo da Showtime, The Day Reagan Was Shot, estrelado por Richard Dreyfuss, o seriado da TNT, Witchblade, e o documentário premiado da TBS, Assassinated: The Last Days of Kennedy e King.

CHRIS LEE (Produtor) é ex-presidente de produção da TriStar Pictures e Columbia Pictures. Durante sua gestão, Lee foi responsável por filmes vencedores do Oscar® como Jerry Maguire, Filadélfia (Philadelphia) e Melhor É Impossível (As Good As It Gets). Também esteve envolvido na produção de filmes como O Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best Friend's Wedding), Lendas da Paixão (Legends of the Fall), O Pescador de Ilusões (The Fisher King), A Máscara do Zorro (The Mask of Zorro), Tropas Estelares (Starship Troopers) e Godzilla.

Após fundar sua própria companhia, a Chris Lee Productions, foi produtor do longa-metragem digital revolucionário de fantasia e aventura, Final Fantasy, indicado a um prêmio Saturn Award. Também produziu o filme de ação, Ballistic: Ecks vs. Sever. Sua companhia produziu o seriado animado Heavy Gear e, atualmente, possui inúmeros outros projetos em desenvolvimento para vários estúdios. Produziu também videoclipes para um grupo eclético de intérpretes como Janet Jackson, The Backstreet Boys e Destiny's Child.

Lee iniciou sua carreira na indústria do entretenimento como produtor de segmentos do programa matutino da ABC, Good Morning America. Passou então a trabalhar em cinema ao tornar-se assistente de diretor e assistente de montador da comédia de Wayne Wang, Dim Sum. Depois disso, entrou para a TriStar Pictures como analista de roteiros, chegando, finalmente, ao posto presidente de produção do estúdio e, subseqüentemente, ocupando o mesmo cargo na Columbia Pictures.

Nascido no Havaí, onde integrou a junta diretora da Secretaria Estadual de Cinema e Televisão, é formado em Ciências Políticas pela Universidade de Yale e, recentemente, entrou para a Universidade do Havaí, como chairman da Academy of Creative Media. Lee é um membro ativo da comunidade asiática. Membro-fundador da Coalition of Asian Pacifics in Entertainment (CAPE), já foi nomeado inúmeras vezes pela revista "A" um dos americanos descendentes de asiáticos mais influentes do país. Também integrou a junta administrativa do National Asian Pacific American Legal Consortium e foi agraciado com inúmeros prêmios, incluindo o Justice in Action Award da Asian American Legal Defense e Education Fund, e o Visionary Award da East-West Players.

GABRIEL BERISTAIN, ASC/BSC (Diretor de Fotografia) nasceu no México e é filho de Luis Beristain, do bem-sucedido ator mexicano, cujo último longa-metragem foi a obra-prima de Luis Buñuel, O Anjo Exterminador (El Angel Exterminador). Gabriel interessou-se pelo cinema ainda jovem, ao tornar-se membro ativo do movimento em prol do cinema independente no México.

Beristain imigrou para a Europa, onde trabalhou como cinegrafista de documentários e matérias jornalísticas sobre temas políticos, sociais e ambientais polêmicos. Estabelecendo-se na Inglaterra, cursou a prestigiada National Film and Television School.

Em 1987, foi premiado como Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim com a fotografia do longa de Derek Jarman, Caravaggio. Seus outros créditos cinematográficos incluem Blade 2, A Trapaça (The Spanish Prisoner), Eclipse Total (Dolores Claiborne), K2 - A Montanha da Morte (K2) e Aria. Mudou-se para Los Angeles em 1991, onde reside atualmente. É membro tanto da AMPAS quanto da BAFTA, a Academia Britânica de Cinema e Televisão.

MAYNE BERKE (Desenhista de Produção) possui entre seus créditos como desenhista de produção filmes como O Diário da Princesa (The Princess Diaries), dirigido por Garry Marshall e estrelado por Julie Andrews, Rock Star, estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston, 15 Minutos (15 Minutes), dirigido por John Herzfeld e estrelado por Robert De Niro e Edward Burns, Uma Noite Mágica (Jack Frost), estrelado por Michael Keaton, Romy e Michele (Romy and Michele's High School Reunion) e Double Dragon. Também assinou a produção do telefilme original aclamado da HBO, Don King - O Rei do Boxe (Don King: Only in America), e do comercial da Levi's vencedor do prêmio Clio, Elevator Fantasy, dirigido por Michael Bay.

Seus créditos como diretor de arte incluem O Fã - Obsessão Cega (The Fan), Um Drinque no Inferno (From Dusk Till Dawn), A Voz do Meu Coração (Grace of My Heart), Grande Hotel - Uma Comédia Cinco Estrelas (Four Rooms), Viva! A Babá Morreu (Don't Tell Mom The Babysitter's Dead) e As Tartarugas Ninja 2 e 3 (Teenage Mutant Ninja Turtles II e III).

Possui mestrado em Direção de Arte e Design Teatral pela Tisch School of the Arts, da New York University. Estudou com designers teatrais renomados, incluindo o vencedor de inúmeros prêmios Tony, Oliver Smith, cujos quadros criados para My Fair Lady - Minha Bela Dama (My Fair Lady) e Amor, Sublime Amor (West Side Story) hoje integram o acervo permanente do Metropolitan Museum of Art de Nova York. Berke também estudou com os iluminadores célebres, Jennifer Tipton e John Gleason.

MICHAEL TRONICK, A.C.E. (Montador) volta a trabalhar pela terceira vez com o produtor Neal Moritz, após ter montado Um Tira Muito Suspeito (Blue Streak) e À Sombra do Vulcão (Volcano).

Tendo iniciado sua carreira como montador da trilha de filmes como Movie Movie, O Show Deve Continuar (All That Jazz), Star 80, Reds, 48 Hrs., Chorus Line - Em Busca da Fama (A Chorus Line), Por Favor Matem a Minha Mulher (Ruthless People) e Predador (Predator), passou a montador de história na comédia fenômeno de bilheteria, Um Tira da Pesada 2 (Beverly Hills Cop II), de 1987. Entre seus créditos cinematográficos adicionais destacam-se Abaixo de Zero (Less Than Zero), Fuga À Meia-Noite (Midnight Run), As Aventuras de Ford Fairlane (The Adventures of Ford Fairlane), Dias de Trovão (Days of Thunder), O Último Boy Scout - O Jogo da Vingança (The Last Boy Scout), Amor À Queima-Roupa (True Romance), Falando Francamente, De Perua Para Perua (Straight Talk), Perfume de Mulher (Scent of a Woman), Cowboy Way (The Cowboy Way), Queima de Arquivo (Eraser), A Força em Alerta 2 (Under Siege 2: Dark Territory), Encontro Marcado (Meet Joe Black) e Duelo de Titãs (Remember The Titans). Mais recentemente, montou American Outlaws e O Escorpião Rei (The Scorpion King).

ELLIOT GOLDENTHAL (Trilha) compõe peças musicais para orquestras, para o teatro, óperas, balés e produções do cinema. Recentemente, venceu um Oscar® e um Globo de Ouro com sua trilha para Frida, tendo também sido indicado com a canção original do filme, "Burn it Blue". Anteriormente, já havia sido indicado ao Oscar® e ao Globo de Ouro com suas trilhas para Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire) e Michael Collins - O Preço da Liberdade (Michael Collins). Além disso, recebeu indicações ao Grammy com Tempo de Matar (A Time to Kill) e Batman Eternamente (Batman Forever), e três indicações ao prêmio Chicago Film Critics Award com Fogo Contra Fogo (Heat), Michael Collins e Nó Na Garganta (The Butcher Boy). Em 1998, venceu o prêmio L.A. Film Critics Award de Melhor Trilha Original com The Butcher Boy, de Neil Jordan.

Goldenthal já trabalhou com a diretora Julie Taymor em 18 projetos, incluindo o filme Titus, uma adaptação da peça de Shakespeare, estrelada por Anthony Hopkins e Jessica Lange (1999). Seu musical teatral original, Juan Darien: A Carnival Mass, deu-lhe um Obie Award (1988) e duas indicações ao Tony de Melhor Musical e Melhor Trilha Musical Original, em sua temporada no Lincoln Center (1996). Seus créditos teatrais adicionais incluem The Transposed Heads, The King Stag, Liberty's Taken e The Green Bird (na Broadway, em 2000).

No mundo dos concertos, Goldenthal foi contratado pelo American Ballet Theatre e pelo San Francisco Ballet para criar um novo balé, Othello, que estreou no Metropolitan Opera em 1997, já foi apresentado em São Francisco e Paris, e será transmitido em 2003 pela PBS, na série Great Performances. Othello retorna à Metropolitan Opera na temporada de 2003 do American Ballet Theatre. Suas outras peças clássicas incluem Shadow Play Scherzo, para a celebração do 70o aniversário de Leonard Bernstein, e uma grande peça orquestral, Fire, Water, Paper: A Vietnam Oratorio, composta para a Pacific Symphony Orchestra para as comemorações do 20o aniversário da Guerra do Vietnã e que, subseqüentemente, saiu em turnê com a Orquestra Sinfônica de Boston, com regência de Seiji Ozawa. A composição está disponível em um lançamento Sony Classical, com Yo Yo Ma como solista.

Suas trilhas cinematográficas adicionais incluem Drugstore Cowboy, Alien 3, Cobb - A Lenda (Cobb) e The Good Thief, de Neil Jordan. Atualmente, compõe com Taymor uma ópera original, Grendel, que será apresentada na Ópera de L.A., em 2005, e, subseqüentemente, no Festival do Lincoln Center.

CHRISTOPHER LAWRENCE (Figurinista) recentemente foi figurinista do piloto Robbery Homicide Division, dirigido por Michael Mann, de The Gin Game, da PBS, estrelado por Mary Tyler Moore e Dick Van Dyke, e do longa-metragem 11:14, estrelado por Hilary Swank, Barbara Hershey e Patrick Swayze.

Antes de se tornar figurinista, foi supervisor de figurinos de alguns dos melhores diretores de Hollywood, incluindo Blake Edwards (Switch - Trocaram Meu Sexo/Switch), Mel Brooks (Que Droga de Vida/Life Stinks), Garry Marshall (Amigas Para Sempre/Beaches), Barry Levinson (Bugsy), Cameron Crowe (Say Anything), James L. Brooks (Disposto a Tudo/I'll Do Anything), Curtis Hanson (O Rio Selvagem/The River Wild), James Cameron (T2/3D), Phillip Noyce (O Santo/The Saint) e Tony Scott (Inimigo do Estado/Enemy of the State).

Em 1999, foi figurinista associado de O Informante (The Insider) de Michael Mann. Em seguida, assinou os figurinos de Aniversário de Casamento (The Anniversary Party) para Alan Cumming e Jennifer Jason Leigh, Jimmy Bolha (Bubble Boy) para Blair Hayes e da comédia de ação, Showtime, estrelada por Robert De Niro e Eddie Murphy.


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