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Nome: Margaret Mary Emily
Anne Hyra
Data de Nascimento: 19
de Novembro de 1961
Local de Nascimento: Fairfield
- Connecticut - EUA
Alguns fatos de sua vida:
Loira, de
olhos azuis, com uma personalidade efervescente, Meg Ryan teve uma carreira intensa.
Começou a perceber que a vida não era exatamente um conto de fadas, logo aos 15 anos,
quando os pais - Susan e Harry Hyra - se separaram. Susan, numa atitude até hoje não
perdoada pela filha famosa, teria trocado a tutela dos filhos pela possibilidade de tentar
carreira nos palcos de Nova York (na versão da atriz). Ou para se curar de um câncer no
seio (na versão materna). A guerra de versões dura mais de vinte anos e até hoje Meg
Ryan toma o partido do pai nesse tabuleiro de xadrez afetivo em que a família Hyra
mergulhou - e se recusa terminantemente a conversar com a mãe. O quadro ganhou tons ainda
mais melo-dramáticos quando a agora Susan Jordan (nome herdado do atual marido, o
jornalista Pat Jordan) resolveu lavar a roupa suja em público e andou dando sua versão
dos bastidores da família Hyra para jornais sensacionalistas. Pior: anunciou a
publicação de um livro contando tintim por tintim o que teria, de fato, ocorrido. Meg
Ryan, magoada, fechou-se em copas e evitou comentar o assunto. Susan Jordan, mais
eloqüente, não se recusou a dar declarações à imprensa e, em 1995, declarou à
revista americana Vanity Fair: "Meu livro não fala de minha relação com meus
filhos e sim do câncer no seio que consegui curar. Esta história de que abandonei a
família para fazer carreira em Nova York é absolutamente falsa".
Em 1979, mudou-se para Nova York, onde se formou em Jornalismo na Universidade de Nova
York. Aos poucos, no entanto, Mrs. Ryan percebeu que a sua vida estaria nos sets de
filmagens - e não em redações de jornais e revistas. Para ganhar dinheiro enquanto
estudava, Meg começou a atuar, já utilizando seu novo nome, Meg Ryan. Em 1981, aos 20
anos, aconteceu a primeira aparição nas telas: o pequeno papel da filha de Candice
Bergen, em Bonitas e Famosas/Rich and Famous, de George Cukor. O papel foi um fiasco, mas
teve o mérito de mostrar a Meg Ryan que seu caminho era o cinema e em nenhum outro lugar.
De 1982 a 1984, ela participou do seriado As the World Turns. Também atuou em outro
seriado da televisão, Wildside. Em 1984, decidiu se mudar para Hollywood, onde, em 1986,
fez um papel secundário e marcante em Ases Indomáveis/Top Gun, com direção de Tom
Scott, Meg se tornou famosa . Este papel conduziu-a ao elenco do filme Viagem Insólita de
Steven Spielberg, onde atuou com o ator Dennis Quaid, pouco mais tarde, em 1991, eles se
casariam no dia dos namorados, . trabalhou ainda em "Morto ao Chegar" (1988) com
Quaid.
Em 1989, Meg trabalhou no filme Harry e Sally, feitos um para o outro, cuja cena do
restaurante se tornou famosa, e por ele concorreu ao Globo de Ouro.Em 1990, ele estrelou
com Tom Hanks o filme Joe Contra o Vulcão, no qual fez três papéis (Dede, Angélica e
Patricia).
Outro drama pessoal vivido por Meg Ryan. Logo depois do casamento com o ator Dennis Quaid
(1991), a revelação. O marido lhe contou: era viciado em cocaína. Sempre valente, o
ajudou a se livrar da droga. "Ele me contou tudo e resolvemos enfrentar a situação
juntos. Vencemos. Há cinco anos ele abandonou completamente o vício", conta a
atriz. Com o abandono do vício, a relação do casal de atores frutificou. Em abril de
1992, nasceu o primeiro filho do casal: Jack Henry. O acontecimento fez a atriz mergulhar
numa fase de felicidade pessoal, que se traduziu em crescimento profissional, quando se
tornou uma das estrelas mais queridas de Hollywood.
Em 1993, trabalhou novamente com Tom Hanks em Sintonia do Amor, e foi indicada ao Globo de
Ouro, e com Dennis Quaid em "A Força de um Passado". Em 1994 atuou em Quando um
Homem Ama Uma Mulher, como uma esposa alcóolica e mãe, num papel diferente dos que
costumava fazer. A partir do ano seguinte, no entanto, voltou aos papéis simpáticos em
filmes como A Teoria do Amor, Surpresas do Coração, e até mesmo nos recentes A Lente do
Amor, com Mathew Broderick, e Mens@gem Para Você, no qual contracena novamente com Tom
Hanks.
Outras Curiosidades:
Sua produtora de
filmes, "Prufrock Pictures", ganhou este nome por causa de um de seus poemas
favoritos escrito por T. S. Eliott "The Love Song of J. Alfred Prufrock".
Meg "clareou" seu cabelo para o seu papel no filme "A Teoria do Amor",
onde ela faz a sobrinha do Albert Einstein.
Filme favorito "Splendor in the Grass" com Warren Beatty e Natalie Wood. (Eu
assistí este filme, é muito bom, o nome que ele recebeu no Brasil foi "Clamor do
Sexo". É um filme do grande diretor Elia Kazan.
Filmes que ela não aceitou participar (por motivos diversos): "Flores de Aço",
"Uma Linda Mulher", "Ghost", "O Silêncio dos Inocentes" e
"Maverick". Ela não participou do filme "O Silêncio dos Inocentes porque
pensou que o filme era "feio", "perigoso" e "muito sombrio".
Venceu o "Harvard 1994 Hasty Pudding Award " "Mulher do Ano" e foi
eleita como sendo uma das "50 pessoas mais bonitas do mundo" em 1994 pela
"People Magazine".
Ela foi a 11ª. melhor aluna em sua classe no Colegial, Tendo sido votada como "a
mais legal", "cutest" da turma.
Ela foi votada como a "Mulher mais romântica da América". Em segundo ficou
Cindy Crawford e em terceiro ficou Michelle Pfeiffer.
Prêmios
1989: Best
Actress Award in Europe e uma indicação por Best Actress from the I.F.P pelo seu papel
em Promised Land.
1989: Golden Apple Award, Hollywood Women's Press Club. Female Discovery of the year along
with Pauline Collins.
1989: Indicada ao Golden Globe como melhor atriz na comédia "Harry e Sally, Feitos
Um Para o Outro".
1990: Meg foi indicada pela BAFTA (British Oscar), por "Harry e Sally, Feitos Um Para
o Outro".
1993: Indicada ao Golden Globe como melhor atriz na comédia "Sintonia do Amor".
1994: Harvard Hasty Pudding Award "Mulher do Ano".
1994: Meg foi escolhida uma das "50 pessoas mais bonitas do mundo" pela
"People Magazine".
1995: Muitas indicações pelo filme "Quando um Homem Ama Uma Mulher", mas
nenhum reconhecimento do "Oscar" ou "Golden Globe".
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